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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

Mostrando postagens com marcador camarão. Mostrar todas as postagens
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sábado, 23 de julho de 2011

Linguine de grano duro com camarões e bottarga ralada.



Grano duro, farinha indispensável para o preparo de uma boa massa. Uma boa proporção é a de 70/30. 70% de farinha tipo 00 e 30% de farinha grano duro. Resultante em uma massa leve e saborosa. Uma colher de azeite e um ovo para cada 100 gramas de farinha, sal. Também uso uma gema a mais se os ovos não são caipiras. Isto ajuda ma coloração da massa.

Parmesão ralado na hora, sempre. Se fizer o teste verá como altera o sabor. O perfume do queijo ralado na hora se pronuncia na massa.

Neste caso específico, a saborização final ficou a cargo dos camarões puxados na manteiga e o complemento final ficou a cargo da bottarga ralada. Perfume, textura, sabor. Tudo na medida certa. Um prato mediterrâneo preparado com simplicidade e de alta resposta ao paladar.

domingo, 8 de maio de 2011

Arroz com frutos do mar







B
acalhau, mexilhões, camarões e anéis de lula e açafrão. Alho fresco, cebola e sal. Uma combinação pra nenhum mortal colocar defeito.

Uma boa dica é verificar a procedência dos ingredientes, principalmente dos temperos. Alguns comerciantes estão usando partes genéricas para a composição dos temperos oferecidos. Um dos ingredientes mais utilizados neste processo e que deforma totalmente o sabor e resultado final de um prato é o nosso velho Fubá.

Portanto, muito cuidado ao adquirir temperos e não levar gato por lebre. Como percebi? Cardamomo gera uma sementinha bem escura e na apresentação oferecida o que se apresentava era um composto bem amarelado. Na dúvida, chamei uma funcionária e perguntei porque ele estava tão amarelinho. Ela nem sabia o que era cardamomo e para que finalidade era utilizado. e completou depois da minha explicação: "....é capricharam no fubá desta vez."

Bom isto é só um alerta. Açafrão, ou o italiano ou de procedência distinta.

Vamos voltar ao prato.

O açafrão foi misturado no início do processo de cozimento do arroz para que absorvesse bem este sabor e a coloração dourada.

O bacalhau desalgado e separado em lascas, foi adicionado ao arroz na sua segunda água. Já os mexilhões depois de lavados e passados por suco de limão, foram levados a cozinhar na primeira água. Camarões e anéis de lulas adicionados 8 a 10 minutos antes de desligar o fogo.

Para este arroz, utilizei só salsa e um pouco de cebolinha verde, também adicionadas no final da cocção, são ervas de finalização e não para cozinhar.

Um prato único que dispensa acompanhamentos.

Bom apetite.

domingo, 17 de abril de 2011

Filé de truta com bromélia de cenoura assados e legumes salteados



Leve e saudável. Um filé de truta, carne magra e rica em ômega 3, assado e envolvemdo uma bromélia de cenoura.

Um prato charmoso e elegante, simples no preparo e surpreendente no visual.

Ingredientes p/ prato:

120 gr Filé de truta

02 camarões inteiros

Legumes:

02 Vagens

01 Cenoura média com cerca de 3 cm de diâmetro.

01 batata inglesa média

Para saltear:

Açúcar mascavo

Vinagre balsâmico

Karo

Papel manteiga

Sal

Pimenta do reino branca

Ramos de alecrim para decorar

Preparo:

Laminar a cenoura em um cortador retirando lâminas do tamanho do compromento, formando 4 lados. Retirar duas lâminas de cada lado. Tornear o centro da cenoura formando o centro da bromélia. Cozinhar as lâminas e o corpo da cenoura junto com a batata e vagem em água salgada. Por cerca de 15 a 20 minutos. Escorrer e branquear. Reservar.

Montar em uma assadeira um fundo de papel manteiga, untado com óleo. Envolver o corpo da cenoura com o filé de truta, temperado com sal e pimenta do reino branca. Com as lâminas de cenoura inserir neste rolo como se fossem pétalas de uma bromélia.

Levar ao formo para assar regado em azeite de oliva extra virgem por aproximadamente 15 a 20 minutos.

Saltear os legumes em frigideira com uma pitada de açúcar mascavo e avinagre balsâmico.

Montagem:

Dispor ao redor do filé assado, os legumes salteados. Decorar com galhos de alecrim.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Bacalhau em crosta de especiarias sobre musse de brócolis, camarões empanados e nozes com damasco e geléia picante.



Foto - Carlos Baldo

O velho amigo bacalhau tinha de passar pelo processo de cobaia. Depois da cirurgia, as tentativas de deglutição deste peixe tinham sido não muito satisfatórias. Na boca, sua carne se transformava em algo estranho e acabava por não ser aceito.

Dai a tentativa de rever os processos de preparação. Nas anteriores foi o arroz com bacalhau - não aprovada devida a somatória do arroz e bacalhau - também não aceito, talvez pelo tempo de cozedura - O cozido de bacalhau com legumes.

Ainda me faltava algo que mudasse a textura da carne, tentei desta vez a fritura por banho e não por imersão.


Acredito que isto possa ter feito a diferença. A carme permaneceu macia e não um amontoado de fibras a se embolar na boca. A textura ficou fantástica. A crosta foi preparada com cebola e especiarías, temperando e dando a ele um complemento diferente e crocante. Sementes de papoula fizeram parte deste mix utilizado.

Também a pimenta dedo-de-moça, foi adicionada. Outra dica que funciona bem, pimentas frescas são melhores que as desidratadas. Sem as sementes, a pele é absorvida de forma mais saborosa, se incorpora melhor aos demais ingredientes e o resultado é nota 1000.

O brócolis desta feita, se transformou em musse, usei o Ninja. depois de escaldado, foi branqueado e o processo normal de preparo da musse. Leve, saboroso e diferente no uso na montagem do prato.

Já os camarões foram empanados na minha mistura especial, afinal também tenho os meus truques e segredos. Estes foram fritos em pouquíssimo óleo. Num processo rápido e mais seco.

E como a mistura de sabores era a proposta, complementei o prato com damasco fresco, que foi escaldado por 3 minutos com um corte em cruz (mesmo processo para os tomates na retirada da pele), após isto, retirei a pele, abri ao meio e retirei o caroço ou semente. Na montagem em sequência e finalizando com uma 1/2 nóz, dei um banho com minha geléia de damasco picante e algumas folhas de salsa.

E ai esta o Bacalhau em crosta de especiarias sobre musse de brócolis, camarões empanados e nozes com damasco e geléia picante.
Foto - Carlos Baldo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cous cous com frutos do mar.




Foto - Carlos Baldo

Um maravilhoso cous cous preparado com frutos do mar. Ai foram mexilhões e camarões na composição.

Um fino talo de salsão foi laminado para compor o rol dos aromas e atenuar o dos frutos do mar. Tomatinhos mini somente para colorir o conteúdo.

No preparo do cous cous, utilizei o método tradicional, água fervente e deixar escaldar por alguns minutos já fora do fogo. Após o processo de hidratação, acrescentei os demais ingredientes e levando novamente ao fogo baixo adicionando uma colher de manteiga.

Tempo suficiente de cerca de três minutos em fogo baixo para incorporar sabores e aromas.

Fiz a montagem em uma taça de martini e decorei com um galhinho de alecrim fresco.


Foto - Carlos Baldo

Regado é claro com um bom azeite!!!!

Comentários???!!!!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Tagliatelle al nero di seppia con gamberi


Foto - Carlos Baldo

Prazer! Trabalhar o grão e transformar em pasta. amalgamar a semola, o sal, o ovo e obter uma pasta aveludada, lisa e macia. Aqui negra e brilhante pelo Nero di Seppia e azeite de oliva. Uma cor que agita nosso erstômago, atiça nosso paladar.


Foto - Carlos Baldo

Textura de veludo, elasticidade e brilho. Depois de aberta, a secar e cortada como tagliatelle, a magia do grão se revela pronta para o preparo final.


Foto - Carlos Baldo

Em água salgada e fervente, serpenteia a pasta, não em agonia, mas em prazer transformado. Se encorpa e revigora para no prato se apresentar.


Foto - Carlos Baldo

Recebe então seus coadjuvantes não tão menos importantes; os camarões, as ervilhas frescas, os tubetes de cenoura, as flores de brócolis, o tomatinho, e o gengibre laminado. Tudo isto, refogado e salteado em azeite extravirgem de oliva. As lascas de GranaPadano entram finalizando o prato e convidando a degustar.


Foto - Carlos baldo

É finito. Buon appetito per tutti!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Quadratini al peperoni tricolore, ganberi e pecorino siciliano picanti


Foto: Carlos Baldo

Uma receita tradicional da região sul da Itália. O Quadratini, ou quadradinho, é uma pasta fresca, cortada como o próprio nome diz, quadradinhos de cerca de 1/2 a 1 cm. Da largura do talharim que tanto utilizamos.

Faz parte da cozinha artesanal, produzir em pequenas quantidades mas sempre pasta fresca.

No molho, a explosão de sabores provocados pelos pimentões verde, vermelho e amarelo, assados em azeite de oliva extra virgem. Em forno lento. Após este procedimento é retirada a pele e cortado em finas tiras e quadradinhos também.

Ao serem agregados aos camarões e demais acomponentes desta receita. Sem faltar é claro o Pecorino Siciliano picante, só nos resta ajoelhar e saborear.

A receita completa esta no site gastronomia & Negócios:

http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1730/quadratini-al-peperoni-tricolore,-ganberi-e-pecorino-siciliano-picanti-

sábado, 8 de maio de 2010

Carretel de jiló com camarão


Foto - Carlos Baldo

O velho e amargo jiló de roupa nova. E o melhor é que está sem amargar. Um truque simples faz om que este fruto adimirado pelos pássaros e pelos amantes da gastronomia mais exótica vão se apaixonar.

Basta cortar em fatias ou mesmo no sentido longitudinal e deixar em infusão de água gelada com farinha de trigo e cal virgem (uso culinário) por cerca de duas a três horas. Este é o segredo.

Depois do molho, escorre-se e seca-se em papel toalha para retirar toda a umidade.

O corpo do carretel é feito com pimenta jalapenõ recheado com creme cheese.

A extremidade com um belo camarão de tamanho médio e pronto. Empanado e frito é um tira-gosto delicioso, servido com molho de queijo.

Cerveja loira gelada, ou uma escura mais suave(Bohemia), ou mesmo um bom vinho mais frutado para equilibrar os taninos e as notas mais acentuadas. Um malbec vai bem.



Foto - Carlos Baldo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Gamberoni a San Marco


Foto - Carlos Baldo

Sabores e texturas marcantes nesta criação. Ácido, doce, cítrico, picante, perfumado, suave no contexto global. Peixes e frutos do mar sempre são uma boa opção de um prato mais leve.
As divergências ficam a cargo do Ácido Úrico que se eleva com a ingestão destes itens gastronômicos. O segredo é não abusar. Vez ou outra sempre vai bem.

A mousse de beringela, trás equilíbrio de texturas e quebra a monotonia dos purês de acompanhamento. Os tomatinhos, apesar de ácidos, nos proporciona memórias mediterrâneas.

A vagem de brotos bem finos, ficam macios e tenrros. As sementes negras de mostarda fazem bem ao coração.

Grana Padano, irresistível , sem comentários.

A receita completa vc tem no site:

http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1685/gamberoni-a-san

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bruschetta de melanzana ao perfume de alho e alecrim


Foto - Carlos Baldo

Uma variação das famosas e tradicionais bruschettas, uma preparada sem o pão como estrela da situação. Montada sobre uma mini berinjela grelhada. O queijo Brie, suavizou e marcou presença, o tomate concassê e o pimentão assado com alho e alecrim coloriram e perfumaram as pequeninas.

Os leques de cogumelos salmão, harmonizaram a formação do prato, em território delimitado pelos aspargos e os camarões também puxados em frigideira com toques de flor de sal. As lascas de pão sírio, crocantes e torradinhas pela passagem pela frigideira também absorveram os aromas remanescentes.

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Foto - Carlos Baldo

Fechando o circuito, uma cebola pequena, cortada em pétalas, foi glaceada em calda de maracujá.

A receita completa você tem no site Gastronomia & Negócios: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1625/bruschetta-de-m

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Passatempo para um bate papo de sábado a noite


Foto - Carlos Baldo

Por menos que se faça, sempre dá para servir a duas ou três pessoas. Sushi é é interessante, divertido e é mágica e ciência.

Chegou ao Japão no século VIII como método de conservação de peixes, através do processo de se envolver o peixe em arroz molhado, este procedimento demorava cerca de um ano e dois meses para se ficar pronto, e os japoneses ainda assim, não se conformavam com o desperdício de arroz. Só em 1826 surgiu o primeiro quiosque de sushi em Tóquio - Japão.

De lá para cá, a tradição e os métodos estão preservados e seguem o mesmo padrão.


Foto - Carlos Baldo

As inovações ficam a cargo dos curiosos. Nestes ai que eu prepárei, acrescentei um detalhe, em um deles fiz um recheio de cenoura ralada com pimenta caiena e alguns com frutas (Kiwi, manga) e kani e salmão.



Foto - Carlos Baldo

Acredito ter agradado.


Foto Carlos Baldo

E para terminar a noite, um prato quente. Shimeji com camarão ao molho de ostra com brócolis.

Alimentação saudável.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O meu Raposai



Foto - Carlos Baldo

O raposai é um dos pratos da culinária Chinesa mais saborosos. Acho que por ser um misto de sabores e texturas.

Carne de boi, frango, porco, camarão, e além de ovos de codorna inteiros, cogumelos, broto de bambu, cenoura, cebola, acelga, shoyu, macarrão, couve-flor e o que mais vier fica bom.

Neste meu Raposai coloquei até couve de bruxelas. O aroma das carnes no wok fritando, e a entrada dos legumes neste preparo é muito bom de sentir. Sem perder a crocância e com a liberação de liquidos, o prato fica úmido e super nutrituvo. Não é um Yaksoba, é um Raposai. No Yaksoba a parcela de macarrão é maior, aqui é só um detalhe e há um mix de carnes e frutos do mar.

Vale a pena, puro ou acompanhado de um arroz shop shui.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Gambetetti al Vesúvio - Camarões ao Vesúvio




Imponente como o Vesúvio, este prato é e dar água na boca. Se ele fosse preparado na Baia de Nápoles ficaria melhor ainda. Teria a inspiração in loco, mais como não foi possível só pude mesmo lançar mão da memória e usá-la durante a sua criação.


Foto - Carlos Baldo

Os camarões rastejando sobre a pirâmide de hadock em ângulo descendente criam a forma do belo monte. Devastador nas suas erupções assim como nesta apresentação. O molho final, como numa corredeira cobre as lacunas e o hadock que forma a base de tudo. Visual, aromático e saboroso. Vale a pena degustar.
A receita esta no site:

domingo, 6 de setembro de 2009

Bem BUTECO - Light com algo mais

É falar em Buteco para se pensar em algum bolinho para apritivo. Estes ai, surgiram de outra exeriência positiva.
Foto - Carlos Baldo
Para algumas pessoas, ingredientes que usamos parcialmente e sem saber o que fazer, acabam que vão parar no lixo. Um grande desperdício.

Não se trata de ser pão-duro, ou qualquer outra denominação de mesquinharia culinária. Gosto de experimentar com estas quebras das receitas e dos ingredientes.

Para fazer a farofa de Couve Flor, só utilizei as extremidades dos buques de uma flor de quase 800 gramas. Retirado o que era para a farofa, um resíduo de aproximadamente 660 gramas estavam na minha frente. E o que fazer?

Alternativas: Sopa, creme ou salada. Bem esperado como resultado. Mas não era esse o meu objetivo.

Ralei estes talos em ralo medio para obter uma massa soltinha e assemelhada a de um coco ralado. O incoveniente da couve flor é o odor, forte e assemelhado ao do repolho, o que não é muito agradável. Mas com um pequeno truques tiramos isso de letra. Escaldamos esta quantidade em água fervendo por 15 segundos, com uma colher das de chá, com bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de sal. Tiramos imediatamente desta solução e branqueamos em água bem gelada. Pronto.

Apartir daí a massa esta quase pronta. Crescentei alguns temperos e camarões 7barbas ou camarão para molho. Junte a massa, 03 colheres de farinha de trigo peneirada, uma colher das de sobremesa(rasa) de fermento em pó Royal, e um ovo médio para dar liga. Acrescente mais uma pitada de sal. Cheiro verde bem picadinho também vai muito bem. Nestes coloquei também erva doce fresca.

Dica: alho é imprescindível e sementes de aipo também cairam muito bem.

Preparei os bolinhos em forma de quineles, pasei em ovo batido e rolei em farinha para empanar.

Frite em óleo quente, até dourar. Retire e escorra em papel toalha. Sirva imediatamente.

É um resultado fantástico, massa leve, sem o odor de couve flor, e o sabor também fica muito suave. É um tira-gosto nota 10.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Camarões empanados



Na culinária, empanar requer uma boa receita de massa para isso. Agumas massas não fixam e não envolvem o principal. No momento da fritura se desagregam e acabamos por perder os ingredientes utilizados.

Estes ficaram muito bons, uma receita a base de cerveja. Fica densa e encorpada. O resultado foi este da foto. Foram alguns camarões preparados para o almoço do dia dos pais.

Pela aparência da para imaginar o sabor e sentir o aroma. O molho foi um patê feito com camarão Sete Barbas e pimenta dedo de moça, para dar um toque picante aos espetinhos de Camarão Rosa.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Entrada - L'Etoile Matinale de Miró


Miró, Juan Miró. A tela A Estrela matinal de Miró me deu a inspiração para este prato. Algo a mais e de muita expressão visual, olfativa e gustativa. Um prato para mexer com os sentidos de quem o recebe. Aromas sabores e texturas se misturam em detalhes e vamos desmanchando durante a refeição. As pequenas figuras de Miró, com pincladas em creme balsâmico, vamos mesclando com os botões de alho poró, as torres de coloridas de cenoura, repolho roxo e queijo feta, queijo minas frescal, tomates e abobrinha. Uma explosão de sabores, da tela-prato à boca.

Paciência e paixão, fazem da gastronomia isto - Prazer em criar uma obra única, imortalizar um momento com sabores e aromas.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Abadejo ao Garan Masala


O visual deste prato fala por si. Uma harmonia oriental tropical bem saborosa. O Garan Masala deve ser usado na medida certa. Pois trata-se de um tempero forte e o excesso pode estragar o equilíbrio do prato.

Ingredientes:

01 posta de Abadejo

¼ de maçã verde

¼ de tomate sem pele e sem sementes

20 grs ou o equivalente a uma colher de sopa de abóbora picada em cubinhos

4 folhas de manjericão roxo

02 dentes de alho bem picados na ponta da faca

½ colher de gengibre picadinho na ponta da faca

½ colher de café de pimenta caiena

01 colher de sobremesa rasa de caldo de camarão

30 ml de leite de coco ou 02 colheres de sopa

Sal

01 colher de chá de Garan Masala

02 camarões médios

06 tiras de broto de bambu

Três palitos médios

01 colher de chá de Salsa fresca picadinha

Azeite

½ xícara de café de água

½ limão

Preparo:Corte em tiras uniformes o broto de bambu e cozinhe em água pura para ficar al dente, e reserve. Corte a abóbora em cubinhos de 0,5 cm aproximadamente e cozinhe para ficar al dente, reserve. Corte a maçã também em cubinhos e pingue algumas gotas de limão para não escurecer. Utilizei o limão capeta, é mais suave para isso. Pique as folhas de manjericão roxo e macere com alho (só a ponta de uma colher de café), em uma colher de chá de azeite, reserve. Corte as posta de abadejo, pulverize um pouco de sal e depois passe pelo Garan Masala, deixe por cerca de 2 minutos antes de levar ao fogo. Limpe os camarões, espete os palitos para que não se curvem durante a fritura. Em outro palito, espete o broto de bambu em rolinhos. Reserve. Misture o alho picado com o gengibre e reserve. Misture a salsa com o tomate e reserve. Neste ponto, comece a montagem, com o auxílio de um aro, comece pela maçã, de pois o tomate e por fim a abóbora. Em uma panelinha pequena, coloque a água, o caldo de camarão e a pimenta caiena, deixe levantar fervura e acrescente o leite de coco. Reserve e deixe sobre o fogão para não esfriar. Em uma frigideira anti aderente, coloque o abadejo e deixe fritar em um fio de azeite, vá virando e colocando mais azeite se necessário. Deixe chegar ao ponto de canela dourada. Retire e acomode no prato. Frite os Satays (espetinhos) de camarões junto com o de broto de bambu, acrescente o alho com o gengibre e deixe dourar. Espete o satay de broto de bambu e de camarão na posta de abadejo e regue com o molho. Sobre a tartare, coloque o manjericão macerado. Salpique com folhas de orégano fresco e sirva em seguida.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Sant Pierre em crosta de broa de fubá e alho com arroz com sementes de papoula e molho de camarões e queijo cremoso.


Sant Pierre, o nome parece estranho para um peixe, mais na realidade é a nossa velha conhecida Tilápia. Um filezinho de carne branca com textura suave e paladar super agradável. Delicado na cocção, fritura ou mesmo um ceviche ou forno, trata-se do peixe cujo consumo mais cresce no mundo, principalmente nos Estados Unidos.. Estes foram preparados em crosta de broa de fubá e acompanhados com arroz branco e molho de camarão.
“Tilápia é o nome comum dado a várias flores de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à subfamília Pseudocrenilabrinae e em particular ao gênero Tilapia. Eles são nativos da África, mas foram introduzidas em muitos lugares nas águas abertas da América do Sul e sul da América do Norte e são agora comuns na Flórida, Texas e partes do sudoeste dos EUA, sul e sudeste do Brasil.
Tilápias são fáceis de manter em aquário, já que elas conseguem espaço suficiente neles. Elas se reproduzem facilmente e crescem rápido, mas são perigosas para qualquer outro peixe pequeno. A maioria das espécies são reprodutores de superfície, mas alguns protegem sua cria em sua boca.
As tilápias são criadas para alimentação humana, sendo sua carne bastante apreciada, pois é leve e saborosa. Em algumas regiões o peixe é colocado nos arrozais, depois de plantado o arroz, onde crescera ate um tamanho que estará pronto para o consumo (12–15 cm) quando o arroz também estará pronto para a colheita.
A tilápia-do-nilo foi um dos primeiros peixes a serem criados em aquicultura pelos antigos Egípcios (4000 anos).
A tilápia é um excelente controle biológico para alguns problemas de infestações de plantas aquáticas. “Eles preferem plantas aquáticas que flutuam, mas também consomem algumas algas fibrosas”.
“Saint Pierre - Originário do Rio Jordão e Mar da Galiléia os ancestrais do Saint Pierre ® são consumidos há mais de dois mil anos.
O nome Saint Pierre ® é uma referência bíblica ao pescador Pedro e ao milagre da multiplicação dos peixes feita por Jesus.
Hoje após intenso desenvolvimento genético realizado nas últimas décadas o Saint Pierre ® é consumido nos EUA, Europa e América Central.
Valor nutricional do peixe em 100g:
Proteína 18,3g
Gordura 1,2g
Cinza 1,0g
Calorias 90,0g
Sódio 35,0g
Potássio 415,0 mg
Cálcio 6,0 mg
Fósforo 160,0 mg
Ferro 6,0 mg
Colesterol 425,6 mg
Omega-3 260,0 mg”
A tilápia apropriada para consumo é aquela criada em cativeiro, onde recebe ração, é abatida com peso em torno de 800 gramas que rende dois filés de cerca de 120 gramas e cortada de forma a eliminar todos os espinhos.
As primeiras espécies de tilápia foram introduzidas no Brasil no início da década de 1950.
Em supermercados e restaurantes, é mais fácil encontrar o peixe com o nome de "saint peter" ou "saint pierre". "Este nome é padrão exportação, usado para diferenciar da tilápia pescada em açude.


http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/544/saint-pierre-em-crosta-de-broa-de-fuba-e-alho-com-arroz-ao-molho-de-camarao

http://pt.wikipedia.org/wiki/Til%C3%A1pia
http://www.fazenda-sta-isabel.com.br/saintpierre_index.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u368144.shtml

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Paella Valenciana

A “paella” é o prato mais famoso e tradicional da história gastronômica espanhola. Seu preparo segue todo um ritual, pouco alterado desde a sua criação. Trata-se de um prato sofisticado pela plástica de sua apresentação e de ponto delicado, por isso seu preparo deve seguir rigorosamente as instruções.

“Paella” é coisa de homem.


A Paella surgiu na Espanha, nos séculos XV e XVI, na região de Valência, situada na costa leste. Quando saíam de madrugada para o trabalho, os camponeses da região de Valência, na Espanha, levavam os ingredientes para preparar sua refeição.
Ainda de manhã, capturavam um coelho ou pato selvagem, caracóis nativos e colhiam legumes da estação.


Ao meio dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almoço. Era um momento de sociabilidade e congratulação. Utilizavam a “paella”- uma panela redonda, ampla e rasa, com alças - derivado de “patella”, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecundação da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, água, favas, sal, caracóis, açafrão e arroz. Só mais tarde acrescentou-se o tomate, ingrediente originário da América, que chegou à Espanha após a viagem de Cristóvão Colombo, e o frango, nobre e caro demais para os padrões rurais da época.

O formato facilitava o cozimento do arroz e dos ingredientes, por ficarem distribuídos por igual. Atualmente esta panela também é conhecida como "paellera", principalmente para diferenciar o utensílio do prato.

Passado o tempo foram acrescidos outros ingredientes, principalmente os frutos do mar. Hoje, há uma diversidade de receitas e a Paella Valenciana passou a ser um prato misto, composto de carnes e frutos do mar.

Em qualquer das suas formas a Paella é um prato requintado, trabalhoso na sua confecção, e elaborado nos detalhes do seu preparo e muito harmonioso. A Paella é um prato especial, atraente pelo seu visual e sabor, próprio para ser apreciado em dias significativos, tais como: aniversários, batizados, casamentos, feriados e outras comemorações.

Todos querem saber os segredos dos ingredientes e temperos, assistirem ao preparo, ver como é que se faz.
Ao migrar para outras regiões, a receita sofreu interessantes aculturações. Surgiram a “paella marinera”, feita com peixe e frutos do mar; a “paella mista”, à base de peixe, frutos do mar e carnes e a “negra”, com tinta de lula.

Além disso, apareceram “paellas” apenas com verdura, alcachofra, fígado ou morcela. Existe também uma variante da “paella” com massa, a “fideuà”. O nome vem de “fideo”, que em espanhol significa aletria, macarrão. Conta-se que a “fideuà” surgiu acidentalmente. Os pescadores que criaram o prato usaram massa porque não tinham arroz para juntar aos ingredientes.

Sua preparação compete somente ao homem, geralmente ao chefe da casa. A “paella” é feita de preferência ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico. Segundo a tradição, apenas aos filhos homens deve ser transmitido o conhecimento sobre este prato.

Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. No caso da “paella”, a falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de árvores frutíferas, sobretudo de laranjeiras, cultivadas há séculos na região de Valência, na Espanha. As laranjeiras produziam brasas miúdas, uniformes, de calor intenso. Além disso, seu perfume agradável impregnava e temperava suavemente a comida. A tecnologia moderna trouxe o fogo a gás e a preparação da “paella” teve que ser adaptada. O prato perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter importância social.

O sucesso da “paella” depende de inúmeros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional, hoje chamada de “paellera”, porque ela possui muita base e pouco fundo. É a única capaz de cozinhar o arroz em extensão e não em altura, como manda a receita. Sua superfície ampla garante a perfeita evaporação da água.

O grão do arroz deve ser médio, com 5,2 a 6 milímetros de comprimento. Esse é o tipo de arroz que melhor absorve os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Ele funciona quase como uma pequena esponja. O ponto de cozimento também é importante. Ao contrário do risotto italiano, o arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, os grãos se rompem, o sabor diminui e a textura fica pastosa.

Como o arroz não pode ser mexido durante o cozimento, há quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. É o “socarrat”, ou seja, os grãos que pegam na “paella”, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante. A quantidade de azeite também deve ser bem dosada, pois a “paella” não pode ser gordurosa. Finalmente, também é importante ao volume de água. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento.

Ao ser considerado pronta, a “paella” torna-se o centro da refeição. O ideal é que os presentes se sirvam à vontade, pois o clima que envolve gula e sociabilidade é o charme desse prato. No passado, o cerimonial era ainda mais comunitário. O autor dividia a “paella” em partes iguais, desenhando no arroz triângulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de convidados. Cada um ficava com uma porção e respeitava as que cabiam aos demais.

Segredos do cheff:
1-A pronúncia mais correta é a espanhola, algo próximo de “paelha”. Os tradicionalistas dizem que, chamada de “paeja”, a receita perde a autenticidade;
2-O arroz nunca deve ser lavado;
3-As carnes devem ser bem refogadas, até a formação de um fundo na panela;
4-No caso do o fogo de lenha, este deve ficar a uma distância prudente da “paella”, para que as chamas sejam distribuídas igualmente sob ela;
5-A água deve cozinhar por no mínimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes;
6-O diâmetro da “paella” varia de acordo com a quantidade dos convidados: 25 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.
A Paella (pronunciar "paelha" como os espanhóis e não "paeja" como os argentinos!). A genialidade da Paella está na acertada combinação de várias carnes e verduras temperadas com azeite de oliva espanhol e açafrão.
Sem dúvida, as qualidades de todos os ingredientes fazem a diferença. Arroz, carnes, verduras, e sobre tudo o uso de açafrão e do azeite de oliva espanhol (se possível extra virgem).

Açafrão: O açafrão verdadeiro em pistilo (não confundir com o cúrcuma ou açafrão da terra como é chamado no Brasil) é essencial para o sabor e cor de uma boa Paella. O Açafrão em pistilo é uma das especiarias mais cara do mundo (Baunilha,cardamomo,açafrão). É o estigma ou pistilo da flor do Crotus Sativus L. É preciso coletar manualmente os 3 estimas de cada uma das mais de 100.000 flores para obter 1 kg de açafrão.

Diâmetro/Porções

20 cm - 1
28 cm - 2
30 cm - 3
32 cm - 4
34 cm - 5
36 cm - 6
38 cm - 7
40 cm - 8
43 cm - 9
46 cm - 10
50 cm - 12
55 cm - 15
60 cm - 18
65 cm - 22
70 cm - 26
80 cm - 32
90 cm - 50
100 cm -70
115 cm - 85
130 cm -100



Dica: para fazer a melhor paella é preciso muita paciência e gostar de cozinhar. Faça a mesan place total antes, isso facilita tudo, não só neste prato.

A paellera - O diâmetro máximo que conseguimos comprar facilmente é de 130 cm. Teoricamente cada paellera esta dimensionada para uma quantidade específica de arroz, as que raiam, seguem o gosto e a experiência de cada cozinheiro que a utiliza. Particularmente, o mais fácil é se guiar pela altura da posição das asas da paellera. Assim evitasse o erro do ponto.

Muitas pessoas não sabem qual é a relação adequada entre o diâmetro da paellera e a quantidade de porções que podemos cozinhar.

Podemos seguir pela tabela esta relação, de maneira aproximada, podendo aumentar as porções a gosto. O mais indicado é que a quantidade de arroz não seja excessiva, tornando a paella mais saborosa.

Com relação á quantidade de água, é evidente que o diâmetro da paellera e a potência do fogo incidem diretamente na quantidade de líquido que devemos colocar na paella e a hora de incorporar o arroz. Não podemos garantir que a quantidade de liquido que se coloque na paellera deve depois de meia hora de cozimento seja satisfatório para terminar a paella.

Este é um prato sensível, e a prática é o olho do cozinheiro são imprescindíveis para que fique no ponto certo. Só a experiência nos dará e nos dirá a quantidade de água que devemos colocar de for necessário, aumentar a o fogo ou abaixar.
Na prática, para que chegue este momento de utilizar o “olhometro”, temos duas possibilidades:

1º Meça a quantidade de água com a que prepara atualmente a paella, coloque na paellera vazia com o fogo apagado e incorpore a carne e as verduras cruas. Marque bem a altura que o nível da água chega e marque este ponto de referência. Logo que seque a carne, para utilizar, quando houver uma paella terá uma referência para trabalhar.

2º Una vez que tenha cozido a paella e esta no ponto de colocar o arroz, tome as asas da paellera como nível ao que se deve estar o caldo de cozimento. Vá colocando o arroz na paella traçando com o arroz o diâmetro da paella, de tal modo que caia como um montículo semi-submergido que atravesse a paella e que sobressalte aproximadamente 1 dedo sobre a superfície da paella. Se a potencia do fogo é a correta é una referencia muito válida. O problema que se pode encontrar é: se a paellera tem de tamanho inadequado para as porções que se esta preparando, lembre-se de que o arroz por ser duro e se o recipiente apresenta-se pequeno, ou se demasiadamente grande, o arroz ficará duro ou empapado pelo excesso de caldo. Ai vai à experiência do Chefe para que acerte.


A altitude e a dureza da água também alteram o tempo de cocção do arroz. Quanto maior a altitude maior o tempo gasto. Ao nível do mar, a paella estará pronta entre 13 e 14 minutos de cozimento e se passarmos para uma região de aproximadamente uns 700 metros necessitará de 2 minutos a mais aproximadamente para cozimento.

Também, outro fator é a dureza da água. As com concentração maior de cálcio e magnésio (águas duras) são muito melhores para a paella, do que as que contêm níveis mais baixos de cálcio e magnésio (águas brandas). Entende-se por dureza da água a concentração de sais incrustantes de cálcio e magnésio (bicabornatos, carbonatos, sulfatos, cloros e nitratos fundamentalmente presentes na água.
Todos estes minerais tem sua origem nas formações rochosas e calcárias e podem ser encontrados na maioria das águas minerais naturais. Os sais se medem por (mg/l). Na Espanha se usa a o grau francês que equivale a 10mg/l de sais incrustados.

Uma dica para a sua paellera se for de ferro, depois de usar, lave e seque. Depois passe um pouco de azeite com um pano ou papel toalha, isto evitará sua oxidação.

Informações adicionais no site
La Paella

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Arroz com gergelim preto, molho de camarão e tubetes de cenoura com tomate italiano.


Uma verdadeira aquarela este prato. O azeite com Dijon e um pouquinho de limão provoca nosso paladar. O camarão foi salteado com sal, pimenta do reino branca, em manteiga clarificada. Os tubetes de cenoura, que tem 1/2 cm de diâmetro. Leve e saudável, pode ser uma refeição rápida para anteceder um bom corte de vitelo grelhado. Uma dica sobre os azeites observe sempre o grau de acidez. Ele deve ser de preferência, inferior a 1,0%. Azeites não os compramos pelo preço, mais pelo sabor, acidez, qualidade procedência, aroma e outras características. Os apreciadores deste líquido precioso sabem bem valorizar esta jóia.