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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um pesto diferente.


Aos apaixonados pelo molho pesto da nossa tradicional e amada Itália, aqui vai uma variação que substitui o manjericão e o pinoli.

A receita pode parecer bula de remédio (kkkkk) mas é uma forma interessante de saber o que estamos ingerindo e prestar a atenção no valor dos alimentos e de uma alimentação saudável . Sempre digo que cozinha e mesa também fazem parte do processo de aculturação do homem como um ser em boa forma no Século XXI.

Utilizei a couve, que além de saborosa é rica em fibras e ferro , um alimento rico em nutrientes e possui baixo teor calórico. É rico em vitamina A e vitamina C. Possui cálcio, beta caroteno e elevada quantidade de antocianinas.

Pelo gergelim que é rico em proteínas, fibras, cálcio e ferro, além de conter gordura de ótima qualidade, vitamina E, do complexo B, minerais como fósforo, magnésio, selênio, zinco e manganês.

E sobre o parmesão temos:
Descrição Peso (g) Medida Comum Conteúdo por Medida
Ácido pantoténico 5 1 tbsp 0.016 (mg)
Ácidos graxos, total monoinsaturados 5 1 tbsp 0.419 (g )
Ácidos graxos, total poli 5 1 tbsp 0.059 (g )
Ácidos graxos, total saturados 5 1 tbsp 0.865 (g )
Açúcares, total 5 1 tbsp 0.05 (g)
Água 5 1 tbsp 01.04 (g )
Cálcio, Ca 5 1 tbsp 55 (mg)
Carboidratos, por diferença 5 1 tbsp 0.20 (g)
Caroteno, alfa 5 1 tbsp 0 (µg)
Caroteno, beta 5 1 tbsp 2 (µg)
Cobre, Cu 5 1 tbsp 0.012 (mg)
Colesterol 5 1 tbsp 4 (mg)
Colina, total 5 1 tbsp 0.8 (mg)
Criptoxantina, beta 5 1 tbsp 0 (µg)
Energia 5 1 tbsp 22 (kcal)
Ferro, Fe 5 1 tbsp 0.05 (mg)
Fibra, dietética total 5 1 tbsp 0.0 (g)
Folato, DFE 5 1 tbsp 1 (µg)
Fósforo, P 5 1 tbsp 36 (mg)
Licopeno 5 1 tbsp 0 (µg)
Luteína + zeaxantina 5 1 tbsp 0 (µg)
Magnésio, Mg 5 1 tbsp 2 (mg)
Manganês, Mn 5 1 tbsp 0.004 (mg)
Niacina 5 1 tbsp 0.006 (mg)
Potássio, K 5 1 tbsp 6 (mg)
Proteína 5 1 tbsp 1.92 (g)
Riboflavina 5 1 tbsp 0.024 (mg)
Selênio, Se 5 1 tbsp 0.9 (µg)
Sódio, Na 5 1 tbsp 76 (mg)
Tiamina 5 1 tbsp 0.001 (mg)
Total de lipídeos (gordura) 5 1 tbsp 1.43 (g)
Vitamina A 5 1 tbsp 22 IU
Vitamina A 5 1 tbsp 6 RAE
Vitamina B-12 5 1 tbsp 0.11 (µg)
Vitamina B-6 5 1 tbsp 0.002 (mg)
Vitamina C, o total de ácido ascórbico 5 1 tbsp 0.0 (mg)
Vitamina E (alfa-tocoferol) 5 1 tbsp 0.01 (mg)
Vitamina K (phylloquinone) 5 1 tbsp 0.1 (µg)
Zinco, Zn 5 1 tbsp 0.19 (mg)

Nota: Os dados adaptado a partir do USDA National Nutrient Database Reference, Release 20

E fundamental para todo o processo, o velho e bom amigo azeite de oliva. E já que as gorduras representam 33% do total de energia ingerida diariamente para uma alimentação saudável, seria essensial substituir o consumo de gorduras saturadas por monoinsaturadas, como é o caso do azeite. As últimas novidades coincidem em assinalar que o uso de azeite de oliva reduz o colesterol e ajuda a prevenir as doenças cardiovasculares. Devido ao seu alto teor de ácidos monoinsaturados. Também é fonte de vitamina E e rico em antioxidantes, retarda o envelhecimento celular.

Também melhora o funcionamento do Pâncreas e do Estômago. Ajuda a prevenir a arteriosclerose e seus riscos, digere-se com maior facilidade do que qualquer outra gordura comestível e com a vantagem de não possuir colesterol, tendo a mesma quantidade de calorias dos outros óleos.

Também conta como ponto positivo a aceleração metabólica e produzir efeito proteor e tônico da epiderme, também estimula o crescimento e favorece a absorção de cálcio e a mineralização. O azeite de oliva é o mais adequado para ser consumido tanto ao natural como em frituras. Tem sido parte da cultura mediterrânea desde suas origens. A cinco mil anos as mulheres egípcias descobriram os efeitos benéficos do azeite para sua pele, utilizando como emoliente, e criaram também o promeiro sabonete. O azeite de oliva é uma forma natural de proteção da pele, unhas e cabelos. É rico em vitaminas A,D, K e E.

E para fechar os ingredientes ainda faltam o alho e a pimenta caiena.

O alho era muito utilizado há milhares de anos pelos herbanários (estabelecimento que vende ervas medicinais) e curandeiros para combater inúmeras doenças.

Louis Pasteur, químico francês do século XIX, evidenciou propriedades anti-sépticas que há no alho, informações, estas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo. Hoje o alho é receitado pelos naturalistas e outros que acreditam na cura pelas ervas como também para prevenir resfriados, gripes e doenças infecciosas.
Foi feito um estudo pelos cientistas mais profundo, a respeito do uso do alho para o colesterol e na hipertensão, eles explicam que a alicina, uma substancia química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial. Também nesta pesquisa descobriram que reduz as coagulações sanguíneas, diminuindo assim o risco de infarto e derrame cerebral.
Foram feitas pesquisas em laboratórios com animais, que mostram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.
Ainda não foi determinada a quantidade de alho a ser consumida para obter esses benefícios a saúde. Alguns médicos alemães acreditam que quatro gramas, que seria o equivalente a dois dentes de alho, seria o suficiente para tratar a hipertensão ou o colesterol, já para inibir a coagulação sanguínea, teria no mínimo ser 10 dentes de alho.
Já os clínicos discordam quanto a ser cozido ou desidratado. Defendem que o consumo seja cru, o seu inconveniente é que o alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele.
Não existem garantias de que ele evita as doenças. Mas de qualquer forma sabemos que o alho enriquece as refeições deixando com mais sabor.
Fonte: www.sociedadedigital.com.br
O alho tem estado em uso popular no Japão há um longo tempo, e um recente estudo Japonês revelou que o alho contém um mineral chamado Ge que é capaz de prevenir o câncer de estômago. Um time de médicos do "Humam Medical College" na China, o qual chamou a si próprio de Grupo Pesquisador do Alho como Agente Anticancerígeno, usou um medicamento patenteado feito de alho para tratar 21 casos de carcinoma de nasofaringe (câncer do nariz e da garganta) com resultados significantes na maioria dos casos. Além disso, o mesmo grupo de médicos também descobriu que o alho é eficaz para tuberculose pulmonar, coqueluche, disenteria amebiana e bacilar, enterite (inflamação dos intestinos), oxiuríase (oxiúro), ancilostomíase (uncinariose), prevenção de gripe e de epidêmica (inflamação do cérebro e aplicação externa para o tratamento de vaginite por tricomonas)
O alho tem efeitos colaterais, entretanto, e por esta razão, deveria ser usado com cuidado. O alho pode fazer com que as hemácias se tornem marrom escuras pelo contato, e também podem dissolver as hemácias quando aplicado em grandes concentrações. Além disso, o óleo volátil contido no alho pode inibir a secreção de sucos gástricos e também pode causar anemia. Sabe-se bem que o alho pode causar mau hálito, o qual pode ser reduzido ou eliminado pelo gargarejo com chá forte, comendo algumas tâmaras vermelhas ou bebendo algumas xícaras de chá.
Fonte: www.chinaonline.com.br
Pimenta caiena (Capisicum frutescens sp)

Também conhecida como pimenta vermelha, estimula a digestão,auxilia no tratamento de má circulação sanguínea e é rica em vitaminas A e C. É a mais medicinal das pimentas.

Um estudo feito pelo Instituto Politécnico de Oxford revelou que a pimenta caiena aumenta o metabolismo em 20%, bem como evidenciou sua propriedade de retirar gorduras das artérias.

Além de ser um forte estimulante do metabolismo, ajuda a criar calor e a estimula a circulação, ajudando no processo de purificação e eliminação das toxinas.

Bem, para o preparo, a couve, o gergelim e o alho, passaram pelo mix com o azeite de oliva. A couve foi picada previamente para não se aglutinar na lâmina. Após triturados, fui adicionando mais azeite de oliva e e o queijo parmesão ralado.

É um processo onde vamos observando a textura que queremos dar ao molho e a quantidade de azeite, vamos verificando a viscosidade e a capacidade de aderência à massa. Alcançado o ponto ideal, foi adicionada a pimenta caiena. Neste ponto o paladar de cada um irá determinar a quantidade desta preciosidade.

Não é necessário adição de sal.

A massa ou pasta, foi o penne rigate que além de ser fantático as ranhuras servem para segurar também o molho. Cozido em 8 minutos estava no ponto. Escorrido e logo em seguida recebeu o molho .

Bom apetite!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Penne alla Doni


Pode ser simples, mas foi especial. Esse amigo que até então virtual mas que sempre demonstrou ser um profissional de altissima qualidade. Nos últimos dias participou de um trabalho de fazer babar qualquer um. Só pessoas de coração nobre e realmente de valor sabem o que isto significa. Um grande abraço amigo.


Amigo, eu poderia ter queimado fosfato para elaborar algo sofisticado. Mas Seu trabalho e dos demais que estavam juntos por si só já é um trabalho de alta gastronomia.

Penne alla Doni.

Penne rigate

2 dentes de alho picadinhos

½ pimenta dedo de moça desidratada

1 tomate médio sem pele e sem sementes

Brócolis fresco

Azeite de oliva QN

Água para cozimento.

Sal

Queijo parmesão ralado

Preparo:

Pique o alho junto com a pimenta dedo de moça desidratada e refogue em azeite de oliva. Junte o tomate picado em cubinhos e deixe por cerca de 2 minutos refogando. Reserve.

Cozinhe o penne em água abundante com um fio de óleo e salgada. Al dente.

Retire dos talos de brócolis as fibras superficiais e mergulhe-os em água fervente por 4 minutos. Escorra e passe por água fria para interromper o cozimento. Reserve.

Após o cozimento, escorra o pene e adicione o refogado de alho, pimenta e tomate e junte o brócolis. Regue com azeite e polvilhe queijo parmesão.

domingo, 7 de agosto de 2011

Frigideira Mexicana



Linguiça de lombo, pernil em tiras, bacon em cubos, cenoura, vagem, brócolis, jalapenõ, dedo de moça e caiena, banana prata cortada em navetes ( cortes em diagonal), cebola e alho amassado. E azeite de oliva.

Um prato rápido e ultra saboroso para uma situação de emergência.

O pernil cortado em tirinhas de cerca de 0,5 cm é para dar agilidade ao cozimento. REfoguei uma cebola pequena bem picada e logo a seguir acrescentei o alho amassado. Adicionei os cubos de bacon e a fritura continuou. Cuidando para que o lho não queimasse. No ponto, adicionei as tiras de pernil e deixei até que adquirissem uma cor dourada.

Nesta etapa de cocção, agregei as linguiças e deixei que ficassem firmes no calor.


DEpois de douradas também as linguiças, abaixei o fogo e fui adicionando os demais ingredientes. O jalapenõ, a dedo de moça e a caiena para saborizar e aromatizar o prato. As cenouras e as vagens entraram e só na fase de finalização foram adicionados os brócolis (que já estavam pré- cozidos e as bananas.

Três minutos a mais e fim, a Frigideira Mexicana esta pronta.

Sabor, perfume, texturas e proteinas e fibras em estado de supremacia. Regados a um bom azeite de oliva, só servir e bom apetite.

Repetindo o Chef, arriba..arriba...arriba...​mucho gusto companheiro.....

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Uma sobremesa diferente!



Uma sobremesa diferente, figos frescos recheados com queijo brie fundido ao maçarico e mostarda Dijon. Sementes de papoula e completando este pote de prazeres, azeite de oliva extra virgem aromatizado com trufas.

O azeite originário de Grezzana (Verona) Itália.

Combinações perfeitas para a abertura de uma noite agradável e sabores exóticos.



A crosta do brie foi retirada para um mais rápido processo de fundição ao bico da chama e não gerar sabores amargos. O queijo assim se rendeu ao calor e deitou-se sobre o centro do figo. Uma meia ponta de colher de café de mostarda Dijon, foi colocada sobre o brie fundido para realçar os sabores que irão explodir na boca e sementes de papoula salpicadas para constratar e agregar mais um sabor de emoção.



Sobre o figo, foi gotejado um azeite extravírgem de oliva, aromatizado com trufas. Este azeite e de procedência italiana da região de Grezzana - Verona.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Banana picante




Banana , fonte de potássio e outras vitaminas. Banana Ouro, uma das mais saborosas e charmosas. Essa pequena notável as vezes vira um gigante à mesa.

Sempre gostei desta banana, e principalmente dos locais de compra como a estrada de Petrópolis, nas suas curvas, o que faz desta estrada pra mim, mais
bela que as curvas da estrada de Santos. Por que lá não tem banana ouro.

Resolvi fazer uma combinação radical, banana com ervas aromáticas e com um toque picante. Utilizei folhas de orégano e tomilho frescos e alecrim. Entre elas flocos de pimenta dedo de moça secos para dar cor e aquecer a temperatura. Mas ainda faltava algo, o mel e um fio de azeite para dar brilho ao conteúdo.

Surpreendente a explosão de sabores na boca. E no final senpre uma lembrança do alecrim se manifestava no palato.

Fantástica experiê
ncia e conclusão.

Coisas simples, presentes da natureza e que proporcionam visuais de plasticidade e atração gustativa. É provocativa!



domingo, 23 de janeiro de 2011

Salada com Yucca ao vinagrete de Jerez




Foto - Carlos Baldo

Uma verdadeira iguaria perdida pelos jardins, praças e algumas avenidas. Esta planta de nome científico Yucca elephantpes ou Yucca aloifolia é de origem dos países da América Central, México e Guatemala.

Conhecida como iuca-elefante, vela-de-pureza, iuca-sem espinho, iuca-mansa, pita,lampião-de-Deus ou Gloria-a-Deus. No México e em outros países da América Central é conhecido também como Izote.

De fácil preparo mais de fifícil colheita. Já explico. Vou chamar de pé de Yucca e não de árvore, porque sua aparência não é bem a de uma árvore. Sua estrutura longelínea, cresce vertiginosamente levando o lindo pendão das flores para as alturas, por isso fica mais difícil a cada floração.

Sempre nas minha caminhadas, sempre busco com olhar perseguidor os jardins das casas por esta preciosidade gastronômica. Em algumas o pendão floral é bem generoso, com flores grandes e tenras e crocantes. Branco pérolado pela presença cerosa e com leve perfume.

Muito delicada, ao despetalar, temos de retitar o "pistilo" ou anteras, eliminar, e reservar somente pétalas e o miolo ou o ovário da flor. Este faz lembrar uma garrafinha verde. Uma dica, se você não vai utilizar na hora da colheita, pode guardar na geladeira para conservar.

Para o preparo, dê uma branqueada em água sem sal, por cerca de 5 segundos nas pétalas. Nada além disto para não retirar a resistência e a tenacidade. Escorra e seque cuidadosamente com toalha de papel.

Após retirar as pétalas acrescente o sal na água e afervente por cerca de 3 a 5 minutos os ovários. Branqueie e escorra. Seque em papel toalha também e depois os mergulhe em uma infusão de azeite e vinagre, com uma pimenta Jalapenõ um ou dois dentes de alho e algumas cebolas pequenas. Tampe e deixe curtir.

Esta dica veio do site http://www.pixelescuscatlecos.com/cocina_no39.htm


Foto - Carlos Baldo

A salada foi preparaca com alface crespa. e um vinagrete suave com pimentão vermelho, alho, cenoura, sal aromatizado com alecrim, azeite de oliva e vinagre de Jerez. Também fez parte do prato, folhas de mangerição.



Foto - Gilda Pontes

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Filé em capa de pancetta com cebola trufada, cenoura torneada em molho caramelizado de cerejas e pimenta biquinho ao Jerez.




Filé em capa de pancetta com cebola trufada, cenoura torneada em molho caramelizado de cerejas e pimenta biquinho ao Jerez.

Não tenho como descrever o resultado do perfume deste prato. O filé com a pancetta e a cebola, foram assados em forno baixo por cerca de 30 minutos (pré aquecido) e regados ao azeite de oliva extra virgem.

As cerejas, frescas, retidados os caroços, foram misturadas com a pimenta biquinho sem as sementes e picadas finamente. As bolinhas de cenoura, torneadas e pré cozidas em água salgada.

Em uma papeira, duas colheres de açucar foram adicionadas a um fio generoso de azeite e levados a caramelizar. As cerejas, a pimenta biquinho e as cenouras ganharam um banho de mel de engenho para apurar o perfume e a cor e chegando ao ponto, foram adicionadas duas colheres de vinagre de Jerez.

Um resultado denso, perfumado e extremamente delicado e saboroso.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Polvo ao vinagrete de Jerez




Foto - Carlos Baldo

Maravilhas da gastronia. O vinagre de Jerez é mesmo algo abençoado por Deus. Neste preparo, foram utilizados tomates italianos, dentes de alho, azeite de oliva extra virgem e claro, o vinagre de Jerez.

O polvo foi cozido em água salgada e posteriormente retirada a pele. Feito isto parti para o processo de congelamento dos tentáculos em rolinhos. Depois de umas 12 horas de frizer, Uepa!! Estava pronto para ser fatiado e agregado ao vinagrete sem se desfazer.

Nas colheres individualizadas, pequenas porções do vinagrete e uma porção do polvo.

Algo realmente para se degustar de joelhos.


Foto Carlos Baldo

Recomendo.

domingo, 28 de novembro de 2010

Pérolas olivas

Quero o mundo,

Aquecer panelas girar colheres,

Sentir aromas perfumes ardências.

Trabalhar a massa, fazer o pão.

Talhar a carne,

Tornear legumes,

Trançar os fios

Talharim escaldar.

Quero o mundo,

A girar no dedo,

A pizza a se abrir, leve

Girando girando.

Bailando no ar,

O disco,

Voa de mão a mão

Recebe tua alma em nuvens de trigo.

Refogar a carne,

Suar a cebola,

Deitar o azeite,

O quanto baste.

Ouro liquido,

Amarelo esverdeado,

Por entre grãos de arroz,

Percorre fundo envolvendo

Um a um.

Sabor sabores,

Picante frutado

Aroma de terra arada

Galhos floridos. Varas em punho.

Chicoteia pequenas

Pérolas verdes olivas

A vida transforma

Tua alma em prazeres.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mini pães de nozes.


Foto Carlos Baldo

Também na linha da pesquisa, estes pãezinhos de nozes e castanha do pará ficaram muito bons!!!! ficaram super macios e preparei um recheio a base de ricota defumada , temperada e macerada com azeite de oliva e azeitonas.

Os pães ainda são uma incógnita para meu estomago. Dependendo dos ingredientes e do tempo de fermentação da massa, o organismo não aceita bem.

Estes cairam muito bem, e como sugestão do amigo Cacá Borges ( Grande Chefe e mais uma vez papai de uma linda menina - Maria Alice) , um bom tinto caiu muito bem.



Foto Carlos Baldo

Este ai já foi preparado em forma de 20 cm, fatiado com lascas de bacalhau e regado a um bom azeite 0,2% de acidez........... imaginem no que deu. !!!!!!!


domingo, 23 de maio de 2010

Sfogliatine alle fichi, brie, prosciutto e mela verde in salata


Foto - Carlos Baldo

Sfogliatine alle fico, brie, prosciutto e mela verde in salata, mesmo estando no outono, uma saladinha sempre vai bem para manter o rítimo das coisas.

Esta ai, além de ser bem diversificada , trás um mix de sabores e texturas fantástico. A começar pelo Sgogliatine com recheio de figo fresco, queijo brie e prosciutto ibérico e maçã verde. Assado em forno a 220º, a massa filo mantém a crocância e a maciês de seus ocupantes. O queijo brie derrete mas não escapa, acaba por envolver o figo e a maçã verde com o prosciutto.

Por fora, mais 1/2 figo, framboesas, brócolis, tomatinhos, couve-flor e as maravilhosas mini alcachofras, macias e saborosas. Alcaparras constratam com o doce natural das framboesas e o azeite extra virgem é um Pérez Arquero de 0,1%. Temperados com flor de sal é claro.

Simples, mas marcante .

A receita esta no site:

http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1711/sfogliatine-all

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Salada Butterfly


Foto - Carlos Baldo

Verãozão..... Saladão.......opção.....



Foto - carlos Baldo

Muito bão......



Foto - Carlos Baldo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Salada Via Ápia


Foto - Carlos Baldo

Musse de espinafre, morango, manga, uvas, Kani, alface, pétalas de rosas, azeite aromatizado, nozes, tomates vermelhos e amarelos, cream cheese..........

Uma bela e rica salada para uma noite quente de verão ou para um almoço aos 32º.

Aprovada?!!



Foto - Carlos Baldo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Medaglione di semola e la carota in olio d'olive e basilico


Foto - Carlos Baldo

Um maravolhoso medalhão de semola GD. al dente aromatizado com azeite de oliva extravirgem com cenoura e manjericão fresco.

Uma massa extra fina, leve e saborosa. Cuidadosamente trabalhada para ser gravada em forma e encantar no visual do prato.

Um prato de fino acabamento e texturas leves.

Mais adiante apresentarei esta massa com outras colorações e azeites de acompanhamento.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

La focaccia Genovese


Foto - Carlos Baldo

Coisas que agradam ao paladar e não são misteriosas de fazer. Trabalhosas sim mas não complicadas.

A focaccia é uma delas, vai bem no café da manhã, no meio da manhã, num lanche no meio da tarde ou no final acompanhada de uma cerveja, neste calor.

Foto - Carlos Baldo

Esta é tradicional, farinha, óleo de oliva extra virgem, levedura de cerveja, sal e água. É a focaccia branca, a tradicional, daí as variantes podem ser muitas outras. Aqui eu usei tomatinhos italianos para fazer a apresentação desta.

Dentro das tradicionais variações temos a cebola, o alecrim, o tomate, o orégano, o manjericão.

Foto - Carlos Baldo

Para assar, forno a 200º até 230º por cerca de 20 minutos. Depende do forno. Se for um semi ou industrial, cerca de 200 º por 15 minutos.

Só temos de respeitar os tempos de descanso da massa.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

File com batata brava


Foto - Carlos Baldo

Transformado em um prato simples mas com sabores sensacionais, este filé acompanhado com estas batatinhas ficou muito bom.

Um pouquinho de trabalho no preparo das batatinhas, contudo valeu a pena. Fica leve, saboroso pelos ingredientes, atrativo aos olhos.

O azeite aromatizado com manjericão também foi preparado por mim. Faz parte do meu arsenal de tranqueiras da minha cozinha e experiências.

A receita completa esta no site:
http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1426/file-com-batata-brava

sábado, 12 de setembro de 2009

Onde está o Salmão????

Acredito que o salmão deva ser um dos peixes mais versáteis que temos a disposição.
Foto - Carlos Baldo
Desta vez preparei um assado, sem muito preparo. Como destas vezes em que abrimos a geladeira e olhamos na dispensa e vamos lançando mão do que nos vem à frente.

Cenouras, tomates, cebola, batatas, azeitonas e temperos frescos, salsa, cebolinha, manjericão, alecrim e tomilho. Sal grosso, um pouco de manteiga e muito azeite de oliva extra virgem.
As batatas e as cenouras, dei uma pré-cozida, já que o salmão é muito macio e seu tempo de cocção muito rápido.
Depois de envicerado, fiz um buquê de ervas e manteiga e depositei no seu interior.
Este ai tinha 01 kg e 400grs. Em 50 minutos e forno a 170º estava no ponto. A cama de cebola e tomates ajuda no processo de cozimento no forno e evita que o peixe grude na assadeira.
Simples, prático e faz muito bem para a saúde.

sábado, 1 de agosto de 2009

Pomodori secchi

Tomate seco
Tentador. Atrativo que nos leva a compulsão. Versátil na cozinha, este fruto preparado desta forma nos permite desenvolver inúmeras receitas tendo como base ou mesmo como complemento ou simplesmente elemento de finalização ou acabamento de um prato.

De sabor adocicado e picante, os temperos utilizados darão ao final do tempo de maturação de repouso, o sabor tão esperado. Também não podemos deixar de considerar a procedência e a qualidade do azeite de oliva utilizado para este repouso.

Já falei anteriormente, nos índices de acidez dos azeites, e isto faz também uma grande diferença no sabor final. Prefiro utilizar os de acidez igual ou inferior a 0,5%.

O tomate seco, o fruto desidratado e misturado a temperos como alho e ervas e na infusão de azeites de oliva, já é um produto comum nos supermercados e casas especializadas em produtos gourmet. O que nos trás certa praticidade cotidiana.

Só não podemos deixar de lado é o prazer do artesanal, das técnicas familiares, das receitas e dicas passadas de geração a geração.

Essa é uma típica metodolo-gia italiana sulista da região mediterrâ-nea, onde o sol é o grande parceiro nesta preparação original dos “pomodori secchi”. Quase uma decoração obrigatória das varandas das casas e vilas da região abaixo de Nápoles, indo até a Sicília.

A idéia original era simplesmente a de conservar os frutos para consumo futuro. O que não se imaginava é que isto seria transformado em uma iguaria apreciada por milhares de pessoas ao redor do mundo.

Hoje, o forno faz o papel do sol do mediterrâneo, para aqueles que apreciam o trabalho e sentem o prazer da sua feitura.

As grandes recepções foram sem dúvida o grande fator de divulgação destes tomates, principalmente a partir da década de 1980, tornando-se moda servi-los de inúmeras formas em seus pratos. Pela apresentação, cor, aroma e sabor, agradaram a todos.



Tem quem aprecie no sanduíche, no risoto, decorando saladas, servido como entrada... A versatilidade do tomate seco ganhou o mundo e já não guarda muitos segredos.



Cada unidade de tomate seco tem cerca de 40 calorias, o caso é que o preparo do tomate seco leva açúcar (cerca de meia xícara para cada quilo de tomates) e ainda é conservado em azeite, um óleo que faz bem ao organismo, mas contém muitas calorias também.

Seria o equivalente a uma colher de maionese. Só que podemos comer uma colher de maionese e nos dar por satisfeitos, mas já com os tomates, difícil ficar somente com uma unidade.

O importante, na realidade, é não descaracterizar a originalidade e simplicidade da receita, que se trata de um verdadeiro patrimônio para os italianos.
Usando bons ingredientes para o tempero, ele pode ficar ótimo feito no forno – mas nenhum tomate seco produzido assim já se assemelhou àquele seco ao sol.

A elaboração de tomate seco depende da variedade usada. Devem-se usar frutos com casca mais grossa, com menos sementes e mais firmes. No Brasil é possível encontrar tomates com essas características, ‘tipo italiano’. Os tomates do tipo “Débora” “Andréia” também ficam bastante razoáveis e rendem um tomate seco de boa qualidade.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O azeite

Ou o ouro líquido como é chamado, é o símbolo de terras, de histórias, da gastronomia em sua essência. A história do azeite é a história da cultura mediterrânica e do Sul da Europa, onde está situada a província de Cádiz (Andaluzia). Nesta zona encontram-se os moinhos mais antigos, segundo documentos escritos de tempos imemoriais. Madoz, na sua famosa enciclopédia no Século XIX, elogiava o frutado e a qualidade dos azeites destes territórios.

Nesta, chamada, separei alguns exemplares deste óleo vegetal, a ordem aqui não expressa importância nem valorização comercial. Vou me ater às propriedades ligadas à gastronomia:

1- O Azeite Pata Negra é o resultado da prensa a frio das melhores olivas espanholas. Traduz um aroma típico dos melhores azeites do mundo e um sabor característico da Espanha, forte e picante. Situada em Tortosa, Tarragona, esta região apresenta as melhores condições para cultivo e preparo deste brilhante azeite. É recomendado o uso para todo o tipo de aplicação na culinária. Em saladas, patês, pratos especiais, ou até o mais típico dos pratos Espanhóis, as Paellas.


2- O Andorinha Vintage - Português. O vintage é um azeite único, produzido com azeitonas colhidas à mão, no período exato de maturação. Por isso é um azeite nobre, de aroma frutado, em edição limitada e que deve ser servido em ocasiões especiais. Ou em ocasiões que você quer transformar em especiais. Para que a qualidade do azeite não seja afetada, as azeitonas são colhidas, lavadas e prensadas em até 24 horas. Para não correr o risco de perder as características de sabor e aroma dos frutos.


3- O Andaluzia - Da região de Andaluzia Este e outros da região adquiriram o certificado de Origem protegida. O que significa que é impossível produzir igual ou semelhante fora da região a que deu o nome. Isto devido a inúmeros fatores geográficos de relevo e clima.



Aqui vão algumas regiões de destaque da Andaluzia:

Azeite de Montes de Granada: da província de Granada - É produzido com técnicas que respeitam o meio ambiente, já que se trata de uma região fria, de altitude considerável e, portanto com pequena incidência de pragas, o que permite reduzir a utilização de defensivos. A degustação recorda azeitonas frescas, erva recém cortada, figo ou tomates verdes. É um azeite encorpado e um pouco amargo, predominando as tonalidades verdes sobre as douradas.


Azeite de Sierra de Cazorla: da província de Jaén - Junto do baixo Aragón, essa a mais nova denominação de origem espanhola. A área de produção está localizada no sudeste da província de Jan, na Andaluzia. Cobre os azeites extra virgens feitos de azeitonas da variedade Picual, como característico da região. Esses azeites são verde-amarelados, com um intenso sabor de fruta fresca (maçã, figo ou amêndoa) e um leve amargor e ardência.


Azeite de Sierra de Segura: da província de Jaén - Esse distrito fica no nordeste da província de Jaén, na Andaluzia. A denominação cobre azeites de oliva obtidos de azeitonas das variedades Picual, Verdala, Royal e Manzanillo. A azeitona manualmente colhida e o azeite tem aromas e sabores surpreendentes e algumas vezes um tanto picantes.

Azeite de Sierra Mágina: da província de Jaén - Esse distrito localizado dentro do natural parque de mesmo nome, no sul da província de Jaén. A denominação cobre os azeites extraídos de azeitonas das variedades Picual, Manzanillo de Jaén. Esses azeites são muito estáveis, muito frutados e levemente amargos. Sua cor varia do verde brilhante ao amarelo-ouro, de acordo com o grau de amadurecimento no momento da colheita e a localização da oliveira dentro do distrito.


Azeite de Baena: da província de Córdoba - Essa denominação cobre a área sudeste da província de Córdoba, e os azeites extra virgens são feitos base de azeitonas das seguintes variedades: Picudo ou Carrasqueno de Córdoba, Lechin, Chorruo ou Jarduo, Hojiblanca e Picual. As azeitonas são colhidas manualmente ou mecanicamente. Cerca de 30% da produção dessa região coberta por essa denominação. O azeite frutado, com reminiscências florais, com um leve toque de amargo e excepcionalmente bem equilibrados sabores.

Azeite de Priego de Córdoba: da província de Córdoba - Essa denominação cobre azeites extra virgem obtido de Picual, Picudo e Hojiblanca do sudeste da província de Córdoba, perto dos limites com Jan e Granada. O azeite tem um intenso aroma frutado, com insinuações de maçãs e amêndoas, um toque de amargor e uma suave ardência residual.

4- Da região da Catalunha

Azeite de Garrigues: da província de Lleida - Essa denominação cobre as variedades Arbequina e Verdial. A área de produção estende-se pelo sul da província de Lerida. As azeitonas são colhidas manualmente e da origem a dois tipos característicos de azeites dependendo do grau de amadurecimento do fruto: azeites frutados (produzido com azeitonas colhidas prematuras, originando um azeite verde com corpo e um sabor picante e que remete a amêndoas) e azeite doces (feito de azeitonas maduras, que resultam em um azeite amarelo intenso, mais fluido e de sabor mais doce).


Azeite de Siurana: da província de Tarragona - Essa denominação protege azeites obtidos de azeitonas das variedades Arbequina, Royal e Morrut, que crescem em uma faixa de terra perpendicular ao Mediterrâneo, na província de Tarragona. As azeitonas são colhidas manualmente e, assim como acontece com a denominação Les Garrides, podem resultar em azeites frutados ou doces dependendo do grau de amadurecimento da fruta na colheita.

5- Da regio da Extremadura

Azeite de Monterrubio: da província de Badajoz - Essa denominação elaborada com um mínimo de 90% das seguintes variedades: cornezuelo, picual e jabata. A região produtiva se situa no extremo da comunidade de Extremadura, região de invernos frios e verões escaldantes e secos. Clima apropriado para a obtenção de frutos que resultam em azeite de grande personalidade (frutado, aromático, ligeiramente amargo e picante) com uma cor amarela esverdeada e grande estabilidade e pureza (acidez inferior a 0,5, índice de peróxido inferior a 19 e impurezas abaixo de 0,1%). A coleta manual e feita diretamente na oliveira.


Azeite de Gata-Hurdes: da província de Cáceres - Essa região cultiva oliveiras desde os tempos do Império Romano. A qualidade dos azeites muito apreciada, sendo a comarca conhecida como o “país do azeite de ouro”. Elaborado a partir da variedade Manzanilla Cacereña. O azeite mantém o sabor do próprio fruto, baixo ou nenhum amargor e pouco picante. A cor, amarelo ouro quando o fruto está maduro.


6- Da região de Aragon

Azeite do Baixo Aragon: das províncias de Teruel e de Zaragoza - As províncias de Zaragoza e Teruel, na região de Aragón, são as áreas onde se desenvolvem os azeites extravirgens protegidos por essa denominação de origem. São extraídos da variedade Empeltre (mínimo de 80%), Arbequina e Royal. Sua cor varia entre amarelo-ouro e amarelo intenso. O sabor frutado no início da colheita, com um leve sabor de amêndoa, sem amargor, e um leve toque de doura e ardência.


7- Da Castilla-La Mancha

Azeite de Montes de Toledo: das províncias de Ciudad Real de Toledo - A área de produção fica no centro da Espanha, na comunidade de Castilla La Mancha. Essa denominação protege os azeites extra virgens extratos da variedade Cornicabra. Caracterizada pela grande estabilidade (devido ao alto conteúdo de polifenois) e pela cor que varia entre verde-ouro e verde-claro. O aroma frutado e o sabor delicado, com um leve toque de amêndoas.


8- O Azeite Néctar, de cor Amarela dourado, própria de azeites obtidos de azeitona bem amadurecida. Apresenta Acidez Máxima 0,4%, o que torna este azeite facilmente digerido pelo organismo. Sabor frutado, doce e suave, ligeiramente picante. Final com tons de amêndoa.
Sugestão de uso: Ideal para utilização em cru, em saladas, vegetais, maionese, bem como todo o tipo de peixe grelhado ou cozido.



9- Semente de uva- O jeito natural de se sentir bem é encorpado pelo Azeite de Semente de Uva Olitalia. Com seu raro e delicado sabor, este azeite é uma companhia natural perfeita para uma comida saudável e saborosa. Ideal para cozinhar, o azeite de semente de uva ajuda nosso corpo a manter a forma. Não possui colesterol, aditivos nem conservantes. Seu conteúdo é baixo em gorduras saturadas, que não são assimiladas pelo nosso organismo. Além disso, é rico em gorduras poli-insaturadas, ajudando no trabalho cardíaco.


10- Da zona de produção de Óleo extra virgem de oliva Redoro vem um produto na zona culinária de Verona, no Monte Lessina e de outras vizinhanças de outros declives do Lago de Garda. A posição, a altitude e a natureza calcária deste terreno dão início particular à cultura do óleo, apresentando um clima misto, ideal para a cultura de oliveiras, durante todo o ano. Garda DOP e Veneto Valpolicella DOP, dois grandes óleos extra virgem de oliva. Redoro recebeu a Denominação de Origem Protegida para estes dois produtos, certificação que assume grande valor e consideração de fato que Redoro é a única empresa com o desdobramento da própria marca para o fator de denominação de origem protegida como Garda e Valpolicella.


Classificação dos azeites de oliva virgem

A partir da prensagem de azeitonas maduras obtém-se o azeite de oliva virgem, que é tratado exclusivamente por processos físicos: lavagem, moagem, prensa fria e centrifugação. O resultado é um produto não fermentado de baixa acidez (no máximo 2º). A União Européia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:

1- São considerados azeites extra virgens aqueles cuja acidez é menor do que 0,8 % e que apresentaram atributos positivos suficientes em testes sensoriais. São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas. Industrialmente podem ser misturados com outros tipos de azeite.

2- Os azeites de oliva com acidez entre 0,8% e 2% são conhecidos como azeite de oliva virgem. Na sua comercialização podem receber o epíteto fino. Seu principal uso é o culinário e quando usados industrialmente são mesclados com outros tipos de azeite.

3- Os azeites com acidez maior do que 2% denominam-se azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.

4- Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinado ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.
5- A mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atendê-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extra virgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.
Micro componentes dos tipos de azeite de oliva.

O processamento do azeite de oliva influencia na concentração de antioxidantes, substâncias que protegem o organismo contra agentes externos e no desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares e o câncer.

O azeite de oliva extra virgem contém uma maior concentração de antioxidantes do que os azeites de oliva refinados. Os principais antioxidantes do azeite de oliva são os derivados fenólicos (tirosol e hidroxitirosol), esteróis livres e seus precursores, o esqualeno. O azeite refinado em função de seu processamento perde uma parte desses micro componentes, mas mantém a mesma composição de ácidos graxos dos azeites virgens. Veja as diferenças:

1- O azeite de oliva extra virgem tem 330 mg de vitamina E/kg e 400 compostos fenólicos diferentes.

2- O azeite de oliva refinado contém 220 mg de vitamina E/kg e 80 compostos fenólicos. A menor concentração de compostos fenólicos e vitamina E do azeite refinado diminuem a estabilidade do produto quando comparado com o virgem.

A composição de ácidos graxos, responsável por importantes benefícios à saúde, é semelhante nos dois tipos de azeite.


http://www.redoro.it/
http://www.olitalia.it/
http://www.nektar.pt/site/pt/php/azeite.php
http://www.azeite.com.br/article.php?recid=3577
http://www.e-azeite.com.br/
http://www.azeiteandorinha.com.br/
http://www.rafael-eu.com/-Andalucia-.html