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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Um coração ardente!



Uma sobremesa simples e do mais alto teor de paixão e harmonia. Esta fruta que a imagem traduz o interior dos sentimentos, passada no açúcar e gratinada ao maçarico, é colocada suavemente sobre uma fatia de queijo Brie, isto tira o fôlego do paladar.

Doce e suave, forte , denso e gentil, fazem do Brie o casal perfeito para este coração. Assim como o Romeu e Julieta estão para a Goiabada e o queijo Minas, estes dois se completam.

O acompanhamento termina com um cálice de Moscato de Pantelleria Naturale. Um vinho doce de sobremesa Italiano D.O.C. da Região de Marsala - Sicilia.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Paleta de Cordeiro com batatas assadas ao alecrim.


Foto Carlos Baldo

São pratos bem campestres, coisa bem bucólica e que nos coloca num ambiente quase que nas reminicencias dos nossos antepassados.

Conforme li uma vez em um texto, o autor ou autora considerava que a palavra reminiscências trazia na sua "sonoridade, algo mais profundo, com mais intensidade que os termos de lembrança ou memória. Também porque segundo Platão, esse termo se relaciona com a lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando ao lado dos deuses, tinha a visão direta das idéias".

Não posso afirmar que eu estava lá mas que senti um grande prazer isto senti. Alimentos simples no seu singular. Bastam-se neste dueto, uma paleta de cordeiro assada e batatas ao alecrim.

O azeite envolvendo as batas e o alecrim perfumando todo o ambiente faz com que nos sintamos mesmo em outro local e outros tempos imemoriais.

Prazeres da cozinha que só se percebem com sensibilidade para a simplicidade e com o amor pelos alimentos.

Desde a sua simples manipulação até a finalização do prato.

Claro!!!! O vinho presente com certeza... Tinto encorpado na cor, Vinho Castelluccio Ronco Delle Ginestre . De personalidade, com bom corpo e taninos firmes de qualidade. Bom frescor que ressalta o sabor frutado intenso. 100% Sangiovese de Romagna.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tapas



La Tapa, de de modo a ser significativo, tem de ser consumidos entre as refeições principais como o alimento que permitirá o corpo a poder sobreviver até o almoço ou o jantar.


Foto Carlos Baldo

Alguns autores afirmam que o “tapa” nasceu quando, devido a uma doença, o rei espanhol Alfonso X, o Sábio, tinha que tomar pequenos bocados de comida com um pouco de vinho entre as refeições. Uma vez recuperado da doença, o sábio rei decretou que nenhum vinho poderia ser servido em qualquer uma das pousadas nas terras de Castela sem que fosse acompanhado de algo para comer. Esta foi uma sábia precaução para neutralizar os efeitos negativos do álcool sobre as pessoas que, por falta de dinheiro para comprar uma refeição nutritiva, usassem de bebidas alcoólicas com o estômago vazio.

Foto - Carlos Baldo

Além da história da doença real, devemos considerar a teoria de que o primeiro “tapa” apareceu devido à necessidade de que agricultores e trabalhadores de outros sindicatos para ter uma pequena quantidade de alimentos durante o seu tempo de trabalho, o que lhes permitiu continuar a trabalhar até ao momento para a refeição principal.

Esta refeição rica em gordura era tão pesada de digerir que uma "siesta" teve que ser levado para um par de horas antes de voltar para os campos ou para as oficinas. Mais horas de trabalho na manhã significou um trabalho mais fácil após a refeição.

Foto - Carlos Baldo

Vinho foi o acompanhamento natural para este lanche, pois induziu um humor suave e uma maior resistência, enquanto que no Inverno aqueceu o corpo como proteção em dias muito frios nos campos e nas oficinas da Idade Média. No verão, a bebida tomada no sul do país foi "gazpacho (sopa fria de tomate), em vez de vinho, o que aumentou o calor do corpo em vez de fornecer o refrigério necessário - o frio.

O lanche é chamado de "alifara" no norte da Espanha, Aragão e Navarra, e depois, no País Vasque, começou a ser chamado de "Poteo", porque o vinho tinha de ser bebido em "potes" (potes).

Uma vez que o "botillerias" (garrafa-shops) e "tabernas" (tabernas) se estabeleceram ao longo da Espanha, o decreto do rei sábio permaneceu por estas terras. Por essa razão, a jarra de vidro ou de vinho era servido coberto com uma fatia de presunto ou queijo, ou, por dois motivos: em primeiro lugar para evitar insetos e outras impurezas caindo na jarra e em segundo lugar, para os convidados para absorver o álcool que tinha bebido com algo sólido, como o rei Alfonso tinha aconselhado. Esta foi a origem da tapa, um alimento sólido que cobria o cálice e uma palavra enraizada na tradição espanhola. E assim a tradição da difusão tapa em toda a Espanha. E continua até os dias atuais. Muitos outros países têm adotado o tapa, servi-lo de muitas maneiras diferentes.

Devido ao período de tempo entre o pequeno-almoço de manhã cedo, e o almoço, que na verdade só realmente é consumido no início da noite, alguns países do Mediterrâneo adotaram o costume de tomar um "Tentempié" (lanche), um aperitivo ou o "tapita". Esta pausa dá às pessoas uma oportunidade de socializar e discutir temas relacionados ao trabalho.


A bebida tradicional com o “tapa” é o vinho, ou "peleón" (jovens e baratos) ou "reserva" do vinho (amadureceu em barris de carvalho) de cada região: "txakoli" jovens no País Basco, o vinho ou Penedés Cava na Catalunha, "Ribeiro", no Noroeste, Valdepeñas jovens ou vinho de Rioja, em Castela e no centro, ou xerez fino no sul e em partes do norte, onde as maçãs crescem em abundância, cidra substitui vinho.

Foto - Carlos Baldo

Tapas - receitas variam de acordo com o gosto e as tradições gastronômicas de cada região. Mas a tapas servidas com maior freqüência são geralmente aqueles que incluem a variedade de muitas azeitonas, nozes secas, bem como vários tipos de frios. Atualmente, o “tapa” inclui muitas outras receitas para aperitivos. Na Idade Média e durante períodos de dificuldade econômica, os cursos foram suplementados, com o pão. No entanto, hoje, esses cursos estão incluídos no mundo tapas.

Tapas – as receitas utilizam uma grande variedade de produtos de origem animal, como carne, peixe e ovos e produtos agrícolas, como hortaliças.

As muitas variedades de azeitona verde -, Manzanilla, machacadas (moído), gordales (grande), rellenas (empalhados), aliñadas (sabor) ou deshuesadas (caroço) - são em si o tema de um livro. Junto com as azeitonas, fatias de chouriços ou fumado, presunto, fatias de queijo ou de jamón curado, tornou-se famoso no mundo inteiro. Afinal, esta é a verdadeira origem da cobertura da Idade Média 'jar.

Entre outros, há petiscos fritos e petiscos preparados com molhos. Em algum momento do passado, os “tapas” - fritos tiveram mais sucesso e são mais procuradas do que os preparados com molhos, além de algumas pequenas exceções. "Boquerones" (peixe miúdo), calamaries, enchidos, fritos, uns croquetes de batata, e "Torreznos", pertencem ao mundo das tapas frito. Casserole guisados, bem como a madrilena "callos", berinjelas a Almagro ou vagem com sabor pertencem às tapas preparadas com molhos.

Finalmente, os animais e as receitas agrícolas, tais como as tortilhas de batata, fritos de bacalhau, uns croquetes e escabeches, continuam obrigatórios no momento do dia, para que, se for acompanhado por uma salada, que pode perfeitamente substituir um almoço completo.

Hoje, juntamente com esses lanches tradicionais, muitos novos apareceram, alguns dos quais eram apenas para ser servido em uma mesa elegantemente colocada. Recém-chegados incluem a "paella" ou as batatas cozidas com carne e outros retirados de receitas estrangeiras que finalmente acabou no nosso mundo de tapas, como patê de salmão fumado ou caviar, rolos de mola vegetais, peixes defumados provenientes dos países do Norte, salsichas alemãs, queijo suíço ou francês derretido e bolos ou patê da Europa Central.

Tapas podem ser comidas no almoço ou jantar, se a quantidade ou variedade de tapas é suficiente para satisfazer o apetite. Mas, sem dúvida, o aspecto mais singular do "tapeo" (a arte de comer tapas) é sua capacidade de reunir pessoas de todas as esferas da vida que se reúnem em volta da mesa para apreciar esses rituais informais juntos.

Apesar da elegância do tapeo e seu ritual estético, há uma medida de indiferença para com a tabela e disposição dos lugares e até mesmo o próprio alimento, que, embora delicada e saborosa, é comido em pé, em quantidades tão pequenas, que as pessoas se referem para esta ação como bicando a comida, de pássaro ("picar") em vez de "comer" (canto). No momento da conversa tapeo desempenha uma parte integrante do ritual tapeo. A arte de comer em pé até se tornou quase sacrossanta. Os “tapas” são uma parte muito característica da tradição culinária espanhola, que parece improvável a ser exportados para outras culturas, mas já se tornaram populares em todo o mundo.

Porque não! O tapeo seria, sem dúvida, a melhor fórmula de fast food, se não exigem tempo e uma pausa longa o suficiente para a prática, com elegância espanhola, a arte de comer em pé.

http://www.arrakis.es

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Lei de Murphy - Segunda parte




Foto - Carlos Baldo

Quando publiquei o primeito post com o título de Lei de Murphy no dia 23 de julho de 2010, achei que logo teria uma resposta ou um pedido de desculpas do Distribuidor, ou do Produtor do vinho. Mas como não poderia deixar de ser, nada até o dia 12 de agosto foi dito, e não sendo a primeira vez, fico triste com a ação dos envolvidos.

Estive ontem no supermercado e perguntei à atendente da seção de vinhos se havia alguma resposta. Como não havia, disse a ela que estaria publicando aqui o nome e as fotos do referido rótulo.

Descarto qualquer comentário de que pelo preço da garrafa poderia se esperar isto. Não aceito tal comparativo de valor e controle de produção.

Também não quero menosprezar qualquer outro produto oriundo da região com tom ou clima de piada.

Los hermanos também produzem bons vinhos e tem bons rótulos. Mas este, saiu totalmente de controle e o respeito ao consumidor ficou a desejar.

Rótulo - Araucal
Malbec - Bonarda
2008
Classico
I.P.Mendonza
Vinho da Argentina

Lamentável, nada simpático fazer isto mas , temos de alertar e ficar atento aos contratempos e intemperes na qualidade de consumidor. Foram duas vezes, e duas rolhas. O que mais poderia vir a encontrar?????

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lei de Murphy



Se pode dar errado!!!! Porque fugir dela então?????

Dizem que é carma, outros dizem que é destino, mas na realidade acho que é uma baita sorte. Quem já não ouviu uma estorinha aqui e outra ali que encontrou algo estranho dentro de uma embalagem ou uma garrafa? Algo que não deveria estar ali, mas estava.

Bem poderia ser um bilhete premiado da MEGA SENA, mas não era apena uma velha, inchada, de cor escura e bem mais gorda que a estreita passagem que a permitiu entrar.

Como não foi a primeira vez que uma destas apareceu na mesma situação, resolvi ir até o Supermercado para relatar os fatos.

Desagradável situação, ao encontrar um corpo estranho dentro de uma garrafa. Principalmente se esta garrafa é de um vinho. Por Baco! O Deus do vinho deve ficar irritadissimo com isso. Em pleno o século XXI, com tanta tecnologia, onde é que foi parar o tão famoso controle de qualidade.

O pior é que esta botelha, veio da terra de Los hermanos!!!!. A velha rolha estava ali parecia que por séculos e que o próprio assessor de Baco, inconformado com alguma ordem recebida, se irritou e a empurrou gargalo a dentro.

Bem, não vou divulgar agora o nome da Vinícola criadora de tal pitoresca situação. Agora, pelo olhar da Lei de Murphy, foi pela segunda vez que me ocorreu, o fato e vindo da mesma marca e produtor.

Diante disto só posso afirmar que a Lei é verdadeira e que acontece mesmo.



Fotos- Carlos Baldo

domingo, 23 de maio de 2010

Penne rigate al prosciutto e pecorino sardo


Foto - Carlos Baldo

O tradicional penne rigate al dente com molho branco e prosciutto desfiado e lascas de pecorino sardo.

O pecorino é um queijo de massa dura e com um sabor bem marcante. Tem a aparência do parmesão. Quem não conhece, pode até se confundir pela aparência. Mas nunca pelo sabor. É único. O sardo picante, é uma obra dos Deuses.

Uma massa saborosa que vai muito bem nestas noites de outono, acompanhada com um belo Chianti.

Um vinho tinto, italiano, produzido na região da Toscana.

É um vinho tinto seco, com notas de fruta muito concentrada e é produzido com as uvas Sangiovese (predominante) e Canaiolo, ambas tintas, e as brancas Trebbiano e Malvásia. O Chianti combina bem com comidas leves e seus sabores e aromas de violeta e cereja são impressionantes.

O Chianti não é exatamente um vinho de guarda mas pode manter suas caracteristicas por longos anos desde que bem armazenado.

Alguns deles são produzidos sob DOCG (Denominazione d'Origine Controlatta e Garantita), no entanto, nem sempre é uma garantia de qualidade. Mais de sete mil vinhedos produzem o Chianti na Itália.