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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Nhoque de São João. Gnhocchi di San Giovanni



Mês de festas Juninas, panelas sempre no fogão. Em Minas, os fogões a lenha trabalham como nunca. Tradições de brincadeiras, promessas, pedidos aos Santos, quermesses organizadas por manifestações religiosas, acompanhadas de quitutes típicos de cada região como barracas de sorteios, jogos com prêmios, bebidas e típica comida caipira como: milho verde cozido e com uma manteguinha por cima, salsicha ou salsichão assado, espetinhos de queijos, carnes e milho, assados, pamonha de milho verde, vinho quente, quentão, bolinho de mandioca, sonhos, broas de fubá, e por ai vai, numa lista de dar água na boca.

Dai sô veio a idéia de fazê um nhoque de quirera ou canjiquinha de milho. E num é que a coisa teve boa sô!!

Pros cumpadre e pras cumadre ai vaia receita do tar de nhoque de São João.

É facim facim. Ocê pega 02 caneca de chá com quirera (aqui pra nós de Minas é canjiquinha mesmo) e coloca de molho na água pra dá uma amulecica , é só deixar umas 2 horas quetinha lá. Depois leva na boca do fogão com fogo bem baixinho pra cozinha junto com 5 colhe de açúcar. Quando tive bem cozidinha, ocê junta uma latinha de leite condensado, 2 caneca de chá de coco ralado (deixa de sê priguiçoso, rala um coco fresco), 01 caneca de chá de amendoím toradinho bem quebradim também, junta também um vidrim e leite de coco e uma colhe de sopa generosa de manteiga (se fô da roça melhor) e vai dando o ponto igual que nem ocê faz no brigadeiro, inté vê ele desgrudando do fundo da panela.

Dispois de despregado do fundo, tira do fogo e ocê vai coloca num tabuleiro forrado com papel manteiga untado com ela. Derrama essa massa nele e cobre com um daqueles filme plástico pra pode alisar bem essa massa no tabuleiro. Deixa cobertinho assim e coloca na geladeira pra pega corpo.

Dispois de encorpado o nhoque, corta ele em quadradinho igualzinho o tal. da uma rolada nele no açúcar, mais tem de se daquele que os confeitero usa na padaria, um qui parece talco.

Ai ta pronto, coloca no prato o nhoque e derrama o molho que é de frutas vermelhas. Ai ocê termina ponhando um catiquim de queijo Canastra raladim por cima do molho.

Ai ajoelha, reza pra São João e pra otros também da sua devoção pra te protegê, do pecado da gula.

sábado, 21 de maio de 2011

Amizades construídas.



As amizades são construídas e formam as bases de um convívio. Seja ele virtual ou não. O carinho destes amigos foi além das mensagens, dos posts tradicionais.

Lino e Morena, dois amigos feitos pelo teclado, compartilhando amores pela terra, paixões pela boa mesa, fraternidade de coração. Pessoas fantásticas presentes todos os dias, na nossa telinha e compartilhando emoções.

Uma terra que pelo formato se faz lembrar uma bota, uma bota que caminha o mundo, que gira e navega por marers e com certeza por todas as mesas do mundo levando suas cores, sua alegria de viver, sua alegria de festejar a vida, com pão, massas e bom vinho e sempre um doce sorriso.

Mesmo sendo virtual, deu para sentir o sabor doce desta amizade, pela imagem trabalhada. Há presentes que guardamos de forma especial e esta torta é um destes presentes. Ela não envelhecerá, não irá se estragar. Esta gravada na memória com carinho.

Obrigado aos dois, Lino e Morena.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Apple pie, uma tortinha diferente do tradicional.



Na dinâmica das experiências, esta massa multifuncional surgiu do preparo de uma fermentação a base de maçãs verdes.

Com uma crocância especial, as forminhas receberam um creme de maçã em pedaços e temperado com um mix secreto de uma amiga da nobreza inglesa.

Sobre este creme aos pedaços, queijo Brie e sementes de papoula. Açúcar e canela deram os retoques finais desta singular modificação da tradicional Apple pie.




A fermentação de maçãs é longa e altamente gratificante. Um fermento biológico natural que aromatiza qualquer massa com suavidade, e a massa multifuncional tem uma versatilidade fabulosa. Elástica e estável.

A espessura de abertura gera a dinâmica da criatividade no preparo.

sábado, 17 de abril de 2010

Mesa de café


Foto - Carlos Baldo

Um dos cuidados ao preparar uma mesa de cafe é o equilíbrio e a dose dos açúcares. Nada muito doce, devemos lembrar de que estamos no final de um evento onde a presença de uma mesa destas é para quebrar o sal e dar conforto gastronômico , promover a saciedade gástrica e não para colocar os comensais em situação de pecado capital (glula).



Entretanto, a gula não é considerada um pecado universalmente; dependendo da cultura, ela pode ser vista como um sinal de status. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Gula).

Foto - Carlos Baldo

Deve-se preferir o chocolate meio-amargo para a confecção de coberturas e bombons. Pela condição de dar este equilíbrio alimentar. Além do que, em recentes pesquisas, ele faz bem ao coração.


Foto - Carlos Baldo

Também o recheio de tortas devem ser mais suaves, devendo ser utilizada as geléias de frutas e se a massa for aromatizada com bebidas, diluídas em água. Lembre-se de que crianças também poderão estar presentes. O pão-de-ló deve ser a massa de primeira escolha, por ser mais leve e conter menor quantidade de farinha.


Foto - Carlos Baldo

Os petit fours sempre presente, podem ter variações multiplas, os com cobertura de chocolate e e os açucarados. Aos que só tomam um cafezinho este é o acompanhamento ideal.Estes aqui são "Arância" criação e produção do Comida do Caco.


Foto - Carlos Baldo

As mini porções de uma boa musse de limão também são ben-vindas. Para os que gostam de um doce mais úmido. A musse de limão trás ao paladar um toque mais cítrico, quebrando o doce dos demais ingredientes. Acompanhado de detalhes em chocolate e frutas exóticas completam a cena.


Foto - Carlos Baldo

Já para os glutões e chocolatras de plantão, um bombom aberto pode fazer a diferença. Estes são diferenciados pela combinação de ingredientes do recheio. Damasco, manga, amarula.


Foto - Carlos Baldo

Aos amantes do exótico, estas mini conchas, trazem ao paladar uma combinação surpreendente, Praliné de amêndoas com especiarías e cerejas.


Foto - Carlos Baldo

E para finalizar, nada melhor que uma boa diversificação nos licores digestivos para agradar a todos. Do mais tradicional Porto, passando pelo aromático e marcante Singeverga dos mosteiros Beneditinos de Portugal aos achocolatados tradicionais Godiva (Branco e Black).


Foto - Carlos Baldo


Foto Carlos Baldo

E ainda para os que querem manter a dieta em dia e não abusar da sorte e das tentações visuais, podem se saciar com grãos de chocolate com café. Leve e suave estes minúsculos grãozinhos deixam ao paladar uma suavidade e um frescor na medida exata de doce e café.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Torta de Nozes com baba de moça




Foto - Carlos Baldo

Calorias a parte, o que interessa é ver as pessoas experimentando esta montanha de sabores especiais.

Tradicional da culinária mineira, a torta de nozes com baba de moça sempre tem lugar garantido.

Esta eu preparei com 4 discos de pão-de-ló (de nozes) e 3 de recheio de creme de ovos com côco e baba de moça.

A cobertura é de marshmallow regado com baba de moça e algumas cerejas frescas ao redor.


Foto- Carlos Baldo

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Mandorla d'oro




Foto - Carlos Baldo

Realmente esta faz juz ao nome. E tem feito sucesso na finalização de um bom menu degustação. Preparada em forminhas individuais, esta tortinha é fantástica.


Foto - Carlos Baldo

Com Amêndoas na massa e suco de Limão Siciliano o aroma é extraordinário. Foi recheaa com creme especial de Mascarpone e cobertura de Damasco Turco ao Rum. Leve, com açucar na medida exata, destacando os sabores cítricos do mediterrâneo.


Foto Carlos Baldo

Pode ser acompanhada por um Branco suave para sobremesa.

sábado, 22 de agosto de 2009

Torta Negresco


Alguns produtos acabam se transfor-mando em outras iguarias e tomando formas que agradam muito aos olhos e também ao paladar.
Foto - Carlos Baldo
Assim foi com o Bombom Sonho de Valsa, com o biscoito Champagnhe, e com o Biscoito Negresco. Nosso caso em questão.

É um biscoito de sabor intenso, para o paladar de alguns um tanto queimado. Transformado aqui numa fantástica torta gelada.

Nesta utilizei para o merengue, açucar baunilhado, e um pouco de cremor tartaro. Ele ajuda a não antecipar a liberação do tradicional soro do merengue, mantendo a torta mais sequinha por mais tempo. Se bem que o tempo aqui é relativo. Depende muito do apetite dos que estão perto.

É uma boa opção de sobremesa, rápida e prática de ser elaborada.

Torta de ameixa com coulins de frutas vermelhas

Ingredien-tes:

03 ameixas pretas (casca escura)
1 e ½ xícara (chá) de farinha de trigo peneirada;
02 ovos
½ xícara (chá) de leite desnatado
03 colheres de manteiga picadas em lascas;
03 colheres de café de essência de baunilha;
02 colheres de chá de fermento em pó – Royal;
02 colheres de sopa de açúcar;
2 e ½ xícaras de café de açúcar;
2 e ½ xícaras de café de água.
1 cálice de rum ou outra bebida para aromatizar

Preparo:

Descasque as ameixas e corte em gomos. Reserve.
Em um recipiente para microondas, coloque as 2 e ½ xícaras de açúcar e água. Misture e leve ao forno de microondas em intervalos de tempo de 3 minutos. Abra a porta, sinta o ponto com uma colher. Quando estiver ficando loura, diminua o tempo para intervalos de 1 minuto. E vá conferindo o ponto de calda caramelo.
Quando estiver no ponto, despeje a calda em uma forma baixa de torta e gire para caramelizar toda a forma até as bordas.
Acomode os gomos de ameixas em sentido (((( (circular) por toda a forma, com a calda ainda quente. Sobre as ameixas derrame um pouco de coulins de frutas vermelhas. Reserve o restante para depois de desenformada.
Em um bowll, peneire a farinha e o fermento. Misture bem. Adicione as lascas de manteiga, e misture levemente. Acrescente um ovo e uma gema juntamente com a essência de baunilha. Reserve a outra clara. Adicione o leite e bata para obter uma mistura homogenia. Bata a clara em neve e adicione aos poucos as duas colheres de açúcar. Incorpore à massa sem bater, faça movimentos de mistura sem bater a massa. Despeje esta massa levemente sobre as ameixas na forma e leve ao forno baixo por cerca de 45 minutos em banho-maria. Depois de assada, regue com uma calda feita com o rum e a mesma medida de água. Pode tirar da forma ainda quente. Enfeite com hortelã.

Receita também no site: