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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Filé de Badejo defumado ao Mediterrâneo.


Ingredientes:

Filés de Badejo defumado;
Tomates sweetgrape;
Cebola;
Folhas de manjericão
Rodelas de limão siciliano;
Pimenta do reino branca;
Flor de sal;
Azeite de oliva;
Tomilho fresco;
Nirá.
Papel manteiga.
Papel alumínio.

Preparo:
Forre uma assadeira com papel manteiga. Corte a cebola em rodelas de cerca de 0,5 centímetros. Tempere os filés só com pitadas de pimenta do reino branca e flor de sal. Acomode os filés sobes a cama de anéis de cebola. Sobre os filés coloque alternadamente folhas de manjericão e tomatinhos sweetgrape. e termine a sequência com uma rodelinha de limão siciliano. Regue com azeite de oliva.
Abafe com uma folha de papel alumínio e leve ao forno pré aquecido a 180º por 5 minutos. Retire o papel alumínio e deixe mais 8 minutos.
Sirva com as rodelas de cebola por baixo do filé. Adicione o raminho de tomilho para decorar o prato.O líquido do cozimento no forno pode ser utilizado como molho também para os acompanhamentos (arroz branco).

Bom apetite.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Espuma de atum



Espuma de atum com veludo de abobora semente de papoula e tomatinho sweetgrape com flor de sal.

Momentos em que a técnica requer mais do feiticeiro. Não é magia, nem feitiço. A ideia era produzir algo tão aerado que ao fazer contato com a lingua pudesse desaparecer de forma não convencional.

Com textura agradável, sabor marcante e que proporcionasse um visual mais intrigante. A insustentável leveza do ser se materializou meste bocado.

O creme de veludo foi preparado com abóbora e deu sustentação ao cabochon de sweetgrape.

Sementes de papoula sempre dão um toque de requinte e um sabor único. A apoteose dos sabores ficou a cargo dos cristais de flor de sal.

Acompanhando esta arquitetura, usei uma J.P. Chenet - Blanc de Blancs - Brut.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Penne alla Doni


Pode ser simples, mas foi especial. Esse amigo que até então virtual mas que sempre demonstrou ser um profissional de altissima qualidade. Nos últimos dias participou de um trabalho de fazer babar qualquer um. Só pessoas de coração nobre e realmente de valor sabem o que isto significa. Um grande abraço amigo.


Amigo, eu poderia ter queimado fosfato para elaborar algo sofisticado. Mas Seu trabalho e dos demais que estavam juntos por si só já é um trabalho de alta gastronomia.

Penne alla Doni.

Penne rigate

2 dentes de alho picadinhos

½ pimenta dedo de moça desidratada

1 tomate médio sem pele e sem sementes

Brócolis fresco

Azeite de oliva QN

Água para cozimento.

Sal

Queijo parmesão ralado

Preparo:

Pique o alho junto com a pimenta dedo de moça desidratada e refogue em azeite de oliva. Junte o tomate picado em cubinhos e deixe por cerca de 2 minutos refogando. Reserve.

Cozinhe o penne em água abundante com um fio de óleo e salgada. Al dente.

Retire dos talos de brócolis as fibras superficiais e mergulhe-os em água fervente por 4 minutos. Escorra e passe por água fria para interromper o cozimento. Reserve.

Após o cozimento, escorra o pene e adicione o refogado de alho, pimenta e tomate e junte o brócolis. Regue com azeite e polvilhe queijo parmesão.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Aruanã em crosta de aliche e Cream Cheese e bottarga ralada com tempurá de legumes.



Aruanã em crosta de aliche e Cream Cheese e bottarga ralada com tempurá de legumes. Geléia de tamarindo e redução de balsâmico.

O Aruanã é um peixe encontrado nos principais rios da bacia amazônica e alguns do Mato Grosso e Goiás. Pertence à família do Pirarucu, tem o corpo alongado, atingindo cerca de um metro e até 5 Kg. de peso.

É comercializado já filetado e separado em unidades. Carne macia, delicada e magra. Um excelente pescado para empanar, fritar, compor pratos leves e de sabores intensos.

O tempurá de legumes, com brócolis, vagem e tomates. Saborizando e completando o prato a geléia de tamarindo e a bottarga ralada.

O filé foi cortado em diagonal, e mantendo o quilíbrio geométrico das peças.

domingo, 24 de julho de 2011

Bombom de cottage com damasco turco, Tetê de Moine.



Bombom de cottage com damasco turco, Tetê de Moine.

Uma pequena jóia, uma delicadeza aos olhos do degustador. Pela simplicidade da apresentação e pela generosidade de sabores e texturas aplicadas. O queijo cottage, de suave sabor e cremosidade, foi montado em aro com camada de carpaccio de damasco turco, e coroado por crocante de pão e uva itália pelada, pérola de confit de alho poró e rum rubi de tomate seco. Ao seu lado uma girolle ou piruette de Tetê de Moine.

Tête de Moine é um queijo suíço. Seu nome, que significa "cabeça do Monk", é derivada de sua invenção e produção inicial pelos monges da abadia de Bellelay, localizado na comunidade de Saicourt, distrito de Moutier, na zona montanhosa do Jura Bernese, a-Francês falando área do cantão de Berna.

O queijo é comido de uma forma incomum: ele deve ser cuidadosamente raspada com uma faca, a fim de desenvolver os seus sabores perfumados.

Tête de Moine é atualmente produzido por menos de 10 queijos laticínios da Montanhas Jura área de Porrentruy, Distrito de Franches-Montagnes, ambos situados no Cantão de Jura, bem como em Moutier e Coutelary, no Jura Bernese.

Os monges começou a fabricar o queijo mais de oito séculos atrás. Escritos a partir de 1292 atestam que o queijo dos abades de Bellelay tinha adquirido tal reputação que ele foi usado para pagar os royalties dos criadores de gado para os proprietários das explorações, para regular litígios, sendo oferecido como presente ao príncipe-bispos de Basileia ou até mesmo como moeda. O queijo foi nomeado Tête de Moine dois séculos atrás por soldados da Revolução Francesa, que, tendo expulsado os monges, descobriu as moedas de queijo armazenado no fundo das adegas de grandes dimensões. Eles adotaram a forma de raspagem queijo para consumi-lo com a tonsura de um monge.

O queijo contém leite de vaca vintage e totalidade, ou seja, um queijo com meia-cozidos ou semi-rígido colar pressionado. Seu peso médio é de 850 g, mas alguns podem ir até 2,5 kg. É caracterizada por uma forma cilíndrica de que a altura é responsável por 70 a 100% do diâmetro. É excelente com vinho branco seco, depois de ter sido amadurecida por um mínimo de 2 meses e meio na prancha abeto pequena.

Desde maio de 2001, tem desfrutado de um " Appellation d'origine contrôlée" (AOC). Exportado em todo o mundo, é o cartão de visita da tradição do queijo making-of Swiss Jura.

Em 1982, o Girolle foi inventado, um aparelho que faz com que seja possível fazer "rebite arruelas de Tête de Moine" girando um raspador em um eixo plantadas no centro do queijo. Este aparelho deu um impulso adicional ao consumo deste queijo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tomates secos molhados.



Verdade, Tomate seco não tem de ser seco. O que se encontra por ai são cascas de tomates que parecem pedaços de algo sem gosto e duros de tanto secar. Alguns me fazem lembrar de borras de óleo na areia das praias.

Depois de secos devem ter ainda suculência e polpa para serem apreciados. E ao serem incorporados em algum prato devem levar algumas características deste fruto alucinante. Ao ser colocado em repouso em ólio extra virgem, os tomates absorvem esta úmidade e nos faz delirar ao sentir explodir na boca sabores desta conserva dos deuses.

Não é modéstia mas os tomates que preparo são realmente o retrato desta descrição.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Alcachofras com pappardelle ao molho mediterrâneo.





Uma flor. Uma rainha das flores comestíveis. Sua própria forma de coroa com pétalas rijas e imponentes lhe dão esta condição de rainha. De preparo tecnicamente simples e ao mesmo tempo sofisticada à mesa, esta soberana, se destaca em qualquer apresentação gastronômica.

Das pétalas ao seu coração, uma série de pensamentos, sabores e emoções vão se formando e acolhendo os comensais.

A alcachofra é uma verdura mediterrânea, conhecida desde os tempos antigos entre os gregos e os árabes. Desta verdura, na verdade o que comemos são as flores, esta coroa que vemos são pétalas que se desenvolvem ao redor de uma florescência na região central onde se localiza o que chamamos de coração da alcachofra.

A flor de maior cobiça é a que se destaca no ramo central, chamamos de "mãe", e as que brotam nos ramos laterais, são chamadas de "netos". Estas são muito apreciadas na culinária italiana na confecção das conservas " I carciofini sotto'olio" são preparadas com estas pequenas alcachofras netas.

As alcachogras tem sua origem na àsia, estas iguarias exóticas chegaram aos portos brasileiros no final do século passado, através dos imigrantes italianos.

Saborosas e nutritivas, eram malvistas na frança e consideradas afrodisíacas, já que Catarina de Médicis, esposa do Rei Henrique II, era apaixonada por alcachofras. Seu comportamento não era lá muito exemplar, por isto acabaram proibindo as m,ulheres de consumir alcachofras.

E também muito sensual e provocativa na sua forma de ser consumida. Uma vez que temos que despila para chegar ao coração.

Na antiga medicina, as propriedades medicinais e teraéuticas desta planta, era utilizada como alternativa para a cura de febres, doenças renais e reumáticas.
Valor nutritivo
Cada 100g de sua parte comestível contém:
Calorias 79 kal
Proteínas 2,6g
Carboidratos 16,7g
Gorduras 0,2g
Vitaminas
A (retinol) 2,2mg
B1 (tiamina) 0,250mg
B2 (riboflavina) 0,12 mg
B3 (niacina) 0,8mg
C (ácido ascórbico) 7,5mg
Minerais
Fósforo 87mg
Cálcio 39mg
Ferro 1mg




Foram preparadas com um recheio a base de queijo Pecorino Sardo e Parmesão Regiano. Por entre as pétalas foram colocados bons bocados destes queijos, misturado com flocos de pimenta dedo de moça, e alho laminado.



Acompanhando esta maravilha, um pappardelle de massa fresca com um molho preparado a base de abobrinha italiana, alcaparras, berinjela em cubos, tomates cereja em quartos, folhas de manjericão e alho porro. Estes ingredientes foram puxados em azeite de oliva e agregados à massa.

Um belo e rico prato típico da gastronomia Siciliana.

domingo, 17 de abril de 2011

Tagliatelle alla Napoletana con il fruti di mare





Uma pasta fresca, preparada com farinha de trigo 00. Fina, macia e suave, com três minutos de cocção estava no ponto.

Para acompanhar tomates pelados ao molho e folhas de basílico. Mexilhões, camarões, retalhos de salmão e tomatinhos cereja completaram este prato, com perfume e cores de Napolis todos os comensais se deleitaram em puro prazer gastronômico.

O acompanhamento ficou a mercê do Vinho LA VALENTINA TREBBIANO D'ABRUZZO BRANCO 2008 DOC. A região de Abruzzo, com suas noites frescas, dá condições da Trebbiano se exprimir na totalidade, fornecendo vinhos brancos equilibrados, florais e frutados, com frescor e volume na justa proporção. 95% Trebbiano; 5% Chardonnay Avaliação: GR(1) Acompanhamento: Risotos, Aves, Queijos, Peixes e Massas. LA VALENTINA A topografia montanhosa, com maciços que chegam a 3000 m de altitude, e a proximidade com o Mar Adriático criam áreas com condições climáticas privilegiadas - dias quentes, com boa ventilação e noites frescas - para a produção de vinhos intensos, equilibrados e diferenciados na região de Abruzzo. Quando alguns produtores souberam aproveitar essas condições focando em qualidade, basicamente no início da década de 90, seus vinhos começaram a despontar ocupando hoje uma posição de destaque no cenário vinícola italiano.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tâmaras recheadas




As tâmaras, furutas extremanente saborosas e de história milenar. Consumidas nas regiões da Asia menor, e oriente médio e também no continente Africano, estas frutinhas a pelo menos 6000 anos estão nos hábitos do homem.

A designação do género (Phoenix) é aliás o termo grego para a palmeira-tamareira e está relacionado não com a ave mítica renascida das cinzas mas com a Fenícia donde os gregos pensavam que era originária.

Dactylifera vem da palavra grega dactylos, que significa dedos, embora na antiga língua dos hebreus e sírios dactylifera, já seja o nome dado à tamareira.
Este nome é conhecido desde os tempos de Theophrastus (famoso botânico grego 370-285 DC).

Em árabe, a palavra tâmara significa realmente dedo de luz (douglat nour), lembrando a forma e a transparência luminosa dos frutos da tamareira.

Em árabe, a palavra tâmara significa realmente dedo de luz (douglat nour), lembrando a forma e a transparência luminosa dos frutos da tamareira.

As tâmaras, devido ao alto conteúdo de hidratos de carbono simples e complexos (72%) constituem um alimento muito energético (274 Kcal por 100 gramas de tâmara seca). São ideais para aqueles que precisam de muita energia, como crianças e esportistas.

Falando em esportes, as tâmaras são ricas em potássio (790 mg por 100 g de tâmara seca), cobre (0,24 mg), magnésio (65 mg) y cálcio (59 mg).

Além disso, pelo seu conteúdo em açucares complexos, são metabolizadas pelo organismo de forma demorada. Isto é uma qualidade interessante quando temos que manter um ritmo intenso de esforço físico ou mental por um período longo de tempo (esportes de resistência ou probas de longa duração).

As tâmaras são também ricas em ácido pantoténico o vitamina B5, conhecida pelos seus efeitos tranqüilizantes. Assim, têm quem chame as tâmaras de “doses naturais de anti-estressante” pela capacidade que tem de relaxar e proporcionar uma sensação de bem-estar. Também pode ser interessante comer algumas tâmaras antes de dormir por conter triptófano que estimula a formação de melatonina, que pode contribuir a conciliar o sono e evitar a insônia.

Para quem quizer uma análise mais detalhada das propriedades nutricionais da tâmara, recomendo visitar a página da Nutrition Data (em inglés).

Muitas das virtudes curativas das tâmaras já eram conhecidas e aproveitadas na antiguidade. Hoje em dia essas propriedades tem sido confirmadas e tem se descoberto que grande parte delas se deve à riqueza destes frutos em celulose e frutose.

Ricas em ferro, são aconselhadas para quem padece alterações hepáticas e anemias. Devido ao alto conteúdo de celulose e outra fibras se recomendam nos casos de intestino preso por atuarem como suave laxante.

As tâmaras estimulam o apetite, resultando assim muito benéficas nas aflições intestinais e estomacais associadas à inapetência.
Ricas em vitaminas A, B, C e minerais como cálcio, ferro e potássio. Livres de colesterol são um aliado magnífico na luta contra o câncer.

As tâmaras são eficientes defensoras do organismo frente a gripes, viroses e outras infecções, tanto do aparelho respiratório como urinário.

As tâmaras são chamadas dátiles em espanhol e dates em inglês. Já as tamareiras são Palmeras datileras em espanhol e Palm date em inglês.O teor de umidade e os teores de açucares solúveis dos frutos, quando atingem o estádio final de amadurecimento (Tamar), permitem classificar as tâmaras em três categorias: tâmaras moles, tâmaras semi–secas e tâmaras secas.
O teor de água dos frutos da tamareira pode variar de acordo com o grau de maturação, porém depende também da característica varietal: as tâmaras moles, em estádio tamar, apresentam teor de umidade geralmente superior a 30%; as tâmaras semi-secas entre 20 e 30% e as tâmaras secas menos de 20%.
Independente da variedade, quando a tâmara atinge o final do amadurecimento, mais de ¾ de sua composição é constituída pelos açucares solúveis. Já foi constatado que as tâmaras moles, contém muito pouco ou nenhum açúcar não redutor (sacarose); as tâmaras semi-secas, possuem em torno de 1/4 de açucares não redutores e ¾ de açucares redutores (frutose e glicose); e as tâmaras secas, apresentam aproximadamente 1/3 de açucares não redutores e 2/3 de açúcares redutores.
Fonte: Embrapa.




Estas foram Tâmaras recheadas com musseline dijon, pimeta caiena ceboulet e lasca de tomatinho.

Preparadas e apresentadas em colheres degustação.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Robalo alla Costiera Amalfitana



Uma das regiões mais admiráveis da nostra Itália. A Costa Amalfitana, um paraiso do mediterrâneo que nos brinda com as mais diversas peculiaridades de uma terra cheia de diferentes aspectos. Sendo um de seus maiores atrativos a gastronomia.


Foto - LePaladin

Este robalo foi inspirado nesta região e nele, utilizado o que de mais característico podemos ali encontrar. Tomates, alcaparras, azeitonas pretas, alho, cebola e pimentão.

O peixe foi preparado em molho de mostarda com mel e azeite extravirgem de oliva 0,3% de acidez e especiarías também de águas do mediterrâneo, porém um pouco mais para a região do Egeu setentrional. Forno baixo para não secar, dando o tempo necessário ao confit.


Foto - Carlos Baldo

Um confit preparado em um tinto encorpado e frutado, a combinação de Mare & Monti aguçando o paladar e exalando odores de profundo momento de extase. Tomates italianos frescos sem pele.

Na cebola um truque da minha avó, que não era da região da Campania mais vizinha a ela, na Calabria. A cebola cortada só nas extremidades para não abrir e cravos da índia para perfumar o confit.

O melhor de um prato assim é que ele te transporta para o cenário proposto e te faz deleitar com os prazeres da gastronomia e exaltar a beleza da natureza regional.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Uma pasta a espanhola



Hoje sou Galês, sou Basco de Navarra e Aragão. Sou um Quixote andante, da Catalunha a Valencia e de Murcia Andaluzia. Brisa de Extremadura, Castela e Leão. Das Asturias, Cantabria e La Rioja nem principe sou, que dirá um nobre. De Madrid a Catella La Mancha, Dulcineia há de estar e provar a massa de um pobre cozinheiro.
HOLA SOY DE GALES,SOY VASCO DE NAVARRA Y ARAGÓN. SOY UN QUIJOTE PEREGRINO, DE LA CATALUÑA HASTA VALENCIA Y DE MURCIA HASTA ANDALUCÍA. BRISA DE EXTREMADURA, CASTILLA LEON Y LA RIOJA NO SOY PINCIPE, TAMPOCO SOY UN NOMBRE. DESDE MADRID HASTA CASTILLA LA MANCHA, DULCINEA VOY ENCONTRAR Y TESTAR LA MASA DEL UN POBRE COCINERO


Foto - Carlos Baldo

De repente ideias e inspirações invadem a mente e Amarillo e Rojo (Amarelo e Vermelho) foram as cores que invadiram minha alma.

Alma que na ,aioria das vezes é verde branca e vermelha, cedeu espaço a terras vizihas e também al sangue do lado materno. Fusion total!!!

E Como Dom Quixote não poderia ficar fora, e toda cidade na Europa sempre encontra espaço para uma Plaza de España, mi cocina tambièn não poderia deixar de abrir espaço para estas cores e grandiosidade mundial.


Foto - Carlos Baldo

Da largura de um papardelle italiano, cerca de 3 centímetros, as listras amarillas e rojas foram sendo construídas e postas a secar.

Extremanente delicadas e finas, as fitas tomaram seu espaço e se colocaram ao processo de admiração. Sem modéstia alguma, faceiras como flâmulas das terras da península Ibérica e como se empunhadas por lanças de guerra, escreveram a história deste prato.

Paralelo a isto, um leve e suculento molho ou se preferirem salsa de tomates rojos e mangericão, aquecia ao lado esperando a hora de entrarem em cena.

A água em ebulição avisava a hora do momento final. Lentamente, uma a uma das fitas foram mergulhando como num momento de extremo prazer entre as borbulhas e se relaxando para o repouso nos pratos.

Assim, o molho foi delicadamente deitado sobre as fitas e com folhas de manjericão e fios de dourado azeite entregues ao prazer dos que renderam olhares de extase ao prato.



Foto Carlos Baldo

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Raviolini de bacalhau





Fugindo das tradicionais conbinações dos raviolis, sempre com queijos no interior, estes eu preparei com bacalhau do porto. Preferi o do porto para utilizar pequenas lascas e não desfiar. Ficou mais saboroso com o recheio assim.

A massa foi preparada com semola de grano duro , ovos e um fio de azeite. Lisa, macia e aveludada. Cozimento em 14 minutos e pronto. Preparei um molho com tomatinhos, pimenta biquinho sem as sementes, orégano, azeite de oliva extra virgem e a finalização com lascas de grana Padano.

Leve, e saboroso, massa e peixe juntos demonstrando que é possível esta combinação real.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Frango Tailandes - Reciclando a decoração.



Foto Carlos Baldo


Não gosto de perder ou nada em se tratando de alimentos. A laranja utilizada para decorar o centro do prato das colheres, foi decorada com Cravos da Índia e Anís Estrelado. O resultado disto é uma laranja com sua polta levemente aromatizada por estas especiarias orientais.


Foto - Carlos Baldo

Não poderia ser diferente. seu final não estava fadado ao lixo como poderiam pressupor. Depois de seu uso como peça decorativa. Foi estraído de seu interior, um suco perfumado que sera utilizado neste outro prato.

Um frango a thailandesa.

Os cortes de frango ficaram marinando por cerca de duas horas neste suco onde também foram colocados, 2 dentes de alho amassados grosseiramente.

Como base, uma cebola média foi picada juntamente com 1/2 pimenta thailandesa, sem as sementes e refogada com sal e um fio de azeite e óleo.

Depois deste tempo, escorridos e levados a fritar para selar. Este caldo da marinada retornou à panela e a tudo foram adicionadas duas batatas médias cortadas em cubetes, uma cenoura média, dois tomates secos(produção própria) cortados em tiras e 1/2 abobrinha italiana também em cubos e terminando, três pimentas biquinho.

Durante cerca de 45 minutos em fogo baixo, estes legumes e o franco estava totalmente pronto para ser colocado num altar como oferenda aos Deuses.

Polvo ao vinagrete de Jerez




Foto - Carlos Baldo

Maravilhas da gastronia. O vinagre de Jerez é mesmo algo abençoado por Deus. Neste preparo, foram utilizados tomates italianos, dentes de alho, azeite de oliva extra virgem e claro, o vinagre de Jerez.

O polvo foi cozido em água salgada e posteriormente retirada a pele. Feito isto parti para o processo de congelamento dos tentáculos em rolinhos. Depois de umas 12 horas de frizer, Uepa!! Estava pronto para ser fatiado e agregado ao vinagrete sem se desfazer.

Nas colheres individualizadas, pequenas porções do vinagrete e uma porção do polvo.

Algo realmente para se degustar de joelhos.


Foto Carlos Baldo

Recomendo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tirando a pele!

Já falei dele aqui mas sempre é bom dar algumas dicas.



Foto - Carlos Baldo

O nosso tomate, que não é uma simples fruta, mas também um marco referencial na história da gastronomia. Verdade, Podemos definir algumas receitas na linha histórica em função da presença deste amigo robusto e corado.

Receitas pré colombianas e Pós. Este colombiana não tem nada a ver com o nosso país vizinho do Presidente Álvaro Uribe Vélez. Mas sim com o marco histórico de Cristovão Colombo no descobrimento das Américas.

O tomate, de origem das Américas só então foi levado para um passeio à Europa e a partir daí passa a ser utilizado na cozinha do velho mundo.

Bem, vamos à dica. Para retirar a pele do tomate, nada de descascar com uma faca. Tomate não é laranja, não é manga, não é batata. Sua pele é delicada e sensível, portanto o correto e mais adequado é utilizar a técnica do corte em cruz e um banho rápido de 6 segundos em água fervente.

Faça sobre a parte oposta ao do pedúnculo, um corte superficial com uma faca bem afiada. Não é necessário fazer um sulco profundo. Mergulhe-o então em água já em estado de ebulição e deixe por somente 6 segundos. Retire e com a mesma faquinha, retire suavemente a pele que irá soltar-se como uma seda da superfície do fruto.

Aí é só retirar a parte do pedúnculo e abrir o tomate. A polta permanecerá tenra e consistente. Este tempo não dá para cozinhar. Retire as sementes se desejar e é só definir o seu uso de acordo com a receita.

Simples e fácil.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sopa creme de erva-doce com alcachofra


Foto - Carlos Baldo


Momentos de criação em noite de outono. O cheiro da erva-doce fresca é incomparável.  Faz-me lembrar de cheiro de infância, bolo de vó, biscoito, chá, e muito mais... Numa sopa poderia ficar parecendo muito adocicado, mas o que manda é a quebra tênue dos temperos agregados.

O tomate só empresta o sabor, a cor se dissipa, a cebola no refogado, ajuda a encorpar, o creme de leite aveluda o creme e as sementinhas de mostarda além de marcar presença, faz bem ao coração. 

E falando de coração, o saboroso coração que brota do interior das alcachofras faz deste dueto, um prazer inusitado. 

Suave creme que inunda o palato e revigora a alma em noite fria de outono. Até parece citação de algum poema ou romance famoso, mas é só um simples estado de espírito gourmet. 

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bruschetta de melanzana ao perfume de alho e alecrim


Foto - Carlos Baldo

Uma variação das famosas e tradicionais bruschettas, uma preparada sem o pão como estrela da situação. Montada sobre uma mini berinjela grelhada. O queijo Brie, suavizou e marcou presença, o tomate concassê e o pimentão assado com alho e alecrim coloriram e perfumaram as pequeninas.

Os leques de cogumelos salmão, harmonizaram a formação do prato, em território delimitado pelos aspargos e os camarões também puxados em frigideira com toques de flor de sal. As lascas de pão sírio, crocantes e torradinhas pela passagem pela frigideira também absorveram os aromas remanescentes.

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Foto - Carlos Baldo

Fechando o circuito, uma cebola pequena, cortada em pétalas, foi glaceada em calda de maracujá.

A receita completa você tem no site Gastronomia & Negócios: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1625/bruschetta-de-m

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Salada Guacamole


Foto - Carlos Baldo

Um classico da culinária mexicana aqui disposto de forma mais tropical e leve. Em apresentação de salada, com manga, avocado, brócolis, rúcula, brunoise de cenoura e feijões brancos, com vinagrete de tomates e gergelim negro e pimenta dedo de moça hiper fina e picadinha.

É claro que tudo isto regado a um excelente azeite de oliva extravirgem e flor de sal.


Foto - Carlos Baldo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Salada Via Ápia


Foto - Carlos Baldo

Musse de espinafre, morango, manga, uvas, Kani, alface, pétalas de rosas, azeite aromatizado, nozes, tomates vermelhos e amarelos, cream cheese..........

Uma bela e rica salada para uma noite quente de verão ou para um almoço aos 32º.

Aprovada?!!



Foto - Carlos Baldo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Maminha assada e bolinhos de espinafre com nozes


Foto - Carlos Baldo

Com este calor, uma comida mais leve é sempre bem aceita. Resolvi fazer esta mainha para o final de tarde/noite. Aproximadamente 900 gr de maminha, temperada com salgrosso e um pouquinho de manteiga.

Um bom truque para assados no forno, são os palitos. Deixe de molho em água por 30 minutos, ou até ficarem bem molhados. Faça uma cama no fundo da assadeira e pronto. Neste ai, aproveitei e coloquei algumas rodelas e cebola nos espaços formados pelos palitos.

Sobre a maminha, alho laminado e cebolas ao neio, com entremeio de galhos de alecrim para perfumar.

45 minutos e pronto. A Maminha estava no ponto. Macia, úmida, e temperada na medida certa. Para acompanhar fritei alguns bolinhos de espinafre recheados com nozes. Nem precisa falar que é minha cereita especial e secreta.


Foto - Carlos Baldo

Torradinhas com manteiga de ervas (tomilho, salsa, cebolinha e orégano), pronto. acho que deu pra imaginar o resultado final.


Foto - Carlos Baldo