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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Duo amici



Foto - Carlos Baldo

Sabores diversos e resultado expetacular. Brincando com cortes diferentes e origens também, resolvi fazer esta experiência.

Carne de Sol, Costelinha defumada, Toucinho de Barriga, Linguiça Calabresa, temperos e uma extravagante mistura, Cerveja Pilsen e Coca Cola.

Ai esta o resultado. Uma carne totalmente desconstruída. As batatas eu descasquei e dei um toque diferente, torneadas como se fossem peras.

Foram colocadas para cozinhar neste molho, por 5 minutos em pressão. a camada mais externa absorveu a coloração do molho e a interior manteve o tom amarelo da batata.

Os detalhes ficam por conta da criatividade. a batata pera completou a dupla. A tradicional carne com batata em grande estilo e com um sabor fantástico.

A receita completa no site: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1613/duo-amici-%28molho-de-carne-acompanhado-de-batata%29


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Tramonto del mediterrâneo


Foto - Carlos Baldo

Ciao!!

Tramonto del mediterrâneo é um momento, um espetáculo sem igual que nunca se repete da mesma forma. E esta sobremesa reflete justamente esta situação. Porque na vida, cada refeição é uma situação única também. Nosso paladar se altera de acordo com nosso estado de espirito. Hoje um doce pode não ser tão doce quanto aquele que comemos ontem.

Daí esta combinação de doces e amargos, do qual o Campari é o Rei absoluto. Per ora, per un pò amaro, un pò di dolci.

A textura delicada da gelatina de Campari harmonizada com o damasco agridoce e a cereja ao marasquino nos faz viajar pela costa mediterrânea.

Os aromas cítricos da farofa de tuiles de laranja e das raspas de limão completam o prato e liberam o frescor desta sensação.

Buon appetito!

A receita completa você tem no site:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Beer Works




Ainda em Boston, o Beer Works é outro templo da cerveja. Neste bar , você pode provar algumas preciosidades como uma das premiadas cervejas americanas. Escura, encorpada, com um sabor pouco amargo. É um sabor mais doce que as convencionais. Também em esquema de balcão, é bem gostoso, animado e tranquilo.


Nele você pode comemorar seu aniversário ou outra data marcante e definir o cardápio que será servido aos seus convidados, sem ficar preocupado com o que eles estão pedindo e se assustar na hora de pagar a conta. Eles apresentam um cardápio bem variado e atrativo - claro, dentro dos padrões americanos - vale a pena visitar.


A quem interessar, no site você tem a possibilidade de baixar um arquivo em PDF contendo o cardápio do local.

Aqui vão todos os endereços deste Bar:

BOSTON BEER WORKS Opposite Fenway Park since 1992
61 Brookline Avenue, Boston, MA 02215
617.536.BEER
fenway@beerworks.net

SALEM BEER WORKS In Historic Salem since 1996
278 Derby Street, Salem, MA 01970
978.745.BEER
salem@beerworks.net

BOSTON BEER WORKS In the Bulfinch Triangle since 2001
112 Canal Street, Boston, MA 02114
617.896.BEER
canal@beerworks.net

LOWELL BEER WORKS In the Spindle City since 2008
203 Cabot Street, Lowell, MA 01854
978.937.BEER lowell@beerworks.net

BEER WORKS BREWING & BOTTLING In Historic Lowell since 2008
199 Cabot Street, Lowell, MA 01854
978.937.2333
brew@beerworks.net

BEER WORKS CORPORATE OFFICE
110 Canal Street, Boston, MA 02114
617.896.2300 info@beerworks.net

BOSTON BEER WORKS* At Logan Airport since 2007
Terminal C – Jet Blue Concourse, Boston, MA 02128 617.567.BEER
Terminal C – United Airlines Concourse, Boston, MA 02128 617.569.BBRR
logan@beerworks.net * independently owned and operated under license by Beer Works

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cask’n Flagon - ainda falando de cervejas e ....



Abro este mês com a bandeira dos EUA. Vamos por um roteiro gastronômico diferente.....
Não é receita mais um local onde se aprecia uma boa cerveja e algumas receitinhas para acompanhar!!!!.
E falando sobre cervejas, existem verdadeiros templos para seu consumo. Alguns com tradição literalmente ligada aos esportes. É o caso do Cask’n Flagon em Boston.


A casa situa-se ao lado do Fenway Park onde os Red Sox são consagrados e louvados por seus milhares de torcedores.



É lugar de gente bonita, e bastante animada.“O local é dividido em três ambientes distintos, porém interligados. O bar, a área de refeições e uma danceteria. O impressionante é a constância do movimento das tulipas, jarros de cerveja e as latinhas que não param de serem consumidas.


Estas ai são latinhas em formato de garrafinhas.

Além das cervejas, o cardápio é bem típico, dos EUA, pizza, hambúrguer, frango frito, batata frita, saladas variadas e outros pratos bem interessantes com uma grande influência da cozinha mexicana.

É sem dúvida muito interessante sentar-se junto ao balcão e ficar degustando estes appetizers (tira-gosto). Para qualquer lado se olhe você encontra uma tela de 42 polegadas, ligada na ESPN, falando de esportes. È um bar que empolga qualquer visitante, com suas peculiaridades. Filas gigantescas são formadas na entrada, aguardando uma oportunidade de entrar e desfrutar deste universo.




Nesta ponta de balcão, já fiquei e tendo o prazer de ver este espetáculo, em companhia de pessoas muito queridas. E tome cerveja.....!!!!!



“O Boston Red Sox é um time americano profissional de beisebol, pertencente à divisão Leste da Liga Americana, também formada por New York Yankees, Baltimore Orioles, Tampa Bay Rays e Toronto Blue Jays. Seu estádio, o Fenway Park, é o mais antigo em operação na Major League Baseball. Fazem com os New York Yankees a maior rivalidade não só do beisebol, como de todos os esportes nos Estados Unidos.


É um dos oito times fundadores da Liga Americana, criado em Buffalo, Nova Iorque, em 1901. Depois da mudança para Boston, o time conquistou a primeira World Series da história, derrotando o Pittsburgh Pirates em 1903, ainda sob o nome de Boston Americans. Depois de oficialmente se tornar os "Meias Vermelhas de Boston", a organização conseguiu conquistar mais quatro títulos, em 1912, 1915, 1916 e 1918. E depois deste, entraria em um dos maiores jejuns da história do esporte conhecido como a Maldição do Bambino, que foi encerrada em 2004, após a conquista em cima do St. Louis Cardinals.“Fato marcante dessa temporada foi a Série de Campeonato da Liga Americana, em um duelo contra seu maior rival, o New York Yankees.
Após estar perdendo a série melhor-de-sete por três jogos a zero, conseguiu virar e ir para a World Series daquele ano, sendo o primeiro time do esporte a conseguir tal feito numa série melhor-de-sete. Nessa série, destacam-se o walk-off home run de David Ortiz no jogo 4, a rebatida simples de 0 walk-off também de David Ortiz no jogo 5 e o incidente da meia ensanguentada do arremessador Curt Schilling, no jogo 6 da série.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Boston_Red_Sox

domingo, 2 de agosto de 2009

Uma Belga loira.

Quem me conhece sabe que sou muito resistente às bebidas alcoólicas. Mais não sou de ferro, nem Santo também. Se estiver no inverno ou sob temperaturas baixas, uma bebidinha vai muito bem para mim.

Desta vez foi em Bruges, uma cidadezinha medieval no norte da Bélgica. Não resisti e tomei a famosa cerveja Leffe Blond. E sem miséria fui logo atacando um copo de 500 ml. Tudo perfeito estava em uma cidade medieval, degustando uma cerveja com tradição secular e saboreando um filé ao molho de cogumelos e uma chuva fina esfriando mais a temperatura externa, uns 9°.


Bem, eu estava em Bruges, mais a cerveja é de outra região. E é sobre ela que vão as informações. A origem do local de fabricação da cereja Leffe.

A abadia de Notre-Dame de Leffe foi fundada em 1.152 às margens do rio Meuse, na província de Namur, região sudoeste da Bélgica. O local, chamado Valônia, é umas das três regiões autônomas do país e a língua oficial é o francês. Como em muitos mosteiros da Europa, a abadia fabricava sua própria cerveja. Utilizando conhecimentos e receitas passadas de geração a geração e ingredientes nativos da região, os canônicos desenvolveram uma receita única de Ale.


Com o passar dos séculos, a abadia passou por tempos difíceis. Foi destruída por enchentes, fogo e por tropas durante guerras e revoluções. Após inúmeras interrupções na fabricação de cervejas, os canônicos retornaram a produção em 1952. Atualmente, são produzidos cinco estilos de cerveja Leffe, e a marca pertence à InBev, que continua pagando royalties para a abadia.

A Leffe Blond possui coloração amarelo-ouro vibrante, espuma rica e cremosa. Libera aromas de banana, laranja e coentro. Possui bom corpo, acidez e longa persistência aromática. Devido à facilidade de degustação, ela é uma boa opção para quem quer ingressar no mundo das cervejas abadias belgas. Sua harmonização é convidativa para pratos a base de carne vermelha, ervas e azeite de oliva. Também combina muito bem com queijos macios como gruyère, emmenthal e gouda.

Leffe Blond
Estilo: Abbey (cerveja de abadia)
Volume Alc.: 6,6% ABV
Temp. Ideal: 8-10ºC
Origem: Dinant – Bélgica

Aparência: Dourada, levemente turva, boa formação e média duração de espuma.

Aroma: Frutado, doce, fermento, floral.
Paladar: Malte, doce, uva branca, fermento, amargor final.

Recém chegada ao Brasil, a Leffe Blond é uma Belgian Ale, produzida pela Artois (Interbrew), e trazida ao Brasil pela Ambev. Mais se tiver oportunidade, prefira tomá-la em Bruges ou em qualquer outra cidade da Bélgica.

Eu recomendo.

terça-feira, 28 de julho de 2009

San Arnold – O santo da Cerveja


Um Santo muito especial. Uma história que encontrei faz alguns anos e quero compartilhar com vocês.
San Arnold nasceu em uma proeminente família austríaca no ano de 580. E já nestes tempos os austríacos eram famosos pelo seu amor a cerveja e admirados por sua destreza na fabricação da cerveja.

A cerveja era um orgulho tradicional austríaco que o jovem Arnold não desperdiçou.
Sendo jovem, Arnold se ordenou e aos 32 anos lhe deram um pequeno bispado e no ano de 612 foi nomeado Bispo de Metz (França).

Dizem que passou sua vida advertindo aos camponeses sobre o perigo de beber água. A água naquela época era bastante perigosa para o consumo, especialmente em tavernas e vilas. Coisas feias, ele dizia a seus discípulos. A cerveja por outra parte era totalmente segura, Arnold sempre dizia isso aos seus fieis. Atribui-se a ele a seguinte frase: “Do suor do homem e pelo amor de Deus a cerveja chegou ao mundo”.

Basta dizer que o povo amava o padre Arnold.
No ano de 627 San Arnold se retirou a um monastério perto de Remiremont, França, onde morreu e foi enterrado no ano de 640.

No ano seguinte os moradores de Metz pediram que San Arnold fosse transladado para esse povoado que tanto o amavam. O trajeto foi longo, seco e cansativo.

Dizem que quando a procissão passava pelo povoado de Champignuelles, a procissão cansada entrou em uma cantina e pediu sua bebida favorita – A cerveja. Com muito pesar, lhes foi informado que só restava um jarro e teriam que dividir.

O milagre foi que todos beberam deste jarro e a cerveja deu para todos saciar a sede.

Cada santo necessita de seu milagre. E a Igreja Católica reconheceu a San Arnold como o Santo dos cervejeiros.

Publicado por Ruben Alvarenga
Texto original em espanhol.