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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Papillote de pommes de terre



Um clássico francês. Papillotes de batatas. Preparadas rapidamente, este prato é uma forma de homenagear a terra e tudo que de melhor ela nos dá.

As batatas são cozidas previamente e fazemos uma cova no seu centro. Aqui, preparei um molho com base de gorgonzola, leite, creme de leite, alho, azeite, sal e cogumelos paris fatiados finamente.

Este molho foi preparado em uma papeira banho maria. Este instrumento nos permite manter as propriedades do queijo e dos demais ingrediente de maneira mais saborosa sem agarrar no fundo.

Após o cozimento das batatas, foram cortadas e acomodadas em papillotes de papel alumínio e papel manteiga. Suas covas regadas com azeite e o molho como recheio. Levadas ao forno por 35 minutos, forno a 180º. Durante este tempo de cocção no forno, coloquei um ramo de alecrim somente para aromatizar.

Apos a retirada, salpiquei croutons de bacon sobre as batatas e raspas de limão siciliano.

domingo, 2 de agosto de 2009

Uma Belga loira.

Quem me conhece sabe que sou muito resistente às bebidas alcoólicas. Mais não sou de ferro, nem Santo também. Se estiver no inverno ou sob temperaturas baixas, uma bebidinha vai muito bem para mim.

Desta vez foi em Bruges, uma cidadezinha medieval no norte da Bélgica. Não resisti e tomei a famosa cerveja Leffe Blond. E sem miséria fui logo atacando um copo de 500 ml. Tudo perfeito estava em uma cidade medieval, degustando uma cerveja com tradição secular e saboreando um filé ao molho de cogumelos e uma chuva fina esfriando mais a temperatura externa, uns 9°.


Bem, eu estava em Bruges, mais a cerveja é de outra região. E é sobre ela que vão as informações. A origem do local de fabricação da cereja Leffe.

A abadia de Notre-Dame de Leffe foi fundada em 1.152 às margens do rio Meuse, na província de Namur, região sudoeste da Bélgica. O local, chamado Valônia, é umas das três regiões autônomas do país e a língua oficial é o francês. Como em muitos mosteiros da Europa, a abadia fabricava sua própria cerveja. Utilizando conhecimentos e receitas passadas de geração a geração e ingredientes nativos da região, os canônicos desenvolveram uma receita única de Ale.


Com o passar dos séculos, a abadia passou por tempos difíceis. Foi destruída por enchentes, fogo e por tropas durante guerras e revoluções. Após inúmeras interrupções na fabricação de cervejas, os canônicos retornaram a produção em 1952. Atualmente, são produzidos cinco estilos de cerveja Leffe, e a marca pertence à InBev, que continua pagando royalties para a abadia.

A Leffe Blond possui coloração amarelo-ouro vibrante, espuma rica e cremosa. Libera aromas de banana, laranja e coentro. Possui bom corpo, acidez e longa persistência aromática. Devido à facilidade de degustação, ela é uma boa opção para quem quer ingressar no mundo das cervejas abadias belgas. Sua harmonização é convidativa para pratos a base de carne vermelha, ervas e azeite de oliva. Também combina muito bem com queijos macios como gruyère, emmenthal e gouda.

Leffe Blond
Estilo: Abbey (cerveja de abadia)
Volume Alc.: 6,6% ABV
Temp. Ideal: 8-10ºC
Origem: Dinant – Bélgica

Aparência: Dourada, levemente turva, boa formação e média duração de espuma.

Aroma: Frutado, doce, fermento, floral.
Paladar: Malte, doce, uva branca, fermento, amargor final.

Recém chegada ao Brasil, a Leffe Blond é uma Belgian Ale, produzida pela Artois (Interbrew), e trazida ao Brasil pela Ambev. Mais se tiver oportunidade, prefira tomá-la em Bruges ou em qualquer outra cidade da Bélgica.

Eu recomendo.

sábado, 11 de julho de 2009

Liqueur GODIVA





Chocolate é bom! Se for Godiva, melhor ainda. E na forma líquida do suave Liqueur, seja Original ou White Chocolate é sempre um espetáculo a parte após um apreciado jantar. Sua garrafa se confunde a uma peça de decoração. Seu sabor é inconfundível. Doce na mais perfeita expressão de equilíbrio ao paladar.

No Brasil não é fácil de ser encontrado, O mais fácil seria em uma loja Duty Free, mesmo assim não é muito certo.

Uma garrafa de 375ml pode chegar até ao equivalente a R$70,00.

A Bélgica e seus grandes símbolos, O manequin e o Chocolate Godiva.

"A história da fábrica de chocolates GODIVA começou em 1926, num pequeno ateliê da família de confeiteiros Draps, em Bruxelas na Bélgica. O nome foi uma idéia da esposa de Joseph Drap para fazer uma associação elegante ou uma homenagem à lendária Lady Godiva, que há cerca de 900 anos cavalgou nua pelas ruas pequenas de Coventry, cidade inglesa próxima a Londres, em uma tentativa de interceder junto ao marido, o duque Leofric, a favor dos moradores para que reduzisse os impostos. A idéia da família era ligar a marca de chocolates à elegância e requinte da nobre inglesa. Inicialmente os chocolates eram vendidos na própria cidade, onde mantinham uma loja na calçada da Grande Place (Grande Praça).

Nos anos seguintes, o sucesso de seu chocolate levou a abertura de outras muitas lojas pelo país. A primeira loja internacional foi inaugurada em 1958 na cidade de Paris. No ano de 1966 a marca começou a exportar seus chocolates para os Estados Unidos, onde eram vendidos em lojas de departamentos refinadas. Os chocolates da marca começaram a chamar a atenção da família real, que nomeou a marca fornecedora oficial da Casa Real em 1968. A primeira loja de chocolate GODIVA nos Estados Unidos foi aberta em 1972, no luxuoso endereço da 5ª Avenida em Nova York. Em 1993, a marca resolveu expandir seus produtos ao lançar uma linha de café, bolachas e o GODIVA Original Chocolate Liqueur, um licor a base do mais puro chocolate GODIVA. O produto fez tanto sucesso, que mais três versões foram lançadas posteriormente: GODIVA White Chocolate Liqueur (1996), GODIVA Mocha Liqueur (2006) e GODIVA Milk Chocolate Liqueur (2006)".

Dica: Se for à loja Godiva da Place Du Grand Sablon, não deixe de tomar um café no Café Leffe que fica ao lado. É uma Braserrie bem charmosa, e sentar em uma mesinha na calçada e apreciar o movimento, não tem preço. Na loja da Grand Place 22, a movimentação já é bem maior.

"A evolução visual

No ano de 2006, como parte da comemoração de 80 anos da marca, a GODIVA redefiniu todas as suas linhas de produtos, além de introduzir seu novo logotipo. A nova imagem visual da marca era composta pelo tradicional logotipo com a Lady Godiva em cima de um cavalo numa versão modernizada.

Dados corporativos

●Origem: Bélgica
●Fundação: 1926
●Fundador: Joseph Drap
●Sede mundial: New York City, New York
●Proprietário da marca: Ulker Group
●Capital aberto: Não (subsidiária)
●Chairman: Harvey Golub
●Presidente: Jim Goldman
●Faturamento: US$ 1.5 bilhões (estimado)
●Lucro: Não divulgado
●Lojas: + 450
●Fábricas: 2
●Presença global: 120 países
●Presença no Brasil: Não
●Maiores mercados: Europa e Japão
●Funcionários: 2.200
●Segmento: Chocolates
●Principais produtos: Chocolates finos, sorvetes, bolos, cafés, biscoitos e
licores
● Ícones: As luxuosas embalagens
● Website: www.godiva.com

A marca no mundo

Possuí cerca de 450 lojas na América do Norte e em centros sofisticados como Paris, Tóquio, Hong Kong, Roma e Londres, vendendo não somente os famosos chocolates, bombons e trufas, mas também sorvetes, bolos, cafés, biscoitos e licores, que geram um faturamento de quase US$ 1 bilhão. Seus produtos também podem ser encontrados em lojas de departamento, no Free Shop, lojas especializadas, através de seus catálogos (introduzidos na década de 80) e do telefone 1-800-9-Godiva. Atualmente a GODIVA, que é sinônimo do que há de mais sofisticado no mundo em termos de chocolate, pertence à empresa turca Ulker, e seus principais mercados estão localizados na Europa e Japão. A marca chegou ao Brasil em 1991 com a inauguração de sua primeira loja na cidade de São Paulo. Porém, atualmente a GODIVA não está mais presente no Brasil.

Você sabia?

Cerca de 60% dos seus negócios são concentrados no período de outubro a dezembro, quando o clima frio e as festas de final de ano aumentam o consumo de chocolate.
A empresa mantém apenas duas fábricas no mundo, uma na cidade de Bruxelas e uma nos Estados Unidos.

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers)".