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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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sábado, 7 de julho de 2012

Creme Du Barry




Creme Du Barry é um clássico francês que data do Século XVIII. É uma sopa cremosa e muito rápida de ser preparada. E como todo prato francês tem sua picância amorosa, este não seria diferente.

Luis XV

Recebeu o nome em homenagem à uma das amantes de Luiz XV, que subiu ao trono em 1717 era bisneto de Luiz XIV e concluiu o Tratado da Triplice Aliança - França, Holanda e Grã Bretanha, reinou até (1774). Madame Du Barry, o nome de reconhecimento na corte era uma doce menina de nome Jeanne Bécu, origem simples e foi apresentada ao Rei aos seus 19 anos , Ficou apaixonado e deu a ela o Título de nobreza para que pudesse ser sua amante oficial. Isto mesmo, neste período era necessário ter título de nobreza para ser amante.

Madame Du Barry

Ingredientes:

Um buque de couve flor;
Duas batatas inglesas médias;
Meio litro de leite;
Meio litro de creme de leite
Meio litro de caldo de galinha
Cinquenta gramas de manteiga
Sal e pimenta do reino branca para temperar

Lave a couve flor em água corrente, depois corte os buques e coloque de molho em água com sanitizante por 20 minutos. (Uma colher de sopa de sanitizante para cada litro d'água). Lave novamente em água filtrada e cozinhe junto com as batatas, no leite. Os talos da couve flor também podem ser utilizados.

Descasque as batatas e corte em rodelas uniformes, Coloque o leite para esquentar e adicione as batatas em rodelas, cozinhe por cerca de 20 minutos até o ponte de poder serem dissolvidas. Cuidado para não deixar o leite ferver. Use bogo brando ou baixo, não conheço seu fogão. Teste com um palito, assim não tem erro.

Atingindo este ponto de cozimento, incorpore o caldo de galinha o sal e a pimenta do reino e a manteiga.
Caso você não disponha de um MIX, pode ser utilizado o liquidificador. Lembrando sempre condições de segurança. Líquidos quentes quando são processados no liquidificador tendem a expandir, podem explodir, respingar e causar queimaduras graves. Então processe quantidades menores.

O Creme Du Barry é servido com croutons, salsinha fresca ou outra erva aromática de finalização. Eu utilizei manjericão fresco colhido na hora. Ceboulete picadinha ou cerefólio também fica muito bem apresentada.

Um prato francês, inspirado na amante do Rei, de pele alva e perfumada. A perfeita tela francesa.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Costelinhas gregas



Sempre fui louco por costelinhas e sempre procurando maneiras diferenciadas de seu preparo. Dois belos cortes de costelinhas, com pouca gordura estavam me gritando e pedindo alucinadamente para que eu as levasse dali. E como não resisti, logo as acomodei no meu carrinho de compras.

Mas como prepará-las? E não poderia ter tido inspiração melhor. Sempre o Mediterrâneo presente na minha linha de pensamento. Saí então a preparar o Casamento Grego. Uma marinada grega seria o ideal para que a harmonia de tais ingredientes fossem convidados a enaltecer aquelas belas costelinhas.

Tinha ainda um pouco de Uzo e não iria deixar isto de fora. Aberto o armário das especiarias, a magia começõu a se formar e gerar o aroma que provocava as mais doce das paixões.

Mel, açucar mascavo, pimenta do reino, Uzo, orégano, pimenta caiena, mostarda em pasta e em grãos, vinagre, azeite, alho, gengibre, cebola, anis, melaço de romã ervas especiais e especiarias orientais, tomate em polpa e é claro o principal , o Iogurte grego.

Posso garantir que o Casamento estava completo em todos os sentidos, as costelinhas ali envolvidas por aquela marinada que parecia um presente do Olimpo. Diana se orgulharia se o porco tivesse sido caçado, Zeus me olhava avido para degustar. Selados em saco plástico, tiveram sua lua de mel bem refrescante na geladeira, por 18 e sempre promovendo o tombamento ( virando o saco para movimentar a marinada.

Terminado este prazo, as costelinha foram acondicionadas em uma assadeira forrada com papel manteiga e levadas ao forno cobertas por um papel alumínio por cerca de 30 minutos. Após este tempo, retirei o papel e deixei permanecerem ali por mais 20 minutos para qua a cor se fixa-se.

Paralelamente preparei batatas em quartos , cozidas em aguá salgada e depois escorridas. Cebolinnha picada e bastante azeite de oliva extra-virgem completaram o trabalho e flocos de pimenta dedo de moça, desidratado e finamente picados foram pulverizados sobre as batatas.

O resultado foi este ai que apresento. Costelinhas gregas, que de olhos fechados poderiam te levar até Σαντορίνη.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Penne alla Doni


Pode ser simples, mas foi especial. Esse amigo que até então virtual mas que sempre demonstrou ser um profissional de altissima qualidade. Nos últimos dias participou de um trabalho de fazer babar qualquer um. Só pessoas de coração nobre e realmente de valor sabem o que isto significa. Um grande abraço amigo.


Amigo, eu poderia ter queimado fosfato para elaborar algo sofisticado. Mas Seu trabalho e dos demais que estavam juntos por si só já é um trabalho de alta gastronomia.

Penne alla Doni.

Penne rigate

2 dentes de alho picadinhos

½ pimenta dedo de moça desidratada

1 tomate médio sem pele e sem sementes

Brócolis fresco

Azeite de oliva QN

Água para cozimento.

Sal

Queijo parmesão ralado

Preparo:

Pique o alho junto com a pimenta dedo de moça desidratada e refogue em azeite de oliva. Junte o tomate picado em cubinhos e deixe por cerca de 2 minutos refogando. Reserve.

Cozinhe o penne em água abundante com um fio de óleo e salgada. Al dente.

Retire dos talos de brócolis as fibras superficiais e mergulhe-os em água fervente por 4 minutos. Escorra e passe por água fria para interromper o cozimento. Reserve.

Após o cozimento, escorra o pene e adicione o refogado de alho, pimenta e tomate e junte o brócolis. Regue com azeite e polvilhe queijo parmesão.

domingo, 7 de agosto de 2011

Frigideira Mexicana



Linguiça de lombo, pernil em tiras, bacon em cubos, cenoura, vagem, brócolis, jalapenõ, dedo de moça e caiena, banana prata cortada em navetes ( cortes em diagonal), cebola e alho amassado. E azeite de oliva.

Um prato rápido e ultra saboroso para uma situação de emergência.

O pernil cortado em tirinhas de cerca de 0,5 cm é para dar agilidade ao cozimento. REfoguei uma cebola pequena bem picada e logo a seguir acrescentei o alho amassado. Adicionei os cubos de bacon e a fritura continuou. Cuidando para que o lho não queimasse. No ponto, adicionei as tiras de pernil e deixei até que adquirissem uma cor dourada.

Nesta etapa de cocção, agregei as linguiças e deixei que ficassem firmes no calor.


DEpois de douradas também as linguiças, abaixei o fogo e fui adicionando os demais ingredientes. O jalapenõ, a dedo de moça e a caiena para saborizar e aromatizar o prato. As cenouras e as vagens entraram e só na fase de finalização foram adicionados os brócolis (que já estavam pré- cozidos e as bananas.

Três minutos a mais e fim, a Frigideira Mexicana esta pronta.

Sabor, perfume, texturas e proteinas e fibras em estado de supremacia. Regados a um bom azeite de oliva, só servir e bom apetite.

Repetindo o Chef, arriba..arriba...arriba...​mucho gusto companheiro.....

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Telha picante de pimenta dedo de moça



Algumas coisas surpreendentes. Esta é uma pequena obra e de aparência muito frágil e capaz de despertar verdadeiras explosões no paladar.



Estas servi com o próprio ossobuco al Barolo . A montagem foi feita no próprio osso da carne. O destaque da telha foi para valorizar a carne coroada por esta pimenta tão brasileira e charmosa. A dedo de moça.

domingo, 24 de julho de 2011

Filé de Pescada amarela.



Filé de Pescada amarela, bottarga ralada e legumes e shimeji salteados com pimenta rosa. Molho Tare.

Um peixe fantático, mais fácil de se encontrar no Nordeste do Brasil. Mas aqui também se encontra para nossa felicidade gasttroômica. Carne macia, branca, saborosa, magra e altamente rica em ômega 3.

Os legumes salteados em manteiga de garrafa e aromatizados na finalização com pimenta rosa. O Shimeji também foi delicadamente passado neste fundo de frigideira. O molho Tarê foi ao prato para dar um complemento aos legumes.

Utilizei, cenouras com rama e torneadas, couve de bruxelas e tomates -uva.

O filé de pescada foi temperado com sal e pimenta negra e sementes de mostarda também negra (faz bem ao coração). Grelhado suavemente sua cor dourada se realça no prato.

A finalização ficou com um toque de bottarga ralada.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Banana picante




Banana , fonte de potássio e outras vitaminas. Banana Ouro, uma das mais saborosas e charmosas. Essa pequena notável as vezes vira um gigante à mesa.

Sempre gostei desta banana, e principalmente dos locais de compra como a estrada de Petrópolis, nas suas curvas, o que faz desta estrada pra mim, mais
bela que as curvas da estrada de Santos. Por que lá não tem banana ouro.

Resolvi fazer uma combinação radical, banana com ervas aromáticas e com um toque picante. Utilizei folhas de orégano e tomilho frescos e alecrim. Entre elas flocos de pimenta dedo de moça secos para dar cor e aquecer a temperatura. Mas ainda faltava algo, o mel e um fio de azeite para dar brilho ao conteúdo.

Surpreendente a explosão de sabores na boca. E no final senpre uma lembrança do alecrim se manifestava no palato.

Fantástica experiê
ncia e conclusão.

Coisas simples, presentes da natureza e que proporcionam visuais de plasticidade e atração gustativa. É provocativa!



quinta-feira, 24 de março de 2011

Tâmaras recheadas




As tâmaras, furutas extremanente saborosas e de história milenar. Consumidas nas regiões da Asia menor, e oriente médio e também no continente Africano, estas frutinhas a pelo menos 6000 anos estão nos hábitos do homem.

A designação do género (Phoenix) é aliás o termo grego para a palmeira-tamareira e está relacionado não com a ave mítica renascida das cinzas mas com a Fenícia donde os gregos pensavam que era originária.

Dactylifera vem da palavra grega dactylos, que significa dedos, embora na antiga língua dos hebreus e sírios dactylifera, já seja o nome dado à tamareira.
Este nome é conhecido desde os tempos de Theophrastus (famoso botânico grego 370-285 DC).

Em árabe, a palavra tâmara significa realmente dedo de luz (douglat nour), lembrando a forma e a transparência luminosa dos frutos da tamareira.

Em árabe, a palavra tâmara significa realmente dedo de luz (douglat nour), lembrando a forma e a transparência luminosa dos frutos da tamareira.

As tâmaras, devido ao alto conteúdo de hidratos de carbono simples e complexos (72%) constituem um alimento muito energético (274 Kcal por 100 gramas de tâmara seca). São ideais para aqueles que precisam de muita energia, como crianças e esportistas.

Falando em esportes, as tâmaras são ricas em potássio (790 mg por 100 g de tâmara seca), cobre (0,24 mg), magnésio (65 mg) y cálcio (59 mg).

Além disso, pelo seu conteúdo em açucares complexos, são metabolizadas pelo organismo de forma demorada. Isto é uma qualidade interessante quando temos que manter um ritmo intenso de esforço físico ou mental por um período longo de tempo (esportes de resistência ou probas de longa duração).

As tâmaras são também ricas em ácido pantoténico o vitamina B5, conhecida pelos seus efeitos tranqüilizantes. Assim, têm quem chame as tâmaras de “doses naturais de anti-estressante” pela capacidade que tem de relaxar e proporcionar uma sensação de bem-estar. Também pode ser interessante comer algumas tâmaras antes de dormir por conter triptófano que estimula a formação de melatonina, que pode contribuir a conciliar o sono e evitar a insônia.

Para quem quizer uma análise mais detalhada das propriedades nutricionais da tâmara, recomendo visitar a página da Nutrition Data (em inglés).

Muitas das virtudes curativas das tâmaras já eram conhecidas e aproveitadas na antiguidade. Hoje em dia essas propriedades tem sido confirmadas e tem se descoberto que grande parte delas se deve à riqueza destes frutos em celulose e frutose.

Ricas em ferro, são aconselhadas para quem padece alterações hepáticas e anemias. Devido ao alto conteúdo de celulose e outra fibras se recomendam nos casos de intestino preso por atuarem como suave laxante.

As tâmaras estimulam o apetite, resultando assim muito benéficas nas aflições intestinais e estomacais associadas à inapetência.
Ricas em vitaminas A, B, C e minerais como cálcio, ferro e potássio. Livres de colesterol são um aliado magnífico na luta contra o câncer.

As tâmaras são eficientes defensoras do organismo frente a gripes, viroses e outras infecções, tanto do aparelho respiratório como urinário.

As tâmaras são chamadas dátiles em espanhol e dates em inglês. Já as tamareiras são Palmeras datileras em espanhol e Palm date em inglês.O teor de umidade e os teores de açucares solúveis dos frutos, quando atingem o estádio final de amadurecimento (Tamar), permitem classificar as tâmaras em três categorias: tâmaras moles, tâmaras semi–secas e tâmaras secas.
O teor de água dos frutos da tamareira pode variar de acordo com o grau de maturação, porém depende também da característica varietal: as tâmaras moles, em estádio tamar, apresentam teor de umidade geralmente superior a 30%; as tâmaras semi-secas entre 20 e 30% e as tâmaras secas menos de 20%.
Independente da variedade, quando a tâmara atinge o final do amadurecimento, mais de ¾ de sua composição é constituída pelos açucares solúveis. Já foi constatado que as tâmaras moles, contém muito pouco ou nenhum açúcar não redutor (sacarose); as tâmaras semi-secas, possuem em torno de 1/4 de açucares não redutores e ¾ de açucares redutores (frutose e glicose); e as tâmaras secas, apresentam aproximadamente 1/3 de açucares não redutores e 2/3 de açúcares redutores.
Fonte: Embrapa.




Estas foram Tâmaras recheadas com musseline dijon, pimeta caiena ceboulet e lasca de tomatinho.

Preparadas e apresentadas em colheres degustação.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Robalo alla Costiera Amalfitana



Uma das regiões mais admiráveis da nostra Itália. A Costa Amalfitana, um paraiso do mediterrâneo que nos brinda com as mais diversas peculiaridades de uma terra cheia de diferentes aspectos. Sendo um de seus maiores atrativos a gastronomia.


Foto - LePaladin

Este robalo foi inspirado nesta região e nele, utilizado o que de mais característico podemos ali encontrar. Tomates, alcaparras, azeitonas pretas, alho, cebola e pimentão.

O peixe foi preparado em molho de mostarda com mel e azeite extravirgem de oliva 0,3% de acidez e especiarías também de águas do mediterrâneo, porém um pouco mais para a região do Egeu setentrional. Forno baixo para não secar, dando o tempo necessário ao confit.


Foto - Carlos Baldo

Um confit preparado em um tinto encorpado e frutado, a combinação de Mare & Monti aguçando o paladar e exalando odores de profundo momento de extase. Tomates italianos frescos sem pele.

Na cebola um truque da minha avó, que não era da região da Campania mais vizinha a ela, na Calabria. A cebola cortada só nas extremidades para não abrir e cravos da índia para perfumar o confit.

O melhor de um prato assim é que ele te transporta para o cenário proposto e te faz deleitar com os prazeres da gastronomia e exaltar a beleza da natureza regional.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um certo almoço dos 8.

Um certo almoço dos 8. Um grupo de amigos que se reune para um papo cabeça e experiências nem tanto ortodóxas.

Experiências de degustação diferenciadas.

Desta feita, três entradas com sabores, temperos e texturas variadas.


Foto - Carlos Baldo

Purê de manga, geléia de beterraba especiarias e temperos frescos. Dentre os quais, Cravo da Índia, Cardamomo, Pistache Iraniano, Alecrim, Salsa, Tomilho e Celolinha francesa.


Foto - Carlos Baldo

Neste outro, Geléia de beterraba, temperada com flor de sal, orqidea de acelga, tomatinho recheado com emulsão de mostarda Dijon, e ervas.



Foto - Carlos Baldo

Prato principal e único para uma terça feira normal de trabalho. Feijão mexicano. Por que mexicano?

Preparado sobre uma base de cebola bem picadinha, tomate verde, alho, lombo de porco em cubinhos, pimenta jalapeño picadinha e um ovo sobre tudo isto. Ervas secas só para perfumar.



Foto - Carlos Baldo

Terminando, uma sopa gelada de manga temperada com pimenta caiena e cebolinha verde. Uma loucura total. Um sabor pra nehum Jose Cuervo se esquecer.

Acho que agradou a todos esta loucura.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Coisa simples que da água na boca!!!!!


Coisa simples que da água na boca!!!!!



Foto - Carlos Baldo

Não posso fazer só o que como, assim sendo!!!!! O tal do arroz, em tempos remotos (3 anos) iria me deleitar mas hoje não posso mais. Este ai com amêndoas em lascas, soltinho e branco.

Acompanhando meio de asinhas de frango recheadas e a milanesa. O recheio de pistache e cream cheese. Um molho de soja (suave) picante pela pimenta.

Brócolis e cenouras torneadas fazendo a festa com belos cogumelos Portobelo. Os cogumelos foram levemente grelhados em frigideira com um fio de azeite.

Resultado da ópera = Um prato super saboroso, nutritivo e especialmente colorido. Coisa simples mesmo que da água na boca!!

Voilà!!!!

Uma pasta a espanhola



Hoje sou Galês, sou Basco de Navarra e Aragão. Sou um Quixote andante, da Catalunha a Valencia e de Murcia Andaluzia. Brisa de Extremadura, Castela e Leão. Das Asturias, Cantabria e La Rioja nem principe sou, que dirá um nobre. De Madrid a Catella La Mancha, Dulcineia há de estar e provar a massa de um pobre cozinheiro.
HOLA SOY DE GALES,SOY VASCO DE NAVARRA Y ARAGÓN. SOY UN QUIJOTE PEREGRINO, DE LA CATALUÑA HASTA VALENCIA Y DE MURCIA HASTA ANDALUCÍA. BRISA DE EXTREMADURA, CASTILLA LEON Y LA RIOJA NO SOY PINCIPE, TAMPOCO SOY UN NOMBRE. DESDE MADRID HASTA CASTILLA LA MANCHA, DULCINEA VOY ENCONTRAR Y TESTAR LA MASA DEL UN POBRE COCINERO


Foto - Carlos Baldo

De repente ideias e inspirações invadem a mente e Amarillo e Rojo (Amarelo e Vermelho) foram as cores que invadiram minha alma.

Alma que na ,aioria das vezes é verde branca e vermelha, cedeu espaço a terras vizihas e também al sangue do lado materno. Fusion total!!!

E Como Dom Quixote não poderia ficar fora, e toda cidade na Europa sempre encontra espaço para uma Plaza de España, mi cocina tambièn não poderia deixar de abrir espaço para estas cores e grandiosidade mundial.


Foto - Carlos Baldo

Da largura de um papardelle italiano, cerca de 3 centímetros, as listras amarillas e rojas foram sendo construídas e postas a secar.

Extremanente delicadas e finas, as fitas tomaram seu espaço e se colocaram ao processo de admiração. Sem modéstia alguma, faceiras como flâmulas das terras da península Ibérica e como se empunhadas por lanças de guerra, escreveram a história deste prato.

Paralelo a isto, um leve e suculento molho ou se preferirem salsa de tomates rojos e mangericão, aquecia ao lado esperando a hora de entrarem em cena.

A água em ebulição avisava a hora do momento final. Lentamente, uma a uma das fitas foram mergulhando como num momento de extremo prazer entre as borbulhas e se relaxando para o repouso nos pratos.

Assim, o molho foi delicadamente deitado sobre as fitas e com folhas de manjericão e fios de dourado azeite entregues ao prazer dos que renderam olhares de extase ao prato.



Foto Carlos Baldo

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Raviolini de bacalhau





Fugindo das tradicionais conbinações dos raviolis, sempre com queijos no interior, estes eu preparei com bacalhau do porto. Preferi o do porto para utilizar pequenas lascas e não desfiar. Ficou mais saboroso com o recheio assim.

A massa foi preparada com semola de grano duro , ovos e um fio de azeite. Lisa, macia e aveludada. Cozimento em 14 minutos e pronto. Preparei um molho com tomatinhos, pimenta biquinho sem as sementes, orégano, azeite de oliva extra virgem e a finalização com lascas de grana Padano.

Leve, e saboroso, massa e peixe juntos demonstrando que é possível esta combinação real.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Filé em capa de pancetta com cebola trufada, cenoura torneada em molho caramelizado de cerejas e pimenta biquinho ao Jerez.




Filé em capa de pancetta com cebola trufada, cenoura torneada em molho caramelizado de cerejas e pimenta biquinho ao Jerez.

Não tenho como descrever o resultado do perfume deste prato. O filé com a pancetta e a cebola, foram assados em forno baixo por cerca de 30 minutos (pré aquecido) e regados ao azeite de oliva extra virgem.

As cerejas, frescas, retidados os caroços, foram misturadas com a pimenta biquinho sem as sementes e picadas finamente. As bolinhas de cenoura, torneadas e pré cozidas em água salgada.

Em uma papeira, duas colheres de açucar foram adicionadas a um fio generoso de azeite e levados a caramelizar. As cerejas, a pimenta biquinho e as cenouras ganharam um banho de mel de engenho para apurar o perfume e a cor e chegando ao ponto, foram adicionadas duas colheres de vinagre de Jerez.

Um resultado denso, perfumado e extremamente delicado e saboroso.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Salada ao Jerez


Foto Carlos Baldo

Básica, nutritiva, leve refrescante e com sabor intenso.

Alface, nozes, melão orange em noisettes, feijão azuki (ou feijão japonês - rico em proteínas e cálcio), pimenta biquinho sem sementes, lascas de GranaPadano, tomatinhos mini, folhas de hortelã e sementes de papoula e vinagre de Jerez.

Começando o ano bem!!!

Frango Tailandes - Reciclando a decoração.



Foto Carlos Baldo


Não gosto de perder ou nada em se tratando de alimentos. A laranja utilizada para decorar o centro do prato das colheres, foi decorada com Cravos da Índia e Anís Estrelado. O resultado disto é uma laranja com sua polta levemente aromatizada por estas especiarias orientais.


Foto - Carlos Baldo

Não poderia ser diferente. seu final não estava fadado ao lixo como poderiam pressupor. Depois de seu uso como peça decorativa. Foi estraído de seu interior, um suco perfumado que sera utilizado neste outro prato.

Um frango a thailandesa.

Os cortes de frango ficaram marinando por cerca de duas horas neste suco onde também foram colocados, 2 dentes de alho amassados grosseiramente.

Como base, uma cebola média foi picada juntamente com 1/2 pimenta thailandesa, sem as sementes e refogada com sal e um fio de azeite e óleo.

Depois deste tempo, escorridos e levados a fritar para selar. Este caldo da marinada retornou à panela e a tudo foram adicionadas duas batatas médias cortadas em cubetes, uma cenoura média, dois tomates secos(produção própria) cortados em tiras e 1/2 abobrinha italiana também em cubos e terminando, três pimentas biquinho.

Durante cerca de 45 minutos em fogo baixo, estes legumes e o franco estava totalmente pronto para ser colocado num altar como oferenda aos Deuses.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Petit Medallions de Asinha recheada !!!!




Foto - Carlos Baldo

As aparências enganam!!!!! E assim aconteceu com este prato. Testei as famosas asinhas, ou melhor meio das asinhas, recheadas. É uma das partes que mais aprecio nos cortes de frango. A carme é macia, saborosa e suculenta. Pode até parecer que é pouca carne, mas para mim o suficiente.

Desosar não é o problema, isso é muito prático e rápido de ser realizado. Mas com que rechear para dar algo mais a este prato?????

Preparei uma mustura de cream cheese com pistache triturado. e coloquei o recheio. empanei e fritei.

Mas não estando satisfeito ainda com a apresentação resolvi inovar em outro prato tb. Deixei esfriar e acabei por retirar o único ossinho remanecente na pobre parte da asinha. e então com o pedaço em mãos, cortei quase que em carpacio. Lâminas super finas e surprendentes.

Aqueci em uma frigideira anti aderente e fiz a montagem dos petit medallions, sobre uma cama de macarrão de arroz. e preparei uma guarnição de brócolis, folhas de hortelã e pimenta dedo de moça finamente picado.

Sobre os medallions, coloquei um pouco de molho chocolate de gengibre e salpiquei mais pistache triturado sobre eles. O resultado esta ai. Algo surpreendente, leve, saboroso, misteriooso e picante, com o frescor das folhas de menta.


Foto - Carlos Baldo

sábado, 8 de maio de 2010

Carretel de jiló com camarão


Foto - Carlos Baldo

O velho e amargo jiló de roupa nova. E o melhor é que está sem amargar. Um truque simples faz om que este fruto adimirado pelos pássaros e pelos amantes da gastronomia mais exótica vão se apaixonar.

Basta cortar em fatias ou mesmo no sentido longitudinal e deixar em infusão de água gelada com farinha de trigo e cal virgem (uso culinário) por cerca de duas a três horas. Este é o segredo.

Depois do molho, escorre-se e seca-se em papel toalha para retirar toda a umidade.

O corpo do carretel é feito com pimenta jalapenõ recheado com creme cheese.

A extremidade com um belo camarão de tamanho médio e pronto. Empanado e frito é um tira-gosto delicioso, servido com molho de queijo.

Cerveja loira gelada, ou uma escura mais suave(Bohemia), ou mesmo um bom vinho mais frutado para equilibrar os taninos e as notas mais acentuadas. Um malbec vai bem.



Foto - Carlos Baldo

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Duo amici



Foto - Carlos Baldo

Sabores diversos e resultado expetacular. Brincando com cortes diferentes e origens também, resolvi fazer esta experiência.

Carne de Sol, Costelinha defumada, Toucinho de Barriga, Linguiça Calabresa, temperos e uma extravagante mistura, Cerveja Pilsen e Coca Cola.

Ai esta o resultado. Uma carne totalmente desconstruída. As batatas eu descasquei e dei um toque diferente, torneadas como se fossem peras.

Foram colocadas para cozinhar neste molho, por 5 minutos em pressão. a camada mais externa absorveu a coloração do molho e a interior manteve o tom amarelo da batata.

Os detalhes ficam por conta da criatividade. a batata pera completou a dupla. A tradicional carne com batata em grande estilo e com um sabor fantástico.

A receita completa no site: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1613/duo-amici-%28molho-de-carne-acompanhado-de-batata%29


domingo, 14 de fevereiro de 2010

Salmão Imperador


Foto - Carlos Baldo

Nobre realeza, sabor incomparável, Salmão Imperador. Momentos de inspiração e criação sobre este nobre pescado. Acredito que por sua tão generosa qualidade, o Salmão se permite nos presentear com esta gama infinita de variações no preparo.


Salmão Imperador é algo de diferente. Assado aveludado, agridoce, picante, suave, sutil. Harmoniza com com os cogumelos, o alho porró, o tomate, o palmito, vagem, castanhas, especiarias e outras mais.

Mar e montanha se fundem um complexo buque de aromas e sabores.