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1ª Associação de Chefs do Litoral do Paraná

Recebemos o títulos de Master Chef.

Mignon de coelho

Rolinho de mignon de coelho em laminas de pata negra com portobelo grelhado e aspargos verdes sobre veludo de batatas e gema cozida em baixa temperatura.

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pão de batata!!!

Ainda em fase de recuperação, resolvi testar um fermento mãe preparado pacientemente e o resultado esta ai. Um simpático pão de batata com sementes de gergelim preto.

Este faz parte das minhas tentativas de encontrar o pão ideal após a redução de estômago. Ainda não havia testado a sêmola no preparo.



Para quem gostar e desejar testar , aqui vai a receita. Utilizei quatro batatas de tamanho médio, totalizando 235 gramas. Cozinhei em água com sal e como teste, um fio curto de azeite. Depois de cozidas, com as cascas, passei pelo espremedor umas 4 vezes. Retirei as cascas e reservei o purê.

Junto ao fermento mãe, 60 gramas, adicionei 380 gramas de sêmola di grano duro, um ovo médio para dar liga e 45 gramas de manteiga (pomada), e 01 (uma) grama de sal fino e 50 ml's de água.

Neste ponto, adicionei as batatas em purê e delicadamente fui incorporando tudo no aparecimento de uma massa fofa e elástica. Uma reserva de 60 gramas de farinha de trigo 00 lancei mão para terminar de preparar a massa e desprender totalmente das mãos.

Após o término, em uma assadeira forrada com papel manteiga, polvilhei um pouco de sêmola e coloquei das bolinhas com cerca de 50 gramas cada para crescerem calmamente. Esta receita rendeu 16 pãezinhos e um pão com 410 gramas que foi colocado em forma retangular para bolo Inglês.

Cpmo preparei esta receita a noite e estava com uma temperatura mais baixa, apelei para um procedimento alternativo e bastante antigo e simples.

Quem quando criança não teve em suas mãos um pintinho de galinha para criar???

E lá estava a velha caixa de sapatos com uma lâmpada acesa durante a noite para aquecer o pequenino.

De forma semelhante, coloquei os futuros pães no forno, cobertos com um pano e acendi a lâmpada interna e deixei a noite até o amanhecer.

Uma estufa que propiciou um crescimento homogêneo até a hora de enfrentar realmente o forno aquecido a 200º.

Resultado que após 40 minutos estava concluído.



Modo de uso: Cortado ao meio, uma passada de manteiga e recheado com uma bela fatia de queijo do Reino e uma de presunto, isto levado a um gril. Não tem preço!!!

Ao natural, partido e com uma fatia de queijo minas frescal......

Ou simplesmente aberto e um bom requeijão a escorrer pelas bordas........



Aqui também fatiado rende bons prazeres, com café preto e ou mesmo uma xícara de chá.

Pode fazer, mãos à massa!!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Como enganar o estômago.


Este órgão é sem duvida nenhuma considera-do um réu de primeira qualidade. O sr.estô-mago sempre leva a culpa dos nossos crimes alimentares. Quando na verdade ele esta recebendo o que nós lhe damos. Então, como enganar esta parte de nós mesmos.

Nada de montanhas ou volumes gigantescos, principalmente se for a noite. Olhem só esta preparação. Simples, leve e saborsa. Queijo, presunto, ovo cozido, ervas, alcaparras, batata, couve. Tudo em quantidades e tamanho bem, reduzidos. No final o montante agrada aos olhos, ao paladar e vai deixar o estomago calmo até o dia seguinte.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Prazeres


Recentemente muitas pessoas têm questionado uma situação que nos remete a esta palavra sensação, verbo transitivo indireto, intransitivo e pronominal, emoção, o prazer. Especificamente o prazer em comer, após uma cirurgia de redução de estômago. Na verdade vejo isto como sendo situações limites, o prazer, a compulsão do comer e a restrição imposta pelo processo cirúrgico.
Controlar o desejo de comer requer autocontrole e grande dose de força de vontade. Não só para os que se submetem a este procedimento, mas também aos glutões de plantão. Quantidades reduzidas continuam proporcionando o prazer em apreciar bons pratos e inúmeras iguarias. Nem todas são bem aceitas pelo novo órgão, mas não deixam de ser desejadas. Mesmo tendo a restrição quantitativa, é latente o prazer em degustar. Na minha situação a compulsão não existia e agora não vejo a menor possibilidade. Claro que às vezes lembramos-nos de situações de voracidade em um churrasco ou uma feijoada, mais imediatamente registramos que podemos perfeitamente nos satisfazer com aquela pequena porção. Trata-se de um exercício mental continuo e de grande representatividade na nossa opção de mudança de hábito. Muito mais saudável. As quantidades podem ser burladas, mas o maior enganado somos nós mesmos, a compulsão pode ser controlada, e o prazer é constante na nossa vida. A matemática aqui é um teorema simples, onde uma fração é maior que o “todo” e o “todo” é o limite.
Cozinhar é bom, dá prazer, e nos ajuda a desenvolver a criatividade laborativa frente ao fogão e consciência da balança.