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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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domingo, 23 de janeiro de 2011

Salada com Yucca ao vinagrete de Jerez




Foto - Carlos Baldo

Uma verdadeira iguaria perdida pelos jardins, praças e algumas avenidas. Esta planta de nome científico Yucca elephantpes ou Yucca aloifolia é de origem dos países da América Central, México e Guatemala.

Conhecida como iuca-elefante, vela-de-pureza, iuca-sem espinho, iuca-mansa, pita,lampião-de-Deus ou Gloria-a-Deus. No México e em outros países da América Central é conhecido também como Izote.

De fácil preparo mais de fifícil colheita. Já explico. Vou chamar de pé de Yucca e não de árvore, porque sua aparência não é bem a de uma árvore. Sua estrutura longelínea, cresce vertiginosamente levando o lindo pendão das flores para as alturas, por isso fica mais difícil a cada floração.

Sempre nas minha caminhadas, sempre busco com olhar perseguidor os jardins das casas por esta preciosidade gastronômica. Em algumas o pendão floral é bem generoso, com flores grandes e tenras e crocantes. Branco pérolado pela presença cerosa e com leve perfume.

Muito delicada, ao despetalar, temos de retitar o "pistilo" ou anteras, eliminar, e reservar somente pétalas e o miolo ou o ovário da flor. Este faz lembrar uma garrafinha verde. Uma dica, se você não vai utilizar na hora da colheita, pode guardar na geladeira para conservar.

Para o preparo, dê uma branqueada em água sem sal, por cerca de 5 segundos nas pétalas. Nada além disto para não retirar a resistência e a tenacidade. Escorra e seque cuidadosamente com toalha de papel.

Após retirar as pétalas acrescente o sal na água e afervente por cerca de 3 a 5 minutos os ovários. Branqueie e escorra. Seque em papel toalha também e depois os mergulhe em uma infusão de azeite e vinagre, com uma pimenta Jalapenõ um ou dois dentes de alho e algumas cebolas pequenas. Tampe e deixe curtir.

Esta dica veio do site http://www.pixelescuscatlecos.com/cocina_no39.htm


Foto - Carlos Baldo

A salada foi preparaca com alface crespa. e um vinagrete suave com pimentão vermelho, alho, cenoura, sal aromatizado com alecrim, azeite de oliva e vinagre de Jerez. Também fez parte do prato, folhas de mangerição.



Foto - Gilda Pontes

sábado, 22 de janeiro de 2011

Vida saudável

Vamos aos Verdes e vermelhos!!!



Se possível um dia da semana deve ser dedicado aos verdes e vermelhos e outras cores mais da tão colorida horta brasileita.
De origem asiática e de clima ameno,muitos não sabem,mais as propriedades nutricionais da alface são muitas.


Por ser um alimento rico em betacoteno (provitamina A), vitaminas C,E e do Complexo B., e também rica em fibras, apresentando boas quantidades dos minerais cálcio, fósforo, potássio e ferro torna-se fundamental na nossa alimentação.

Com relação ao seu VC ou Valor Calórico, a cada 100 gramas de alface nos fornecem 16 calorias apenas.


Ainda com propriedades medicinais, por possuir um princípio ativo, que é um calmante muito eficaz, a alface é um alimento indicado para pessoas que têm insônia ou as que são muito tensas e agitadas. Além disso, ajuda a tratar e prevenir anemia (se temperada com gotas de limão, melhora ainda mais a absorção de ferro) e combate os radicais livres produzidos em excesso pelo organismo, protegendo-o de diversas doenças.

Temos assim esta hortaliça dividida basicamente em três grandes grupos:

De fevereiro a agosto temos o seu período de plantio.

a) alface tipo americana: Salinas, Tainá, Great Lakes, etc.
b) alface tipo crespa:
Brisa, Grand Rapids, Vanessa, Verônica,etc.
c) alface tipo lisa:
Elisa, Áurea, Aurora, Floresta, Regina, etc.

Fonte: www.geocities.com



Não podemos nos esquecer da Rúcula. Rica em proteínas e vitaminas A e C. Contém cálcio e ferro. Pobre em calorias.

A rúcula, também conhecida como mostarda persa, é uma planta da família da mostarda e, assim como esta, a rúcula também tem sabor picante, embora seja mais forte e mais amargo.

Na culinária, o uso da rúcula é um pouco restrito devido a seu sabor, tão forte que elimina o dos outros alimentos. No entanto, é um excelente complemento de refeições mais pesadas, como carne de porco. Pode ser preparada crua, em saladas, ou refogada, preparo excelente para recheio de pizzas.

Os nutrientes da rúcula são semelhantes aos da mostarda. é rica em proteínas, vitaminas A e C, e sais minerais, principalmente cálcio e ferro. Também é um excelente estimulante de apetite.

A rúcula é vendida em maços. Quando fresca, as folhas são bem verdes, firmes e viçosas. Se amareladas, murchas ou com pequenos pontos pretos, já não servem para o consumo. Para saber quanto comprar, calcule 1 maço para 4 pessoas (se for preparar salada) e 2 maços se for refogar.

Para conservar a rúcula por 2 ou 3 dias, coloque em saco plástico e guarde na gaveta da geladeira.

É uma hortaliça herbácea da família Cruciferae, anual, de porte baixo, originária do sul da Europa e da parte ocidental da Ásia. Suas folhas tenras são muito apreciadas na forma de salada, em São Paulo e no Sul do Brasil.

É importante, também, no sul da Europa, no Egito e no Sudão. Na Índia, é cultivada em função da pungência e do conteúdo de óleo das sementes; rica em vitamina A e C, potássio, enxofre e ferro, tem efeitos anti-inflamatório nos intestinos e desintoxicante para o organismo humano.

Em São Paulo, as principais microrregiões produtoras são Paranapiacaba, Grande São Paulo, Sorocaba e Campinas, cabendo as duas primeiras quase 90% da produção.

Uma porção de 35gs de rúcula fornece apenas 7 calorias.

Fonte: www.ufms.br

Cheiro verde também é muito interessante para ser salpicado por entre as folhas da salada. Além de serem digestivas enriquecem o valor nutricional que precisamos.
É importantíssimo, lavarmos bem estas folhas e fazer o processo de sanitização, usando uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água. Por 30 minutos, e depois lavar em água filtrada abundande e secar antes de acondicionar em recipientes na geladeira.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Salada ao Jerez


Foto Carlos Baldo

Básica, nutritiva, leve refrescante e com sabor intenso.

Alface, nozes, melão orange em noisettes, feijão azuki (ou feijão japonês - rico em proteínas e cálcio), pimenta biquinho sem sementes, lascas de GranaPadano, tomatinhos mini, folhas de hortelã e sementes de papoula e vinagre de Jerez.

Começando o ano bem!!!

domingo, 23 de maio de 2010

Sfogliatine alle fichi, brie, prosciutto e mela verde in salata


Foto - Carlos Baldo

Sfogliatine alle fico, brie, prosciutto e mela verde in salata, mesmo estando no outono, uma saladinha sempre vai bem para manter o rítimo das coisas.

Esta ai, além de ser bem diversificada , trás um mix de sabores e texturas fantástico. A começar pelo Sgogliatine com recheio de figo fresco, queijo brie e prosciutto ibérico e maçã verde. Assado em forno a 220º, a massa filo mantém a crocância e a maciês de seus ocupantes. O queijo brie derrete mas não escapa, acaba por envolver o figo e a maçã verde com o prosciutto.

Por fora, mais 1/2 figo, framboesas, brócolis, tomatinhos, couve-flor e as maravilhosas mini alcachofras, macias e saborosas. Alcaparras constratam com o doce natural das framboesas e o azeite extra virgem é um Pérez Arquero de 0,1%. Temperados com flor de sal é claro.

Simples, mas marcante .

A receita esta no site:

http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1711/sfogliatine-all

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Salada Guacamole


Foto - Carlos Baldo

Um classico da culinária mexicana aqui disposto de forma mais tropical e leve. Em apresentação de salada, com manga, avocado, brócolis, rúcula, brunoise de cenoura e feijões brancos, com vinagrete de tomates e gergelim negro e pimenta dedo de moça hiper fina e picadinha.

É claro que tudo isto regado a um excelente azeite de oliva extravirgem e flor de sal.


Foto - Carlos Baldo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Giardino di zucca


Foto - Carlos Baldo

Uma salada colorida, aromática, e com texturas e sabores diversos.

Abóbora, brocolis, tomates, manga, avocado, gergelim, salsa, cebolinha, alho, azeite, flor de sal, rúcula baby, limão e salmão.

Harmonia entre o agridoce e o salgado, entre a cremosidade do avocado e a firmeza da manga, o amargo da rúcula e a crocância e a suavidade do brócolis. tudo isso, em uma ciranda de azeite extravirgem e o perfume do alho ligeiramente puxado na frigideira com o salmão, levemente salgado com flor de sal.

A abórora cortada em aro floral nominando a salada , salpicada com gerjelim negro.


Foto - Calos Baldo

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Salada Butterfly


Foto - Carlos Baldo

Verãozão..... Saladão.......opção.....



Foto - carlos Baldo

Muito bão......



Foto - Carlos Baldo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Salada Via Ápia


Foto - Carlos Baldo

Musse de espinafre, morango, manga, uvas, Kani, alface, pétalas de rosas, azeite aromatizado, nozes, tomates vermelhos e amarelos, cream cheese..........

Uma bela e rica salada para uma noite quente de verão ou para um almoço aos 32º.

Aprovada?!!



Foto - Carlos Baldo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Salada Japonesa


Bem leve esta salada japonesa é divertida para quem curte os pratos da Terra do Sol Nascente.
Pouco trabalhosa mais vale a pena no visual do final do prato.
Ingredientes:

01 pepino japonês.
01 cenoura vermelha.
Folhas de alface.
Folhas de rúcula.
01 unidade de tomate seco.
Lascas de queijo grana padano.
Folhas de salsa e manjericão.
01 xícara de ricota fresca.
Gengibre cortado em tiras.
01 colher de sopa de vinagre de arroz.

Montagem: 01 colher de café de açúcar.
Azeite de oliva.

Preparo:

Corte lâminas de pepino para fazer os sushis. Utilize também outras partes do pepino para fazer pétalas circulares e o leque decorativo. Com as aparas aproveite para cortar em finíssimos palitinhos. Amasse a ricota com um garfo e passe por uma peneira para ficar mais fina para enrolar os sushis.
Corte a cenoura em retângulos finos com largura de 1 centímetro. E corte também um pedaço de cenoura de aproximadamente 12 centímetros, em triangulo. (Corte as arestas formando uma barra retangular e em seguida corte na diagonal, formando duas barras triangulares). Este será o centro dos sushis. Corte as barras de cenoura em pedaços de 2 centímetros.
Corte um pedaço de aproximadamente 4 centímetros de gengibre, descasque e fatie em palitos bem finos e coloque em uma marinada de vinagre de arroz com 01 colher de café de açúcar. Deixe por cerca de 20 minutos.


Distribua a ricota sobre as lâminas de pepino e coloque um pedaço de triângulo de cenoura. Enrole e prenda com um palito. Monte uns 6 sushis destes por prato. Disponha as cenouras em retângulos formando leques.
Faça uma cama com: alface e rúcula, salsa e algumas folhas de manjericão. Salpique as lascas de grana padano. Ao centro coloque o gengibre com os palitinhos de pepino e sobre eles a unidade de tomate seco.
Monte uma rosa com as pétalas de pepino, e regue com azeite de oliva extra virgem.

sábado, 1 de agosto de 2009

Pomodori secchi

Tomate seco
Tentador. Atrativo que nos leva a compulsão. Versátil na cozinha, este fruto preparado desta forma nos permite desenvolver inúmeras receitas tendo como base ou mesmo como complemento ou simplesmente elemento de finalização ou acabamento de um prato.

De sabor adocicado e picante, os temperos utilizados darão ao final do tempo de maturação de repouso, o sabor tão esperado. Também não podemos deixar de considerar a procedência e a qualidade do azeite de oliva utilizado para este repouso.

Já falei anteriormente, nos índices de acidez dos azeites, e isto faz também uma grande diferença no sabor final. Prefiro utilizar os de acidez igual ou inferior a 0,5%.

O tomate seco, o fruto desidratado e misturado a temperos como alho e ervas e na infusão de azeites de oliva, já é um produto comum nos supermercados e casas especializadas em produtos gourmet. O que nos trás certa praticidade cotidiana.

Só não podemos deixar de lado é o prazer do artesanal, das técnicas familiares, das receitas e dicas passadas de geração a geração.

Essa é uma típica metodolo-gia italiana sulista da região mediterrâ-nea, onde o sol é o grande parceiro nesta preparação original dos “pomodori secchi”. Quase uma decoração obrigatória das varandas das casas e vilas da região abaixo de Nápoles, indo até a Sicília.

A idéia original era simplesmente a de conservar os frutos para consumo futuro. O que não se imaginava é que isto seria transformado em uma iguaria apreciada por milhares de pessoas ao redor do mundo.

Hoje, o forno faz o papel do sol do mediterrâneo, para aqueles que apreciam o trabalho e sentem o prazer da sua feitura.

As grandes recepções foram sem dúvida o grande fator de divulgação destes tomates, principalmente a partir da década de 1980, tornando-se moda servi-los de inúmeras formas em seus pratos. Pela apresentação, cor, aroma e sabor, agradaram a todos.



Tem quem aprecie no sanduíche, no risoto, decorando saladas, servido como entrada... A versatilidade do tomate seco ganhou o mundo e já não guarda muitos segredos.



Cada unidade de tomate seco tem cerca de 40 calorias, o caso é que o preparo do tomate seco leva açúcar (cerca de meia xícara para cada quilo de tomates) e ainda é conservado em azeite, um óleo que faz bem ao organismo, mas contém muitas calorias também.

Seria o equivalente a uma colher de maionese. Só que podemos comer uma colher de maionese e nos dar por satisfeitos, mas já com os tomates, difícil ficar somente com uma unidade.

O importante, na realidade, é não descaracterizar a originalidade e simplicidade da receita, que se trata de um verdadeiro patrimônio para os italianos.
Usando bons ingredientes para o tempero, ele pode ficar ótimo feito no forno – mas nenhum tomate seco produzido assim já se assemelhou àquele seco ao sol.

A elaboração de tomate seco depende da variedade usada. Devem-se usar frutos com casca mais grossa, com menos sementes e mais firmes. No Brasil é possível encontrar tomates com essas características, ‘tipo italiano’. Os tomates do tipo “Débora” “Andréia” também ficam bastante razoáveis e rendem um tomate seco de boa qualidade.