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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Frango Mqualli Marroquino

Porta do Mediterrâneo, porta da África, berço de uma gastronomia fabulosa, o Marrocos com sua origem milenar e com raízes árabes, nos banqueteia com uma infinita diversidade de temperos, especiarias, legumes, carnes e frutos secos, ah!!!!! as tâmaras!!!!!!.

Como característica marcante, estas especiarias são utilizadas em perfeita e completa harmonia com seus mais diferentes preparos. Seja para acompanhar as famosas cabeças de porco servidas nos mercados da Medina ou no mais delicado cuscuz preparado calmamente nos Tajines. 

O perfume da canela, os cominhos, o frescor do gengibre ralado, gergelim para se extrair os óleos aromáticos e como o escaldante sol das áreas desérticas o açafrão vem colorir tudo e nos alegrar nos pratos e claro, pimenta do reino não haveria de faltar nem de temperar qualquer que seja o prato, sopa, carnes ou panquecas. Não há quem não se banqueteie a mesa de uma casa Marroquina que não se lembre dos aromas e sabores ali degustados.

Das azeitonas, pretas ou verdes, limões confitados e laranjas são muitas vezes usados para preparar os pratos com carnes e aves como este que preparei hoje, um Clássico da gastronomia do Marrocos.

As tajines – feitas num recipiente de barro, que precisamente se chamam tajines – são também um prato típico marroquino e que faz cozidos ao vapor ou em caldos. Como nesta técnica de cocção são preparados os alimentos em fogo médio ficam bastante apurados, com sabores muito distintos. Assemelha-se a um chapéu chinês bem mais parecido com um triângulo equilátero. Podemos considerar como uma “panela” de inúmeras receitas marroquinas.

Neste prato de hoje, o Frango Mqualli Marroquino está presente o frango com limão confit, e uma boa variedade de especiarias e sabores fantásticos. É pena que pessoas adulterem a receita deste clássico secular.  Para quem observa uma receita percebe claramente que se tentou alterar alguns ingredientes para tentar camuflar ou escamotear a autenticidade do prato e consequentemente sua autoria. A semelhança é latente e até a ordem de ingredientes são mantidas e o nome parecido. Lamento perder a preciosidade dos sabores autênticos de um país com esta intenção. Tenta-se então modificar a técnica de preparo, do cozido para o assado. 

Mas podemos preparar um belo corte de cordeiro com ameixa ou figos, ou simplesmente com variados legumes. Nos cortes das carnes usa-se mais o frango, borrego e até camelo.
As carnes podem ser cozidas a vapor ou ensopadas ou ainda em espetos, como churrasco, os que chamadas de brochetes, são também comidas populares como as que temos aqui. E nas áreas de litoral, são os peixes as estrelas dos preparos e dos pratos que podem ser cozidos ou fritos.

Lista-se também na gastronomia marroquina a Pastilla. Um folhado, com massa fina, (tipo pasta filo um pouquinho mais espessa) com recheio agridoce, versátil, harmonizando com o que for adicionado ao prato. Pode ter como recheio a carne (frango ou carneiro, por exemplo), ou frutos secos como as tâmaras os figos, e ainda frutos do mar ou legumes.

As sopas marroquinas são muito ricas. Na composição nutritiva. Uma sopa desta pode dar a pessoa o sentido de uma refeição completa. A receita mais tradicional é a Harira, preparada com lentilhas, grão-de-bico, cordeiro, tomate e vegetais diversos. Temos ainda a Bissara, outra sopa feita com ervilhas ou fava e azeite e muitas vezes condimentada com especiarias.

Já nos doces usa-se muito o mel nos preparos, nos crepes e na feggas (biscoitos com amêndoas) e os ghoriba (bolinho de coco ou amêndoa e gergelim), por exemplo.Os frutos secos mais usados são amêndoas, castanhas, nozes, figos, ameixas e tâmaras. Nas frutas, destacam-se as romãs que também são base de preparos usada na cozinha.

Por tradição, em Marrocos come-se com a mão direita – o polegar e os três primeiros dedos – e o pão está em todas as mesas como acompanhamento e porque também ajuda a empurrar a comida. Se for comer com as mãos, deve lavá-las muito bem. Higiene básica não faz mal em lugar algum.E a tradição manda que se coma de uma única travessa comum, para todos os que se sentarem à mesa. Mas, nos restaurantes, tem sempre talheres para poder comer se não se sentir à vontade para comer com as mãos.

sábado, 7 de julho de 2012

Creme Du Barry




Creme Du Barry é um clássico francês que data do Século XVIII. É uma sopa cremosa e muito rápida de ser preparada. E como todo prato francês tem sua picância amorosa, este não seria diferente.

Luis XV

Recebeu o nome em homenagem à uma das amantes de Luiz XV, que subiu ao trono em 1717 era bisneto de Luiz XIV e concluiu o Tratado da Triplice Aliança - França, Holanda e Grã Bretanha, reinou até (1774). Madame Du Barry, o nome de reconhecimento na corte era uma doce menina de nome Jeanne Bécu, origem simples e foi apresentada ao Rei aos seus 19 anos , Ficou apaixonado e deu a ela o Título de nobreza para que pudesse ser sua amante oficial. Isto mesmo, neste período era necessário ter título de nobreza para ser amante.

Madame Du Barry

Ingredientes:

Um buque de couve flor;
Duas batatas inglesas médias;
Meio litro de leite;
Meio litro de creme de leite
Meio litro de caldo de galinha
Cinquenta gramas de manteiga
Sal e pimenta do reino branca para temperar

Lave a couve flor em água corrente, depois corte os buques e coloque de molho em água com sanitizante por 20 minutos. (Uma colher de sopa de sanitizante para cada litro d'água). Lave novamente em água filtrada e cozinhe junto com as batatas, no leite. Os talos da couve flor também podem ser utilizados.

Descasque as batatas e corte em rodelas uniformes, Coloque o leite para esquentar e adicione as batatas em rodelas, cozinhe por cerca de 20 minutos até o ponte de poder serem dissolvidas. Cuidado para não deixar o leite ferver. Use bogo brando ou baixo, não conheço seu fogão. Teste com um palito, assim não tem erro.

Atingindo este ponto de cozimento, incorpore o caldo de galinha o sal e a pimenta do reino e a manteiga.
Caso você não disponha de um MIX, pode ser utilizado o liquidificador. Lembrando sempre condições de segurança. Líquidos quentes quando são processados no liquidificador tendem a expandir, podem explodir, respingar e causar queimaduras graves. Então processe quantidades menores.

O Creme Du Barry é servido com croutons, salsinha fresca ou outra erva aromática de finalização. Eu utilizei manjericão fresco colhido na hora. Ceboulete picadinha ou cerefólio também fica muito bem apresentada.

Um prato francês, inspirado na amante do Rei, de pele alva e perfumada. A perfeita tela francesa.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Coisa simples que da água na boca!!!!!


Coisa simples que da água na boca!!!!!



Foto - Carlos Baldo

Não posso fazer só o que como, assim sendo!!!!! O tal do arroz, em tempos remotos (3 anos) iria me deleitar mas hoje não posso mais. Este ai com amêndoas em lascas, soltinho e branco.

Acompanhando meio de asinhas de frango recheadas e a milanesa. O recheio de pistache e cream cheese. Um molho de soja (suave) picante pela pimenta.

Brócolis e cenouras torneadas fazendo a festa com belos cogumelos Portobelo. Os cogumelos foram levemente grelhados em frigideira com um fio de azeite.

Resultado da ópera = Um prato super saboroso, nutritivo e especialmente colorido. Coisa simples mesmo que da água na boca!!

Voilà!!!!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Frango Tailandes - Reciclando a decoração.



Foto Carlos Baldo


Não gosto de perder ou nada em se tratando de alimentos. A laranja utilizada para decorar o centro do prato das colheres, foi decorada com Cravos da Índia e Anís Estrelado. O resultado disto é uma laranja com sua polta levemente aromatizada por estas especiarias orientais.


Foto - Carlos Baldo

Não poderia ser diferente. seu final não estava fadado ao lixo como poderiam pressupor. Depois de seu uso como peça decorativa. Foi estraído de seu interior, um suco perfumado que sera utilizado neste outro prato.

Um frango a thailandesa.

Os cortes de frango ficaram marinando por cerca de duas horas neste suco onde também foram colocados, 2 dentes de alho amassados grosseiramente.

Como base, uma cebola média foi picada juntamente com 1/2 pimenta thailandesa, sem as sementes e refogada com sal e um fio de azeite e óleo.

Depois deste tempo, escorridos e levados a fritar para selar. Este caldo da marinada retornou à panela e a tudo foram adicionadas duas batatas médias cortadas em cubetes, uma cenoura média, dois tomates secos(produção própria) cortados em tiras e 1/2 abobrinha italiana também em cubos e terminando, três pimentas biquinho.

Durante cerca de 45 minutos em fogo baixo, estes legumes e o franco estava totalmente pronto para ser colocado num altar como oferenda aos Deuses.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Petit Medallions de Asinha recheada !!!!




Foto - Carlos Baldo

As aparências enganam!!!!! E assim aconteceu com este prato. Testei as famosas asinhas, ou melhor meio das asinhas, recheadas. É uma das partes que mais aprecio nos cortes de frango. A carme é macia, saborosa e suculenta. Pode até parecer que é pouca carne, mas para mim o suficiente.

Desosar não é o problema, isso é muito prático e rápido de ser realizado. Mas com que rechear para dar algo mais a este prato?????

Preparei uma mustura de cream cheese com pistache triturado. e coloquei o recheio. empanei e fritei.

Mas não estando satisfeito ainda com a apresentação resolvi inovar em outro prato tb. Deixei esfriar e acabei por retirar o único ossinho remanecente na pobre parte da asinha. e então com o pedaço em mãos, cortei quase que em carpacio. Lâminas super finas e surprendentes.

Aqueci em uma frigideira anti aderente e fiz a montagem dos petit medallions, sobre uma cama de macarrão de arroz. e preparei uma guarnição de brócolis, folhas de hortelã e pimenta dedo de moça finamente picado.

Sobre os medallions, coloquei um pouco de molho chocolate de gengibre e salpiquei mais pistache triturado sobre eles. O resultado esta ai. Algo surpreendente, leve, saboroso, misteriooso e picante, com o frescor das folhas de menta.


Foto - Carlos Baldo

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Jillians





Este aqui é outro local fantástico em Boston, o Jillians. Um complexo de 4 mega andares, sendo um com diversas pistas de boliche, um com danceteria, outro com um bar – balcão e diversos espaços confortáveis para se sentar com os amigos em sofás e mesinhas formando pequenos grupos e um espaço na cobertura, com mesa de bilhar, e como não poderiam deixar de ser, o espaço para os fumantes.




A entrada controlada por um carimbo que é dado nas costas da nossa mão. È um local de frequência up. Ai você pode dar sorte de encontrar várias celebridades hollywoodianas.




O Jillians também fica no circuito do Fenway Park. Você pode sair a pé do estádio e ir para diversos points da área.

Também várias promoções são realizadas em seu interior por patrocinadores do local, claro que tudo super controlado pela idade e carteiras de identidade ou o seguro social deles. Os dados são lançados diretamente nos palm top’s.

O interessante deste tipo de bar americano é que o que você consome de bebida ou small plates, você paga no ato. Não tem essa da nossa famosa conta para o garçom fechar no final.

Dentro desta lista de small plates, uma boa pedida é o: Buffalo Chicken Bites – pedaços de frango fritos crocante e com um molho picante adocicado de comer de joelhos, sem falar na cerveja e nos drinques.


Só para saber quem anda por lá......


Ben Affleck --------Backstreetboys

Clint Eastwood ----Brooke Burke

Jared Leto ---------Mark Walberg


Sean Penn -----------Tim Robbins

Vale a pena conhecer o local.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Redonda de berinjela e acompanhantes





Foto - Carlos Baldo
Quebrando o paradigma de que as tortas de pão de forma tem de ser retangulares, surgiu a Redonda, sem o pão de forma redondo.

Como as demais, é montada em camadas. Esta eu fiz um recheio de beringela com cebola e alho para a camada de base. Uma segunda camada com queijo mussarela ralado e ricota peneirada.

Esta é outra técnica que eu já adoto a muito tempo é a de passar pela peneira bem fina, a ricota. Qualquer massa assim fica muito mais leve e mais maleável para o trabalho.

Adicionei um pouco de maionese para dar liga e o tratamento de borda. Tratamento de borda é levar o recheio para as extremidades, formando uma cova no centro.


Foto - Carlos Baldo
Como a montagem foi feita em uma forma redonda de fundo removível, fica muito bom de trabalhar. Neste vazio, foi colocado um refogado de sobre-coxas de frango desfiadas com tomates e ervas.

Usar Sobre-coxas, deixa o recheio mais úmido, a carne é mais macia também. Nada contra peito-de-frango, mais é a minha preferência para este tipo de preparo.

O recheio é depositado como em uma cova. Adicionei também um pouco de ervilhas, cerca de 1/3 da lata.
Sobre esta camada foi a última de pão e uma cobertura leve de maionese, só para umidificar o pão e dar aderência a cenoura ralada e o restante das ervilhas.



Foto - Carlos Baldo

Uma hora e meia de geladeira, esta firme para ser desenformada e servida como um lanche mais reforçado.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Flor de Minas – Doce picante



Ingredien-tes:
100 grs. de queijo minas frescal.
16 folhas de espinafre
Sal
01 colher (de chá) de pimenta caiena
02 coxas de frango
Farinha de pão para empanar
01 ovo
Óleo para fritar
01 pêssego fresco
01 cálice de suco de pêssego ou néctar.
01 colher (de sopa) de açúcar mascavo
½ xícara de café de água
Folhas de manjericão
01 dente de alho pequeno
01 torrada
Azeite de oliva

Preparo:
Desosse a coxa de frango, deixando somente a ponta de baixo para dar firmeza no preparo. Reserve.
Cozinhe as folhas de espinafre em água com uma pitada de sal, por aproximadamente 3 a 4 minutos. Retire do fogo e separe 06 folhas para o prato. Junto às folhas restantes, acrescente 80 gramas do queijo minas e deixe levantar fervura. Assim que levantar fervura, retire do fogo e bata num processador com o dente de alho e as folhas de manjericão. Reserve.
Cozinhe o pêssego com casca por 30 minutos, ou até que a pele esteja totalmente solta. Divida ao meio e retire o caroço. Reserve.
Em uma frigideira pequena, coloque o açúcar mascavo e a pimenta caiena, misture e leve ao fogo para dar ponto de calda. Acrescente o suco e deixe reduzir. Prove a pimenta e se for necessário acrescente um pouco mais.
Recheie a coxa de frango com o creme preparado de espinafre e queijo minas, e costure a parte superior da coxa para que o recheio não escape. Embrulhe cada coxa em papel filme por três ou quatro vezes e por fim em papel alumínio. Cozinhe em uma panela alta por 30 minutos. (Este preparo deve ser feito no mesmo momento do pêssego).
Após o cozimento, desembrulhe as coxas, seque-as em papel toalha, passe pelo ovo batido e pela farinha de empanar. Frite e escorra o excesso de óleo.

Montagem:
Pincele as folhas de espinafre com azeite de oliva e decore o prato formando uma estrela.
Com a ajuda de um aro, (utilizei um quadrado), corte a torrada para obter dois quadrados. Acondicione um deles no fundo do aro e vá fazendo camadas alternando com o creme de espinafre e com fatias de queijo minas. Termine com uma fatia da torrada. Acomode esta torre em um dos lados do prato e coloque a meia fatia do pêssego acompanhando. Disponha a coxa de frango frita, formando um trio e regue com o reduzido de açúcar e pimenta e um fio de azeite de oliva.

Bom apetite.
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