1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná
Recebemos o títulos de Master Chef.
Mignon de coelho
Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Lombo de haddock defumado e batatas sauté.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Filé de Badejo defumado ao Mediterrâneo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011
Espuma de atum

Espuma de atum com veludo de abobora semente de papoula e tomatinho sweetgrape com flor de sal.
Momentos em que a técnica requer mais do feiticeiro. Não é magia, nem feitiço. A ideia era produzir algo tão aerado que ao fazer contato com a lingua pudesse desaparecer de forma não convencional.
Com textura agradável, sabor marcante e que proporcionasse um visual mais intrigante. A insustentável leveza do ser se materializou meste bocado.
O creme de veludo foi preparado com abóbora e deu sustentação ao cabochon de sweetgrape.
Sementes de papoula sempre dão um toque de requinte e um sabor único. A apoteose dos sabores ficou a cargo dos cristais de flor de sal.
Acompanhando esta arquitetura, usei uma J.P. Chenet - Blanc de Blancs - Brut.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Aruanã em crosta de aliche e Cream Cheese e bottarga ralada com tempurá de legumes.

Aruanã em crosta de aliche e Cream Cheese e bottarga ralada com tempurá de legumes. Geléia de tamarindo e redução de balsâmico.
O Aruanã é um peixe encontrado nos principais rios da bacia amazônica e alguns do Mato Grosso e Goiás. Pertence à família do Pirarucu, tem o corpo alongado, atingindo cerca de um metro e até 5 Kg. de peso.
É comercializado já filetado e separado em unidades. Carne macia, delicada e magra. Um excelente pescado para empanar, fritar, compor pratos leves e de sabores intensos.
O tempurá de legumes, com brócolis, vagem e tomates. Saborizando e completando o prato a geléia de tamarindo e a bottarga ralada.
O filé foi cortado em diagonal, e mantendo o quilíbrio geométrico das peças.
domingo, 24 de julho de 2011
Filé de Pescada amarela.

Filé de Pescada amarela, bottarga ralada e legumes e shimeji salteados com pimenta rosa. Molho Tare.
Um peixe fantático, mais fácil de se encontrar no Nordeste do Brasil. Mas aqui também se encontra para nossa felicidade gasttroômica. Carne macia, branca, saborosa, magra e altamente rica em ômega 3.
Os legumes salteados em manteiga de garrafa e aromatizados na finalização com pimenta rosa. O Shimeji também foi delicadamente passado neste fundo de frigideira. O molho Tarê foi ao prato para dar um complemento aos legumes.
Utilizei, cenouras com rama e torneadas, couve de bruxelas e tomates -uva.
O filé de pescada foi temperado com sal e pimenta negra e sementes de mostarda também negra (faz bem ao coração). Grelhado suavemente sua cor dourada se realça no prato.
A finalização ficou com um toque de bottarga ralada.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Filé de tilápia com aspargos.

Quem disse que o empanado tem de ser mergulhado em óleo???
Mais saudável, este filezinho só viu um fio de óleo. Temperado normalmente com pimenta do reino branca, sal e um limãozinho.
Passado na farinha de trigo , ovo levemente batido e depois o meu segredinho, farinha de pão misturada com farinha de milho.
Apartir daí não é necessário muita coisa, uma boa frigideira antiaderente e um único fio de óleo ou azeite de oliva extra virgem (eu prefiro 0,5% ou menos).
Dois minutinos de um lado e mais dois do outro. Quase um bolero a moda antiga.
É a fritura seca. Passe pelo papel absorvente só para retirar o pouco que foi usado e pronto. Carne macia, e no ponto. Aspargos verdes para acompanhar e bom apetite.
domingo, 17 de abril de 2011
Filé de truta com bromélia de cenoura assados e legumes salteados

Leve e saudável. Um filé de truta, carne magra e rica em ômega 3, assado e envolvemdo uma bromélia de cenoura.
Um prato charmoso e elegante, simples no preparo e surpreendente no visual.
Ingredientes p/ prato:
120 gr Filé de truta
02 camarões inteiros
Legumes:
02 Vagens
01 Cenoura média com cerca de 3 cm de diâmetro.
01 batata inglesa média
Para saltear:
Açúcar mascavo
Vinagre balsâmico
Karo
Papel manteiga
Sal
Pimenta do reino branca
Ramos de alecrim para decorar
Preparo:
Laminar a cenoura em um cortador retirando lâminas do tamanho do compromento, formando 4 lados. Retirar duas lâminas de cada lado. Tornear o centro da cenoura formando o centro da bromélia. Cozinhar as lâminas e o corpo da cenoura junto com a batata e vagem em água salgada. Por cerca de 15 a 20 minutos. Escorrer e branquear. Reservar.
Montar em uma assadeira um fundo de papel manteiga, untado com óleo. Envolver o corpo da cenoura com o filé de truta, temperado com sal e pimenta do reino branca. Com as lâminas de cenoura inserir neste rolo como se fossem pétalas de uma bromélia.
Levar ao formo para assar regado em azeite de oliva extra virgem por aproximadamente 15 a 20 minutos.
Saltear os legumes em frigideira com uma pitada de açúcar mascavo e avinagre balsâmico.
Montagem:
Dispor ao redor do filé assado, os legumes salteados. Decorar com galhos de alecrim.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Robalo alla Costiera Amalfitana


Foto - LePaladin
Este robalo foi inspirado nesta região e nele, utilizado o que de mais característico podemos ali encontrar. Tomates, alcaparras, azeitonas pretas, alho, cebola e pimentão.
O peixe foi preparado em molho de mostarda com mel e azeite extravirgem de oliva 0,3% de acidez e especiarías também de águas do mediterrâneo, porém um pouco mais para a região do Egeu setentrional. Forno baixo para não secar, dando o tempo necessário ao confit.

Foto - Carlos Baldo
Um confit preparado em um tinto encorpado e frutado, a combinação de Mare & Monti aguçando o paladar e exalando odores de profundo momento de extase. Tomates italianos frescos sem pele.
Na cebola um truque da minha avó, que não era da região da Campania mais vizinha a ela, na Calabria. A cebola cortada só nas extremidades para não abrir e cravos da índia para perfumar o confit.
O melhor de um prato assim é que ele te transporta para o cenário proposto e te faz deleitar com os prazeres da gastronomia e exaltar a beleza da natureza regional.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Tapas


Foto Carlos Baldo
Alguns autores afirmam que o “tapa” nasceu quando, devido a uma doença, o rei espanhol Alfonso X, o Sábio, tinha que tomar pequenos bocados de comida com um pouco de vinho entre as refeições. Uma vez recuperado da doença, o sábio rei decretou que nenhum vinho poderia ser servido em qualquer uma das pousadas nas terras de Castela sem que fosse acompanhado de algo para comer. Esta foi uma sábia precaução para neutralizar os efeitos negativos do álcool sobre as pessoas que, por falta de dinheiro para comprar uma refeição nutritiva, usassem de bebidas alcoólicas com o estômago vazio.
Foto - Carlos Baldo
Além da história da doença real, devemos considerar a teoria de que o primeiro “tapa” apareceu devido à necessidade de que agricultores e trabalhadores de outros sindicatos para ter uma pequena quantidade de alimentos durante o seu tempo de trabalho, o que lhes permitiu continuar a trabalhar até ao momento para a refeição principal.
Esta refeição rica em gordura era tão pesada de digerir que uma "siesta" teve que ser levado para um par de horas antes de voltar para os campos ou para as oficinas. Mais horas de trabalho na manhã significou um trabalho mais fácil após a refeição.
Foto - Carlos Baldo
Vinho foi o acompanhamento natural para este lanche, pois induziu um humor suave e uma maior resistência, enquanto que no Inverno aqueceu o corpo como proteção em dias muito frios nos campos e nas oficinas da Idade Média. No verão, a bebida tomada no sul do país foi "gazpacho (sopa fria de tomate), em vez de vinho, o que aumentou o calor do corpo em vez de fornecer o refrigério necessário - o frio.
O lanche é chamado de "alifara" no norte da Espanha, Aragão e Navarra, e depois, no País Vasque, começou a ser chamado de "Poteo", porque o vinho tinha de ser bebido em "potes" (potes).
Uma vez que o "botillerias" (garrafa-shops) e "tabernas" (tabernas) se estabeleceram ao longo da Espanha, o decreto do rei sábio permaneceu por estas terras. Por essa razão, a jarra de vidro ou de vinho era servido coberto com uma fatia de presunto ou queijo, ou, por dois motivos: em primeiro lugar para evitar insetos e outras impurezas caindo na jarra e em segundo lugar, para os convidados para absorver o álcool que tinha bebido com algo sólido, como o rei Alfonso tinha aconselhado. Esta foi a origem da tapa, um alimento sólido que cobria o cálice e uma palavra enraizada na tradição espanhola. E assim a tradição da difusão tapa em toda a Espanha. E continua até os dias atuais. Muitos outros países têm adotado o tapa, servi-lo de muitas maneiras diferentes.
Devido ao período de tempo entre o pequeno-almoço de manhã cedo, e o almoço, que na verdade só realmente é consumido no início da noite, alguns países do Mediterrâneo adotaram o costume de tomar um "Tentempié" (lanche), um aperitivo ou o "tapita". Esta pausa dá às pessoas uma oportunidade de socializar e discutir temas relacionados ao trabalho.
A bebida tradicional com o “tapa” é o vinho, ou "peleón" (jovens e baratos) ou "reserva" do vinho (amadureceu em barris de carvalho) de cada região: "txakoli" jovens no País Basco, o vinho ou Penedés Cava na Catalunha, "Ribeiro", no Noroeste, Valdepeñas jovens ou vinho de Rioja, em Castela e no centro, ou xerez fino no sul e em partes do norte, onde as maçãs crescem em abundância, cidra substitui vinho.
Foto - Carlos Baldo
Tapas - receitas variam de acordo com o gosto e as tradições gastronômicas de cada região. Mas a tapas servidas com maior freqüência são geralmente aqueles que incluem a variedade de muitas azeitonas, nozes secas, bem como vários tipos de frios. Atualmente, o “tapa” inclui muitas outras receitas para aperitivos. Na Idade Média e durante períodos de dificuldade econômica, os cursos foram suplementados, com o pão. No entanto, hoje, esses cursos estão incluídos no mundo tapas.
Tapas – as receitas utilizam uma grande variedade de produtos de origem animal, como carne, peixe e ovos e produtos agrícolas, como hortaliças.
As muitas variedades de azeitona verde -, Manzanilla, machacadas (moído), gordales (grande), rellenas (empalhados), aliñadas (sabor) ou deshuesadas (caroço) - são em si o tema de um livro. Junto com as azeitonas, fatias de chouriços ou fumado, presunto, fatias de queijo ou de jamón curado, tornou-se famoso no mundo inteiro. Afinal, esta é a verdadeira origem da cobertura da Idade Média 'jar.
Entre outros, há petiscos fritos e petiscos preparados com molhos. Em algum momento do passado, os “tapas” - fritos tiveram mais sucesso e são mais procuradas do que os preparados com molhos, além de algumas pequenas exceções. "Boquerones" (peixe miúdo), calamaries, enchidos, fritos, uns croquetes de batata, e "Torreznos", pertencem ao mundo das tapas frito. Casserole guisados, bem como a madrilena "callos", berinjelas a Almagro ou vagem com sabor pertencem às tapas preparadas com molhos.
Finalmente, os animais e as receitas agrícolas, tais como as tortilhas de batata, fritos de bacalhau, uns croquetes e escabeches, continuam obrigatórios no momento do dia, para que, se for acompanhado por uma salada, que pode perfeitamente substituir um almoço completo.
Hoje, juntamente com esses lanches tradicionais, muitos novos apareceram, alguns dos quais eram apenas para ser servido em uma mesa elegantemente colocada. Recém-chegados incluem a "paella" ou as batatas cozidas com carne e outros retirados de receitas estrangeiras que finalmente acabou no nosso mundo de tapas, como patê de salmão fumado ou caviar, rolos de mola vegetais, peixes defumados provenientes dos países do Norte, salsichas alemãs, queijo suíço ou francês derretido e bolos ou patê da Europa Central.
Tapas podem ser comidas no almoço ou jantar, se a quantidade ou variedade de tapas é suficiente para satisfazer o apetite. Mas, sem dúvida, o aspecto mais singular do "tapeo" (a arte de comer tapas) é sua capacidade de reunir pessoas de todas as esferas da vida que se reúnem em volta da mesa para apreciar esses rituais informais juntos.
Apesar da elegância do tapeo e seu ritual estético, há uma medida de indiferença para com a tabela e disposição dos lugares e até mesmo o próprio alimento, que, embora delicada e saborosa, é comido em pé, em quantidades tão pequenas, que as pessoas se referem para esta ação como bicando a comida, de pássaro ("picar") em vez de "comer" (canto). No momento da conversa tapeo desempenha uma parte integrante do ritual tapeo. A arte de comer em pé até se tornou quase sacrossanta. Os “tapas” são uma parte muito característica da tradição culinária espanhola, que parece improvável a ser exportados para outras culturas, mas já se tornaram populares em todo o mundo.
Porque não! O tapeo seria, sem dúvida, a melhor fórmula de fast food, se não exigem tempo e uma pausa longa o suficiente para a prática, com elegância espanhola, a arte de comer em pé.
http://www.arrakis.es
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Raviolini de bacalhau


A massa foi preparada com semola de grano duro , ovos e um fio de azeite. Lisa, macia e aveludada. Cozimento em 14 minutos e pronto. Preparei um molho com tomatinhos, pimenta biquinho sem as sementes, orégano, azeite de oliva extra virgem e a finalização com lascas de grana Padano.
Leve, e saboroso, massa e peixe juntos demonstrando que é possível esta combinação real.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Colheres do Oriente.


Foto Carlos Baldo
Servidas bem geladas, estas colheres criam um turbilhão de vapores nas papilas gustativas e fazem realmente a boca salivar.
Podem ser variadas com salmão defumado ou salmão fresco também, ou com atum, seguindo a linha do sashimi.
Continuemos ajoelhados!!!!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
O peixarão
O que me deixa profundamente chateado é a falta de preparo das estruturas turísticas. Estamos já em contagem ativa dos preparativos de uma Copa do mundo e de uma Olimpíadas. Despreparo de agentes de turismo, de guias, de pessoal de hotelaria e principalmente dos prestadores de serviços de alimentação.
O consolo é que nos mais simples, a hospitalidade e a cortesia fazem a diferença. É o caso deste restaurante, "O Peixarão", situado às margens da Laguna de Mundau. Com um visual fantástico as margens da laguna, este cenário torna-se ideal para saborear qualquer um dos pratos que ali é servido.
A grande dificuldade no meu caso é a fartura dos pratos, que passa ser um grande desperdício ,o que para mim é quase um crime. Mas neste local o garçom foi super gentil e compreensivo em relação ao meu caso.
Pedimos meia porção de um maravilhoso filé de siri acompanhado de pirão e arroz branco.

Foto - Carlos Baldo
Tempero perfeito, coentro na medida certa, salsa e cebolinha, tomate e cebola e pimentão. Pirao na consistência correta. Nada de sopa de farinha de mandioca ou grumos da mesma não dissolvidos.

Foto - Carlos Baldo
O filé, que maravilha, meia porção que serviu a duas pessoas e daria até para três.

Foto - Carlos Baldo
Sem falar no grande atrativo localizado no centro do restaurante. Um poço, higienizado e revestido de azulejo, com dezenas de caranguejos frescos disponíveis para os apaixonados por esta iguaria dos mangues. Basta escolher e levar para as panelas na cozinha.
Um show de cortesia simples e o melhor, preço acessível e mais barato dos visitados.
Parabéns ao Peixarão - Av. Alípio Barbosa da silva, 532 - Pontal da Barra - Caminho da Rua das Rendeiras - Maceió - Lagoas.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Passatempo para um bate papo de sábado a noite

Foto - Carlos Baldo
Por menos que se faça, sempre dá para servir a duas ou três pessoas. Sushi é é interessante, divertido e é mágica e ciência.
Chegou ao Japão no século VIII como método de conservação de peixes, através do processo de se envolver o peixe em arroz molhado, este procedimento demorava cerca de um ano e dois meses para se ficar pronto, e os japoneses ainda assim, não se conformavam com o desperdício de arroz. Só em 1826 surgiu o primeiro quiosque de sushi em Tóquio - Japão.
De lá para cá, a tradição e os métodos estão preservados e seguem o mesmo padrão.

Foto - Carlos Baldo
As inovações ficam a cargo dos curiosos. Nestes ai que eu prepárei, acrescentei um detalhe, em um deles fiz um recheio de cenoura ralada com pimenta caiena e alguns com frutas (Kiwi, manga) e kani e salmão.

Foto - Carlos Baldo
Acredito ter agradado.

Foto Carlos Baldo
E para terminar a noite, um prato quente. Shimeji com camarão ao molho de ostra com brócolis.
Alimentação saudável.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Salmão Imperador
Foto - Carlos Baldo
Nobre realeza, sabor incomparável, Salmão Imperador. Momentos de inspiração e criação sobre este nobre pescado. Acredito que por sua tão generosa qualidade, o Salmão se permite nos presentear com esta gama infinita de variações no preparo.
Salmão Imperador é algo de diferente. Assado aveludado, agridoce, picante, suave, sutil. Harmoniza com com os cogumelos, o alho porró, o tomate, o palmito, vagem, castanhas, especiarias e outras mais.
Mar e montanha se fundem um complexo buque de aromas e sabores.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Rolinho de Saint Peter com Salmão ao molho de Tamarillo

Foto- Carlos Baldo
Com recheio de Salmão, os rolinhos foram fritos e só temperados com flor de sal e sementes de aipo. Com dois tamarillos, azeite extra virgem, um dente de alho fresco e uma colher de molho de ostra e outra de açucar preparei um molhinho especial.
O aroma é fabuloso ao refogar dos tamarillos. Doce, amargo e um pouco ácido, esta fruta surpreende na cozinha. Diferente do tomate tradicional mas extremanente saboroso e denso. Deois de refogado e cozido, passei pelo processador e pela peneira.
De textura aveludada, realçou os asbores do Sant Piter e do Salmão. Da mesma forma que se retira a pele dos tomates, é feito neles também. Como preparei esse molho utilizando dois frutos, rendeu uma quantidade boa.
Aproveitei para fazer uma marinada e temperei algumas coxas de frango para ir ao forno acompanhadas de batatas em rodelas, cenoura, e tomates com alho e manjerição.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Momento degustação
Foto - Carlos Baldo
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Manjubinha
Foto - Carlos Baldo
“A manjubinha também é conhecida como piaba, principalmente no Nordeste. Peixe de água doce é facilmente encontrado em rios, riachos, sobretudo nas corredeiras. Mas, também é peixe de superfície rasa nos litorais brasileiros.
A manjubinha é feito o lambari, outro peixe de água doce. Peixe pequeno, de no máximo 12 cm de comprimento, tem uma faixa prateada na lateral de corpo.
No Nordeste, as manjubas são bastante frequentes principalmente no litoral do Piauí. Em algumas regiões, a manjuba é conhecida como sardinha-boca-torta. As manjubinhas têm gosto de sardinha, quando fritas. As receitas variam, mas, as mais comuns são de manjubinhas fritas envoltas no fubá ou na farinha de mandioca.”
Vai muito bem com limão e molho de pimenta. Manjuba sem acompanhamento é o ideal e uma evocação das tradições nordestinas acompanhada somente com uma boa cerveja gelada ou uma caipirinha.
domingo, 20 de setembro de 2009
Pacu embriagado na cerveja
sábado, 12 de setembro de 2009
Onde está o Salmão????
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Abadejo grelhado sobre espelho de reduzido de capim limão e molho de ostra, com deck de abóbora e espuma de coco.















