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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Maarat - O sabor do oriente


Foto - Carlos Baldo

Tanto faz o nome que se dê, Chef, Cozinheiro, Gourmet, Curioso ou outra denominação. O mais importante e gostoso em tudo isso é o nosso momento de inspiração e criação. è a hora de abrir portas e armários e retirar de vidros e potinhos os ingredientes para criar e montar um prato.

Para mim funciona como um momento de pleno extase, sentir os aromas aprisionados nos vidros e poder liberta-los. Combinar , misturar, apreciar.

Admirar a obra pronta e degustar o todo. Parece mágica e no final é mais um prato para saborear com calma, refletindo e deixando a boca embriagada por sabores do mais puro sentimento exótico do oriente.


Foto - Carlos Baldo

A receita vc tem no site:

http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/cozinha_gen/ver/1653/maarat---sabor-do-oriente-

sábado, 1 de agosto de 2009

Pomodori secchi

Tomate seco
Tentador. Atrativo que nos leva a compulsão. Versátil na cozinha, este fruto preparado desta forma nos permite desenvolver inúmeras receitas tendo como base ou mesmo como complemento ou simplesmente elemento de finalização ou acabamento de um prato.

De sabor adocicado e picante, os temperos utilizados darão ao final do tempo de maturação de repouso, o sabor tão esperado. Também não podemos deixar de considerar a procedência e a qualidade do azeite de oliva utilizado para este repouso.

Já falei anteriormente, nos índices de acidez dos azeites, e isto faz também uma grande diferença no sabor final. Prefiro utilizar os de acidez igual ou inferior a 0,5%.

O tomate seco, o fruto desidratado e misturado a temperos como alho e ervas e na infusão de azeites de oliva, já é um produto comum nos supermercados e casas especializadas em produtos gourmet. O que nos trás certa praticidade cotidiana.

Só não podemos deixar de lado é o prazer do artesanal, das técnicas familiares, das receitas e dicas passadas de geração a geração.

Essa é uma típica metodolo-gia italiana sulista da região mediterrâ-nea, onde o sol é o grande parceiro nesta preparação original dos “pomodori secchi”. Quase uma decoração obrigatória das varandas das casas e vilas da região abaixo de Nápoles, indo até a Sicília.

A idéia original era simplesmente a de conservar os frutos para consumo futuro. O que não se imaginava é que isto seria transformado em uma iguaria apreciada por milhares de pessoas ao redor do mundo.

Hoje, o forno faz o papel do sol do mediterrâneo, para aqueles que apreciam o trabalho e sentem o prazer da sua feitura.

As grandes recepções foram sem dúvida o grande fator de divulgação destes tomates, principalmente a partir da década de 1980, tornando-se moda servi-los de inúmeras formas em seus pratos. Pela apresentação, cor, aroma e sabor, agradaram a todos.



Tem quem aprecie no sanduíche, no risoto, decorando saladas, servido como entrada... A versatilidade do tomate seco ganhou o mundo e já não guarda muitos segredos.



Cada unidade de tomate seco tem cerca de 40 calorias, o caso é que o preparo do tomate seco leva açúcar (cerca de meia xícara para cada quilo de tomates) e ainda é conservado em azeite, um óleo que faz bem ao organismo, mas contém muitas calorias também.

Seria o equivalente a uma colher de maionese. Só que podemos comer uma colher de maionese e nos dar por satisfeitos, mas já com os tomates, difícil ficar somente com uma unidade.

O importante, na realidade, é não descaracterizar a originalidade e simplicidade da receita, que se trata de um verdadeiro patrimônio para os italianos.
Usando bons ingredientes para o tempero, ele pode ficar ótimo feito no forno – mas nenhum tomate seco produzido assim já se assemelhou àquele seco ao sol.

A elaboração de tomate seco depende da variedade usada. Devem-se usar frutos com casca mais grossa, com menos sementes e mais firmes. No Brasil é possível encontrar tomates com essas características, ‘tipo italiano’. Os tomates do tipo “Débora” “Andréia” também ficam bastante razoáveis e rendem um tomate seco de boa qualidade.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Tempos de Gula.

Entre amigos e questiona-do mais uma vez sobre a quantida-de de comida ingerida após a cirurgia, volto a repetir: Podemos nos acostumar com bem menos que pensamos. O pouco por vezes é muito. Mas em tempos de outrora, os prazeres eram outros.
Desafiado pelo marido da minha afilhada, em terras do Tio San, o moço queria me ver de olhos parados e boca aberta sem poder respirar normalmente. Ele fez os pedidos e até a garçonete de olhos arregalados disse: “It’s very, very big! OK!!!!” e eu de imediato respondi com um Big OK.
Alguns minutos depois estava ele na minha frente, o “Colosal”. Um sandubão de fazer medo. Em seus quase 15 cm de altura, seu aroma inconfundível de hambúrguer, cebola, queijo, alface, tomates, e o pãozinho, em um golpe certeiro, uma faca havia o apunhalado bem no coração. E é justamente por esta cena que iniciei minha jornada de gula explícita. As batatinhas fritas ao lado são simplesmente complementos deste pecado capital.
O importante é que naquela época eu era inteiro de fábrica, o estômago comportava tudo aquilo. È sem dúvida para os amantes da culinária de sanduíches americanos um troféu. Saboroso, porque não é o nosso hambúrguer, é um verdadeiro bolo de carne temperada. Muito colesterol envolvido. Mas vale a pena experimentar, e como não poderia deixar de ser, tinha ao meu lado um belo copo de 500 ml de Coca Cola. Afinal eu estava na casa do Tio San.
Hoje, um pãozinho de 25 grs. é sua equivalência real. Ainda bem!!! Não posso reclamar. Estou melhor agora.